CLIQUE NO VÍDEO PARA ASSISTIR

Loading...

Governo inaugura 17ª Unidade de Polícia Solidária

João Pessoa/PB - O Governo do Estado inaugurou, na sexta-feira (17), a Unidade de Polícia Solidária da Ilha do Bispo, em João Pessoa, que contará com uma viatura e três motos só para o bairro. Com essa, já são 17 UPS instaladas no Estado, garantindo uma polícia mais próxima do cidadão.
O secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, destacou que as Unidades de Polícia Solidária são fundamentais para estabelecer as reduções dos índices criminais. “Porque são estruturas que ocupam espaços e trabalham a aproximação com as pessoas, promovendo a prevenção a diversos tipos de crimes”, destacou.
A UPS da Ilha do Bispo foi instalada no antigo Centro Integrado do bairro, que recebeu novos equipamentos e foi todo reformado. No local vai funcionar também a base da Força Tática do 1º Batalhão, cujo efetivo destinado para trabalhar na Ilha do Bispo é capacitado com o curso de polícia comunitária.
Para o comandante geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, a política de aproximar a polícia cada vez mais da sociedade tem sido decisiva para promover mais segurança. “É uma filosofia de trabalho fundamental no contexto da construção de uma cultura de paz, pois traz a comunidade para planejar junto com a polícia a segurança do bairro, identificando e priorizando os problemas específicos daquela realidade onde a UPS está instalada, trazendo soluções que tendem a diminuir cada vez mais os índices criminais”, destacou.
Os números do Núcleo de Análise Criminal e Estatística da Secretaria de Segurança e da Defesa Social revelam que nos locais onde as Unidades de Polícia Solidária foram instaladas há uma redução, em média, de quase 30% dos Crimes Violentos Letais Intencionais. Para a próxima semana está prevista a inauguração de mais uma UPS em Cabedelo, a segunda na cidade.

http://www.ararunaonline.com/noticia/12640/governo-do-estado-inaugura-17-unidade-de-policia-solidaria-na-paraiba

Polícia Cidadã: Minha Escola Mais Segura no Santa Maria

PM apresenta cronograma de atividades do projeto
(Foto: Ascom PM)
Fortalecer as ações de prevenção à violência e à criminalidade nas escolas do bairro Santa Maria, zona sul de Aracaju. Este é o objetivo do projeto ‘Polícia Cidadã: Minha Escola Mais Segura’, desenvolvido pela Polícia Militar de Sergipe, através do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), nas escolas do bairro Santa Maria e seu entorno. A apresentação do projeto à comunidade ocorreu na última quinta-feira, 9, na Escola Estadual Governador Albano Franco.

O projeto “Polícia Cidadã: Minha Escola Mais Segura” consiste em um conjunto de medidas em rede com diversos atores integrantes da Polícia Militar, que apresentarão alternativas prazerosas de combate ao crescimento da violência no interior e no entorno escolar. Todas as propostas terão como eixo basilar o “Modelo de Tomada de Decisão” do Proerd, para que as crianças envolvidas no projeto façam escolhas sábias e tomem decisões sadias para a vida.

A partir do contexto de atuação da polícia de proximidade (polícia comunitária), as escolas que apresentarem demandas explícitas de intervenções de prevenção serão identificadas, num trabalho que envolverá os protagonistas componentes da rede de proteção à criança e ao adolescente, junto com o policiamento comunitário, que por sua vez diagnosticará problemas relacionados à violência na localidade.

Iniciar as atividades de prevenção na Escola Abano Franco foi uma decisão do Comitê Gestor do Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, haja vista as inúmeras denúncias de violência, uso e tráfico de entorpecentes no ambiente estudantil. “A Escola Albano Franco foi escolhida em virtude dos relatos de casos de violência, uso e tráfico de drogas nas dependências da escola, brigas, ameaças, furtos, assaltos e uso de drogas, o que tem dificultado e até inviabilizado as atividades pedagógicas na unidade de ensino por conta do clima de medo vivenciado por educadores e alunos”, declarou a capitã Adriana Littig, coordenadora estadual do Proerd em Sergipe.

Para a capitã, o problema da violência não pode ser solucionado apenas por agentes da segurança pública, mas necessita de uma atuação conjunta com órgãos públicos e a própria sociedade. “É necessário responsabilização e atuação integrada da sociedade civil e dos órgãos públicos: ouvir, refletir, planejar e agir numa perspectiva ampliada e conjuntamente. O Comitê Gestor do Enfrentamento ao Crack e outras Drogas tem reunido funcionários públicos comprometidos e se efetivado cada vez mais como potente espaço para impulsionar e implementar políticas públicas eficientes”, declarou.

