Governador propõe à Infraero liberação da área do Aeroclube

Operações que hoje ocorrem no local passariam a ser feitas no próprio Aeroporto Internacional de Val de Cans, também na capital paraense.

O governador Helder Barbalho participou, em Brasília, de audiência com a presidente da Infraero, Martha Seillier, para discutir mudanças no Aeroporto Brigadeiro Protásio, onde funciona o Aeroclube de Belém. O governador destacou a necessidade de liberação da área para sua integração ao planejamento de crescimento urbano. As operações que hoje ocorrem no local passariam a ser feitas no próprio Aeroporto Internacional de Val de Cans, também na capital paraense.

"A localização deste aeroporto é em área extremamente nobre, sensível à redefinição urbana da capital", justificou o governador. "As demandas do Brigadeiro Protásio poderiam ser feitas no Aeroporto Internacional Val de Cans, mediante algumas intervenções. Inclusive o Estado se disporia a fazer essas mudanças, possibilitando, assim, a revisão do perfil tanto da área do Protásio quanto do próprio Internacional – que em parte do dia está obsoleto e poderia ser enquadrado para absorver essas menos de 20 operações hoje realizadas no Aeroclube", sugeriu.

Helder reconheceu que a permanência do aeroclube nas condições atuais não interessa nem sob o aspecto econômico para a Infraero e nem para o planejamento de crescimento da capital. "Belém precisa de áreas de convivência, que possam se adequar ao projeto em vista. Temos a expectativa de estabelecer de maneira formal esta discussão, no intuito de ouvir a Infraero sobre como avançar nesse tema", concluiu.
A executiva da Infraero ficou de analisar os impactos econômicos com a mudança e sugeriu uma nova reunião com a participação de representantes da Secretaria Nacional de Aviação Civile do Ministério da Infraestrutura para acharem em conjunto uma solução para essa demanda.  O governador se adiantou e levou pedido ainda na noite de ontem ao secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Saggioro Glanzmann, que ficou de avaliar o pedido.

Fonte: Jornal O Liberal.

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