Com mais de 330 mil atendimentos no Marajó, a Caravana ProPaz Cidadania está em Breves e depois segue para Anajás.
O tenente Nonato será substituído pelo tenente Adriano, no comando da segurança da embarcação que conduz cerca de 200 funcionários que heroicamente promovem a cidadania na ilha. Um trabalho digno dos maiores elogios.
Depois da primeira equipe ser chefiada pelo tenente Jofre, com um trabalho que rendeu inúmeros elogios da equipe gestora do ProPaz, o tenente Nonato foi lá e deu o seu recado, com ações também de prevenção, promovendo a REDE COMUNITÁRIA DE SEGURANÇA,
Agora é a vez do tenente Adriano, que é outro oficial que difunde a doutrina de Polícia Comunitária e certamente manterá o padrão de segurança da equipe e adicionará a mobilização comunitária para ações de prevenção na área da Segurança Pública.
Todos os os oficiais que comandaram a segurança na Caravana ProPaz pertencem ao Comando de Policiamento da Capital.
Jogo de Leões
O Remo (Leão de Belém) e o S. Francisco (Leão de Santarém) se enfrentam no Baenão.
Estarei lá.
Nunca vi o S. Francisco jogar.
No jogo dos leões, é hora da onça beber água.
Remo, já classificado, quer confirmar sua colocação, na liderança do returno e assegurar a vantagem de dois resultados iguais no quadrangular.
Vamos ver.
Estarei lá.
Nunca vi o S. Francisco jogar.
No jogo dos leões, é hora da onça beber água.
Remo, já classificado, quer confirmar sua colocação, na liderança do returno e assegurar a vantagem de dois resultados iguais no quadrangular.
Vamos ver.
UPPs: mudanças devem começar a partir da formação do policial
Entrevista com Cel Robson Rodrigues/PMERJ
Policiais da UPP, que já estão no campo, têm agido de uma forma eficiente com base nesse novo paradigma?
Isso. Então a gente pega esses policiais talentosos, que estão fazendo a diferença, não só oficiais, mas também o soldado, para ter essa identificação, pois ele vai falar com o próprio soldado que está entrando. Semana passada nós nos reunimos com o comandante do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cefap) para traçarmos uma estratégia a partir dessas observações. Então são mudanças que vamos fazendo a partir dessas percepções.
E existem outras pesquisas nesse sentido, como a da Fundação Getúlio Vargas. Então isso nos dá a possibilidade de comparar UPP com UPP. Através desses números que são coletados nas pesquisas, eu vou tentar entender ou tentar pelo menos identificar alguns fatores que possam ter correlação com o que foi positivo em uma e nem tão positivo na outra, de acordo com nossos objetivos. Nesse sentido também a pesquisa nos ajuda.
O senhor poderia citar um caso emblemático desta transformação?
A própria major Priscila, então capitão Priscila, como primeira comandante de uma UPP, em conversas com a gente, sempre dizia que não queria ir para UPP. Hoje, o comando de UPP é voluntário, isso eu estabeleci depois que assumi, e ela nunca quis por causa dessas representações. Ela foi por causa do nosso sistema hierárquico. As primeiras semanas para ela foram traumáticas. E ela tinha razão para sentir isso, porque alguns anos antes, ela havia sido sequestrada por criminosos e levada para uma favela. Quando conseguiu se desvencilhar e fugir, se escondeu em uma casa e os moradores não auxiliaram, pelo contrário, a expulsaram da casa com vassouradas e ela foi recapturada pelos bandidos e quase morreu. Numa segunda tentativa, ela conseguiu fugir.
Então ela tinha toda essa animosidade, essa falta de disposição para lidar com aquele que para ela representava o seu algoz, o seu adversário. A partir daí, ela começou a ter uma possibilidade de entender as dinâmicas das comunidades. Ela mesma se transformou, ela transformou as suas representações e começou a gostar daquilo e entendeu que não podia generalizar. E ela se transformou de uma forma intuitiva, porque não existia nenhum programa de formação para isso. Não estava no manual, porque ela foi a primeira.
E este manual já existe?
