A polícia deve pertencer à comunidade e não ser chamada pontualmente, de vez em quando

Há um outro entendimento de POLICIAMENTO COMUNITÁRIO como um novo modelo, uma nova técnica. Não é.
O policiamento comunitário deve se orientar pela FILOSOFIA DE POLÍCIA COMUNITÁRIA, que é indistinta aos órgãos.
E polícia comunitária é uma maneira de atuar, uma filosofia de atuação e não um novo modelo de policiamento. Há polícias no Brasil que criam batalhões de policiamento comunitário e dão até um novo uniforme, viatura diferenciada e até vantagens financeiras para uma determinada fração ou contingente da tropa.
Como se "fazer policiamento comunitário" é apenas para uma parte da corporação.
E não é.
A filosofia deve permear todas as atividades da instituição.
O que há ou deve haver é um sistema de policiamento, cujo sub-sistema base deve ser o POLICIAMENTO COMUNITÁRIO.
No sistema de policiamento, o primeiro esforço ou o cotidiano da relação com a comunidade, é construído com a presença de policiais mais próximos dos cidadãos. Eles (os policiais) conhecem e são conhecidos.
Eles sabem quais são os problemas locais.
Uma polícia legitimada pela sociedade é aquela que pertence à própria sociedade e não a que é chamada para resolver problemas de vez em quando.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente