Fazendo uma polícia inteligente

Fazer Polícia Comunitária, ao contrário do que muitos gestores de Segurança Pública pensam, não s resume apenas em fazer RELAÇÕES PÚBLICAS.
Embora as ações do policiamento comunitário exercido pela PM, por exemplo, aproxime a corporação do cidadão, o objetivo não se resume apenas a melhorar a imagem institucional. Mas, isso acontece e é bom.
A filosofia (e não modelo de policiamento), que deve ser dominada e praticada por todos os integrantes das instituições de Segurança Pública, é um exercício da inteligência policial que tem a participação direta do cidadão.
Como isso ocorre?
Ora, se a instituição está mais próxima do cidadão, este terá mais acesso e certamente vai ser estabelecida uma relação cotidiana que se transformará em uma relação de confiança, necessária ao processo de construção coletiva.
Com a relação de confiança estabelecida, o cidadão vai denunciar mais, vai registrar mais ocorrências e vai dar mais informações a quem ele (agora) confia.
Com as informações, as polícias terão a informação, que é a matéria-prima da inteligência.
Então, vamos todos fazer uma polícia inteligente?

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