Hoje nós temos uma sistematização. A gente não está fechando o manual, mas temos os princípios, as orientações e temos essa metodologia aberta com a pedagogia que a gente propõe ser a mais criativa possível. Hoje, nas ações, a gente pode encontrar certo padrão, mas não queremos fechar para não cercear a criatividade individual, o entendimento, a percepção. A gente não pode ter um manual que seja uma camisa de força para a criatividade individual.
A UPP social é urgente para o processo todo dar certo?
Certamente, é um parceiro interessante, mas que ainda está no campo conceitual. Estamos trabalhando, toda sexta-feira temos implantação de UPP social e acredito que em outubro vai haver uma implantação simultânea. A lógica da UPP social vai ao encontro dos nossos objetivos: fazer com que o Estado, que nunca teve legitimidade nesses lugares, se torne presente e ganhe legitimidade.
Antes o Estado chegava como invasor e as políticas públicas não chegavam, ou quando chagavam eram colocadas de uma forma verticalizada, impostas. Então é também estimular a participação democrática para que esse capital social, que varia de comunidade para comunidade, cresça. No processo, a voz das comunidades tem que estar presente.
Policiais que receberam indevidamente Bolsa Formação (PRONASCI) devolverão dinheiro
Falhas em cursos de capacitação dão prejuízo de R$ 5 milhões ao governo
O projeto Bolsa-Formação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), carro-chefe do governo federal no combate à violência, repassou indevidamente recursos a cerca de 3 mil profissionais em todo o país. Policiais, bombeiros, agentes penitenciários e peritos receberam o benefício mensal de R$ 443 como incentivo para fazerem cursos virtuais de capacitação, mesmo sem atender às condicionalidades impostas pelo projeto — como o teto salarial de R$ 1,7 mil ou estar em atividade na área da segurança. A quantia embolsada ilegalmente entre 2008 e 2011 chega a R$ 5 milhões — valor que agora o Ministério da Justiça, gestor do Pronasci, tenta receber de volta.
Ofícios começaram a ser expedidos neste mês aos profissionais solicitando a devolução dos recursos repassados indevidamente. Eles terão 60 dias para questionar a cobrança. Se decidirem quitar os débitos, poderão parcelar. Caso se recusem a ressarcir os cofres públicos, serão acionados judicialmente, via Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. A secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Mikki, não acredita que será preciso chegar a tal ponto. “Creio que, na maior parte dos casos, os profissionais receberam de boa-fé, achando que poderiam receber. Pode ser um policial que tenha morrido, por exemplo. Essa família vai ser convidada a devolver o que foi repassado”, diz.
http://abordagempolicial.com/2012/03/policiais-que-receberam-indevidamente-bolsa-formacao-pronasci-devolverao-dinheiro/
A identidade policial

Cel Robson Rodrigues/PMERJ
Existe uma crise de identidade dos policiais?
Pois é. A imagem do policial, ou a representação do policial que é construída na sociedade ocidental a partir da indústria cultural, da indústria cinematográfica, é a do policial viril, do conhecedor de armas, do cara que tem uma capacidade física muito grande. Então essa coisa de verbalizar, de mediar, não faz parte dos elementos que formam a imagem do policial na sociedade ocidental.
E essa imagem não faz parte da formação do policial nesse momento?
Isso. E o que acontece é que quando se entra para a polícia muitas vezes já tem isso em mente, porque aquela imagem faz parte do atrativo. E ainda tem um problema, porque estamos em uma transição, não chegamos num paradigma já definido, estamos saindo de um paradigma e tentando criar outro. Há uma crise e nessa crise existem esses conflitos.
A própria formação no Centro de Formação de Praças é um exemplo disso. Os currículos são pertinentes, adequados à filosofia da polícia de proximidade, dos direitos humanos, mas o discurso dos próprios instrutores, aí eu estou incluindo o não verbal, quando são carregados de representações preconceituosas, destrói esse trabalho e pode de alguma forma contribuir para essa percepção que a gente encontrou lá nessas pesquisas.
Então hoje estamos levando toda essa realidade que coletamos por meio dos nossos comandantes de UPP. Nós os tornamos instrutores e eles estão atuando lá no centro de formação de praças, compartilhando a sua experiência prática, o seu conhecimento, os erros e os acertos. Estamos chamando esses policiais de “grupo de talentos”, isto é, policiais que canalizaram essa nova estratégia e filosofia para as suas práticas.