Como resultado da aproximação entre a PM e a comunidade, o projeto pretende diagnosticar problemas de segurança pública, aumentar o nível de segurança nos estabelecimentos de ensino, diminuir a evasão escolar, despertar o interesse dos alunos na busca de ações coletivas preventivas; resgatar o civismo nas escolas, através de leituras musicais e comportamentos do cotidiano; realizar a prevenção da violência no trânsito; aproximar as crianças e os adolescentes da arte musical e do esporte, estimulando o interesse delas por estas atividades; despertar o respeito, a sensibilidade e o coleguismo para uma cultura de paz.

CORONÉIS, O DOCUMENTÁRIO

Viaturas do Ronda do Bairro possuem telefones próprios

Novo serviço pode facilitar contato das pessoas em caso de ocorrências.
Ronda no Bairro possui 195 viaturas em quatro zonas de Manaus.


Implantando em quatro zonas da cidade de Manaus, o programa "Ronda do Bairro", da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, traz uma nova forma de contato entre a comunidade e a polícia.
Cada uma das 195 viaturas do projeto possui um número próprio, no qual a população pode entrar em contato com os PMs e pedir o auxílio deles. "Dessa forma, a população vai saber quais são os policiais que estão atendendo aquela área e poderá se dirigir a eles", informou.
Para o gerente comercial, João Souza, a medida pode ser uma solução, já que na vez em que ligou para a principal Central de Atendimento da Polícia para pedir socorro em um caso de assalto, o número 190, segundo ele, estava ocupado. "Tentei ligar, mas não consegui falar com ninguém", protestou.
Segundo o coordenador geral de Policiamento Ostensivo, Major Darcelo Gomes, os policiais podem entregar cartilhas para a população com os telefones de cada carro.

Criamos uma geração sem foco, diz Daniel Goleman


Daniel Goleman,  psicólogo e jornalista

São Paulo - O americano Daniel Goleman, psicólogo e Ph.D. da Universidade Harvard, tornou-se célebre ao publicar o livro Inteligência Emocional, em 1995, que já vendeu mais de 5 milhões de cópias no mundo — 400 000 só no Brasil. Sua obra mais recente, Foco, lançada quase 20 anos depois, chegou às livrarias em janeiro deste ano.
Nela, Goleman defende que — num momento em que a tecnologia e o excesso de informação geram distrações a cada minuto — criou-se uma geração sem foco, com dificuldade­ de desenvolver a capacidade de concentração. Mas, para ele, a atenção é como um músculo que pode ser treinado. E quem consegue chegar lá tem ideias melhores e mais criativas.
É o que fazia Bill Gates quando presidia a Microsoft, nos anos 90. Em períodos que chamava de “think weeks” (numa tradução livre, “semanas para pensar”), ele passava uma quinzena numa casa no campo para pensar sem interrupções.
Jack Welch, o lendário presidente mundial da multinacional americana General Electric, reservava uma hora por dia para simplesmente olhar pela janela. Ementrevista a EXAME, o autor fala mais sobre seu mais recente trabalho.
EXAME - O senhor defende que as pessoas nunca estiveram tão desfocadas. Quais são as consequências?
Daniel Goleman - Estamos sem tempo para refletir. Sem essa pausa não conseguimos digerir o que está acontecendo ao redor. Os circuitos cerebrais usados pela concentração são os mesmos que geram a ansiedade. Quando aumenta o fluxo de distrações, a ansiedade tende a aumentar na mesma proporção.
Precisamos ter um momento, no trabalho e na vida, para parar e pensar. Sem concentração, perdemos o controle de nossos pensamentos. Mas o oposto, quando estamos muito atentos, também é um problema. Nos tornamos vítimas de uma visão restrita e da mente estreita. É preciso dar equilíbrio a isso.
EXAME - Como escapar dessa armadilha?
Daniel Goleman - Dormir bem ajuda na concentração. Mas o melhor exercício é criar um período em que as interrupções sejam proibidas. Isso significa não ter reuniões, receber ligações, ver e-mails ou ter contato com qualquer outra fonte de distração. Isso pode ser feito antes do trabalho ou durante o expediente, em uma sala de reuniões por pelo menos 10 minutos.
Os chefes precisam entender que, para ter bons resultados, suas equipes devem ter tempo para se concentrar. E isso significa dar a oportunidade a elas de ter momentos sem interrupções. 
No Google, por exemplo, os funcionários têm sido incentivados a parar por alguns minutos durante o dia e prestar atenção na própria respiração. Isso faz com que o circuito do cérebro responsável pela concentração seja ativado.
Leia a entrevista completa: http://exame.abril.com.br/revista-exame/noticias/nao-temos-tempo-para-refletir

Marituba vem reduzindo o número de homicídios

Marituba registrou 03 homicídios até a data de ontem, 17 de outubro.
Em outubro do ano passado, o município teve 08 homicídios.
2011 foi um dos piores outubros dos últimos tempos: foram 12 homicídios.

