Nome não interessa

Participante da reunião da UIPP mostrava-se preocupado com o nome UIPP que se assemelha à UPP do Rio de Janeiro.
Mas, garanto que, independente do nome, o produto tem que funcionar.
O cidadão quer ver o seu problema resolvido. Não vai se importar com o nome que consta na parede do aparato estatal que ficará à sua disposição.
Mas, esse negócio de nome varia de estado para estado. De país para país.
Se rodarmos pelo Brasil, vamos ver inúmeras denominações de programas de prevenção.
No Rio, a UPP; em Minas, o Fica Vivo; em Pernambuco, o Pacto Pela Vida; no Ceará, a Ronda do Quarteirão. Por aí vai.
Uns chamam de polícia comunitária, outros chamam de polícia de proximidade, alguns denominam de segurança comunitária, polícia cidadã. Todos são nomes de fantasia.
O importante é que estejam bem desenhados, dentro da filosfia de polícia comunitária e possa assegurar uma relação de confiança com o cidadão.
E mais do que isso: a base é a PREVENÇÃO.
Quando o cidadão confia, ele apoia, independente do nome.
- Uipp, urraaaa!!!

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