As suas práticas positivas, o seu retorno e a sua eficiência são medidos através dos indicadores que desenvolvemos aqui para a polícia pacificadora. Nós vamos mostrar essa diferença, no sentido da mudança de um paradigma anterior para esse paradigma de proximidade. Assim é que construímos o nosso discurso para lutar contra os discursos contrários, na arena simbólica onde a identidade do policial é formada.
PROERD

Objetivos
O
Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência objetiva dotar jovens
estudantes de informações e habilidades necessárias para viver de
maneira saudável, sem drogas e violência.
Secundariamente se propõe:
-
Emponderar jovens
estudantes com ferramentas que lhes permitam evitar influências
negativas em questões afetas às drogas e violência, promovendo os
fatores de proteção e suas habilidade de resistência.
-
Estabelecer relações
positivas entre alunos e policiais militares, professores, pais,
responsáveis legais e outros líderes da comunidade escolar.
-
Permitir aos
estudantes exergarem os policiais militares como servidores,
transcendendo a atividade de policiamento tradicional e estabelecendo um
relacionamento fundamentado na confiança e humanização.
-
Estabelecer uma linha de comunicação entre a Polícia Militar e o público infanto-juvenil.
-
Replicar informações e Políticas Públicas relacionadas à prevenção de drogas e violência.
-
Abrir um diálogo pernamente entre a "Escola, a Polícia Militar e a Família", para discutir questões correlatas ao eixo drogas.
Fonte: PMMG
Ministério da Justiça desiste de instalar as UPPs
Segurança Pública ::
A construção das 218 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em Minas
Gerais, amplamente anunciada no fim de 2010 pelo governo federal, é mais
um projeto de prevenção da violência que sofreu baixa no Estado. O
Ministério da Justiça informou esta semana que a iniciativa foi, de
fato, cancelada, justamente no ano em que a criminalidade avançou no
Estado, com um aumento de 22% no número de homicídios só na capital
mineira. Atualmente, Belo Horizonte tem uma taxa de 30,65 assassinatos
para cada grupo de 100 mil habitantes. Em 2010, o índice era 25,1.
Segundo a assessoria de imprensa do ministério, o projeto foi suspenso também em outros Estados. Ao todo, 2.883 bases comunitárias estavam previstas no país. Só para Minas, estavam prometidos R$ 120 milhões de investimentos na instalação dos postos, entre 2011 e 2014, com recursos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC 2). A verba seria suficiente para beneficiar 40 municípios do Estado com unidades, que aqui foram batizadas de bases comunitárias.
A Polícia Militar chegou a traçar o mapa de instalação das bases. Das 218 unidades, 143 (65%) estariam na região metropolitana, sendo que a capital ficaria com a maior parte (67), seguida de Contagem (20) e Betim (14). No interior, os municípios que mais receberiam as UPPs seriam Uberlândia, no Triângulo Mineiro, com 12 postos, além de Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, e Juiz de Fora, na Zona da Mata, ambas com oito.
No entanto, o plano começou a perder força em janeiro de 2011, quando tomou posse o novo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. A assessoria de imprensa do ministério explicou que o atual titular da pasta optou por reformular o projeto, privilegiando postos de atendimento móvel, que são as viaturas de policiamento comunitário, e também o projeto "Crack, é preciso vencer", lançado no fim do ano passado.
http://www.jornalaraxa.com.br/noticias/?SESSION=noticias&PAGE=noticia&ID=2811
Foram prometidos R$ 120 milhões, mas Estado recebeu só R$ 5 milhões
Publicada em 29/3/2012
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Direção da Polícia Militar já tinha traçado mapa para instalação das unidades em todo o Estado.
Foto O Tempo Online
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Segundo a assessoria de imprensa do ministério, o projeto foi suspenso também em outros Estados. Ao todo, 2.883 bases comunitárias estavam previstas no país. Só para Minas, estavam prometidos R$ 120 milhões de investimentos na instalação dos postos, entre 2011 e 2014, com recursos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC 2). A verba seria suficiente para beneficiar 40 municípios do Estado com unidades, que aqui foram batizadas de bases comunitárias.