Já Ananindeua, até ontem estava com 17 e Belém com 24 homicídios.
Em outubro de 2010, Ananindeua teve 35 homicídios e Belém, naquele mesmo ano teve 76.

PM inaugura Base Comunitária

RONDÔNIA IMPLEMENTA AÇÕES DE POLICIAMENTO COMUNITÁRIO E VIRA MODELO PARA O BRASIL

A Polícia Militar de Rondônia inaugurou na tarde de quinta-feira (16) a Base Comunitária do Bairro Jardim Santana, na rua Raimundo Cantuária.
A unidade vai funcionar com policiais e veículo para as rondas regulares.
A cerimônia aconteceu às 17h30, com a presença do secretário de Segurança, Defesa e Cidadania, delegado Antônio José dos Reis, e do comandante geral da PM, coronel Luiz Prettz.

A Base Comunitária do bairro Jardim Santana está equipada para oferecer conforto aos policiais e também às pessoas que precisarem se deslocar até lá. A unidade complementa uma experiência vitoriosa da PM no combate à violência, que ganhou força com as
ações preventivas na Escola Estadual Ulisses Guimarães.

O
policiamento comunitário é uma filosofia de trabalho empreendida pelo comandante geral da Polícia Militar, coronel Luiz Prettz, pois mobiliza a sociedade nas ações de segurança pública, ao invés de confiar esta missão apenas ao poder público. Segundo ele, a população atua de diversas formas e contribui para a eficácia das ações.

Falta de integração entre estados facilita criminalidade, revela estudo do TCU

A maioria das secretarias de segurança pública (67%) não compartilha informações com as congêneres de estados limítrofes, o que facilita a migração da criminalidade entre unidades federativas vizinhas e dificulta o combate. A conclusão é de um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) a ser apresentado, em 17 de novembro, ao presidente da República e aos governadores eleitos.
Além da falta de integração nas ações contra o crime e da impossibilidade de sinergias decorrentes de operações conjuntas, o TCU constatou a inexistência de uma política e de um plano nacional de segurança pública formalizados.
O estudo do TCU constatou que a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), órgão do governo federal vinculado ao Ministério da Justiça, ainda não formalizou uma política que sirva de "espinha dorsal" para o desenvolvimento, nos estados, de um conjunto de ações mais efetivas no combate à criminalidade.
O levantamento acrescenta que seis estados não formalizaram suas políticas de segurança pública e dez ainda não elaboraram planos na área. "Deve-se ter em mente que são essas políticas que conferem as bases e os limites que norteiam a segurança pública nos estados e na União", alerta o relatório.
Para o TCU, são diretrizes elementares para a implantação de todas as demais práticas de governança. A ausência de políticas, materializadas em documentos e planos, "pode comprometer a convergência das ações dos diversos órgãos voltados para a segurança pública, além de reduzir as chances de sucesso de ações conjuntas entre diferentes entes da federação".

Deficiências

Os dados obtidos no levantamento geraram o que o TCU chama de Índice de Governança de Segurança Pública — Igovseg. Constatou-se que a maior parte das organizações de segurança pública estaduais encontra-se no nível intermediário de governança e que suas principais deficiências estão relacionadas à gestão de pessoas e aos controles internos.
O levantamento constatou que a Senasp tende a repassar mais recursos para secretarias de segurança pública com menores índices de governança, "podendo aumentar o risco de baixa efetividade na sua aplicação".
Por isso, o tribunal faz uma recomendação à Senasp para atribuir a essas transferências de recursos o objetivo de auxiliar as organizações na implantação de práticas destinadas à melhoria da governança. São citados como exemplos projetos de implantação ou melhoria do planejamento estratégico, gestão de processos, redução da rotatividade de pessoal, controles internos e gestão de riscos.

Diagnóstico

O estudo sobre segurança pública, realizado pela Secretaria de Controle Externo da Defesa Nacional e da Segurança Pública do TCU por determinação do ministro José Jorge, integra um conjunto do contribuições do tribunal dentro do evento Retratos do Brasil. São diagnósticos sobre temas como saúde, educação, previdência social e infraestrutura, além de segurança pública.
O evento será realizado em parceria com várias entidades em 17 de novembro, às 14h30, no Museu Nacional Honestino Guimarães (Museu Nacional de Brasília), situado no Setor Cultural Sul, Esplanada dos Ministérios.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)