A Polícia Militar chegou a traçar o mapa de instalação das bases. Das 218 unidades, 143 (65%) estariam na região metropolitana, sendo que a capital ficaria com a maior parte (67), seguida de Contagem (20) e Betim (14). No interior, os municípios que mais receberiam as UPPs seriam Uberlândia, no Triângulo Mineiro, com 12 postos, além de Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, e Juiz de Fora, na Zona da Mata, ambas com oito.
No entanto, o plano começou a perder força em janeiro de 2011, quando tomou posse o novo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. A assessoria de imprensa do ministério explicou que o atual titular da pasta optou por reformular o projeto, privilegiando postos de atendimento móvel, que são as viaturas de policiamento comunitário, e também o projeto "Crack, é preciso vencer", lançado no fim do ano passado.
http://www.jornalaraxa.com.br/noticias/?SESSION=noticias&PAGE=noticia&ID=2811
ATÉ QUANDO SENHORAS E SENHORES? NÃO BASTA O QUE JÁ FOI FEITO DE ERRADO?
Faço essa pergunta ao
governo Dilma e aliados, aprovar leis que incentivam o consumo de drogas no
país é rentável, não é?
Não para nós, quem sabe agora sobra "algum" para ser criado um Fundo de Segurança Pública.
Votação para atender interesses da FIFA, federação que está mais suja que "fio de amarrar pato em tempo de chuva" e ainda, de empresas que vendem doenças para o brasileiro é rápido que se aprova. Senhores, vejam só, o que aconteceu, a venda de droga (álcool) foi autorizada pelo governo brasileiro dentro e fora dos estádios de futebol que serão palcos de jogos da Copa de 2014 no Brasil, é um evento esportivo onde a saúde e qualidade de vida deveriam ser intocáveis, mas não!
Ao contrário senso, seremos inundados de beberrões do mundo todo e teremos que aturá-los quietos, pois não devemos nos comportar como anfitriões desagradáveis.
Logo agora, que o brasileiro já estava se adaptando à abstinência da droga em eventos da mesma natureza, será regredir no que se foi conquistado. Agora a PEC 300?
Que poderia remunerar dignamente os agentes estaduais de Defesa Social de todo Brasil, agentes esses, que combatem diuturnamente com afinco e perspicácia o crime nas ruas e campos e criminosos que já se encontram encarcerados.
Aproveito o espaço para levar ao conhecimento de todos o atual e complexo conceito de Policial Militar: "Agente Estadual de Segurança Social e Cidadania, Dotado de Restrições Orçamentárias por Ser Extremamente Prejudicado em Sua Remuneração. E o projeto do PEFRON (Policiamento em Fronteiras) que foi investido milhares em treinamento e equipamentos até agora não saiu do papel, nem se fala mais, o que houve? chafurdou?
Será que a Força Nacional é capaz sozinha de vigiar nossa fronteira?
Creio que não, continua passando tudo pelas fronteiras, armas, drogas, animais, riquezas naturais, crianças e mulheres traficadas com objetivo de serem exploradas sob todas as formas em outros países, etc. Não devemos mais aceitar calados o que está acontecendo conosco, principalmente aqui com a gente do Norte. Tá tudo bem, seremos mais um, a se posicionar contrariamente, e daí ? Daí que são de pequenos passos que se percorre um longo caminho.
Por: Marcelo Machado.
Não para nós, quem sabe agora sobra "algum" para ser criado um Fundo de Segurança Pública.
Votação para atender interesses da FIFA, federação que está mais suja que "fio de amarrar pato em tempo de chuva" e ainda, de empresas que vendem doenças para o brasileiro é rápido que se aprova. Senhores, vejam só, o que aconteceu, a venda de droga (álcool) foi autorizada pelo governo brasileiro dentro e fora dos estádios de futebol que serão palcos de jogos da Copa de 2014 no Brasil, é um evento esportivo onde a saúde e qualidade de vida deveriam ser intocáveis, mas não!
Ao contrário senso, seremos inundados de beberrões do mundo todo e teremos que aturá-los quietos, pois não devemos nos comportar como anfitriões desagradáveis.
Logo agora, que o brasileiro já estava se adaptando à abstinência da droga em eventos da mesma natureza, será regredir no que se foi conquistado. Agora a PEC 300?
Que poderia remunerar dignamente os agentes estaduais de Defesa Social de todo Brasil, agentes esses, que combatem diuturnamente com afinco e perspicácia o crime nas ruas e campos e criminosos que já se encontram encarcerados.
Aproveito o espaço para levar ao conhecimento de todos o atual e complexo conceito de Policial Militar: "Agente Estadual de Segurança Social e Cidadania, Dotado de Restrições Orçamentárias por Ser Extremamente Prejudicado em Sua Remuneração. E o projeto do PEFRON (Policiamento em Fronteiras) que foi investido milhares em treinamento e equipamentos até agora não saiu do papel, nem se fala mais, o que houve? chafurdou?
Será que a Força Nacional é capaz sozinha de vigiar nossa fronteira?
Creio que não, continua passando tudo pelas fronteiras, armas, drogas, animais, riquezas naturais, crianças e mulheres traficadas com objetivo de serem exploradas sob todas as formas em outros países, etc. Não devemos mais aceitar calados o que está acontecendo conosco, principalmente aqui com a gente do Norte. Tá tudo bem, seremos mais um, a se posicionar contrariamente, e daí ? Daí que são de pequenos passos que se percorre um longo caminho.
Por: Marcelo Machado.
Caravana do Pro Paz já fez 335 mil atendimentos no Marajó

Mais de 335 mil atendimentos e procedimentos já foram realizados em 37 dias de Caravana Pro Paz Cidadania Presença Viva em nove dos 16 municípios do Marajó.
Esses são os números divulgados pela coordenadora do Comitê Gestor do Pro Paz, Izabela Jatene, que visitou na manhã desta quinta-feira (29) as instalações da Caravana na cidade de Breves.
Izabela percorreu todas as unidades móveis onde são prestados os atendimentos de saúde e as dependências da Escola Santo Agostinho, onde estão concentrados os serviços de emissão de documentos e os demais oferecidos pela caravana. Além de agradecer aos mais de 200 servidores que fazem a Caravana desde o dia 25 de fevereiro, quando teve início a jornada no município de Ponta de Pedras, Izabela fez questão de cumprimentar as pessoas que aguardavam sua vez no atendimento. “A caravana é um grande desafio para a equipe de servidores que acompanha, para o município que recebe um programa desse porte e principalmente para a população que vem de canoa, no barco do vizinho, em busca de atendimento. Nossa maior felicidade é garantir o atendimento básico e cidadania que toda a população do Pará merece”, destacou.
Izabela Jatene também fez um apelo às pessoas do Marajó que ainda não possuem o registro civil de nascimento, para que procurem a Caravana Pro Paz para retirar o documento. O Programa Estadual de Erradicação do Sub-registro Civil foi lançado em 2004, uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social (Seas), Pro Paz e Defensoria Pública do Estado. Durante a Caravana estão sendo emitidas primeira e segunda vias do documento. “No estado do Pará ainda existem muitas crianças que não têm o registro de nascimento. Eu faço um apelo que as mães e os pais tragam seus filhos porque a Caravana está oferecendo esse serviço totalmente gratuito”.
Outro ponto observado pela coordenadora do Pro Paz foi a emissão de documentos: registro de identidade, carteira de trabalho e CPF, serviços bastante procurados nesse primeiro dia de ação no município de Breves. “Muitos jovens estão procurando a Caravana para tirar pela primeira vez carteira de identidade a sua primeira carteira de trabalho, o CPF. É uma oportunidade única e a população está correspondendo vindo até aqui”, observa.
A Caravana Pro Paz ainda vai percorrer mais oito municípios do Marajó: Anajás, Gurupá, Afuá, Chaves, Santa Cruz do Arari, Cachoeira do Arari, Soure e Salvaterra. A prioridade para o Marajó se dá por conta do baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e também por ser a região com menor renda per capita anual. “Por determinação do governador a Caravana teve início no Marajó, prioridade para quem precisa de prioridade”, explica.
Izabela Jatene anunciou que a próxima região a receber a Caravana Pro Paz Presença Viva é o baixo amazonas e que a ação será anual. “Ano que vem a população já pode esperar nesse mesmo período o retorno das equipes”, afirmou.
Texto:
Danielle Ferreira - Secom
Espia só!
Fazer a barba, para mim, é um martírio diário.
Mas, faz parte dos chamados ossos do ofício.
Mesmo que tivesse começado desde tenra idade, como o meu amiguinho, talvez ainda não estivesse acostumado.