Garantido é o boi campeão do 46º Festival Folclórico de Parintins (AM).
O Garantido, com o tema 'Miscigenação', venceu o Festival com 1.258,8 pontos, contra o Caprichoso, que obteve 1.258,6.
Independente é o primeiro time do interior a ser campeão no Pará
Redação 24 Horas News
Solta o hino do Independente! Pela primeira vez em 103 anos de campeonato paraense, a taça Açaí vai para um time do interior do Estado. E o campeão da vez foi um time que, ainda neste ano, mudou de sede, de presidência e conseguiu se classificar para a fase elite do Parazão. O Independente fez mais que o 'Expresso 222', empatando o jogo no tempo normal por 3 x 3 e vencendo por 3 a 0 nos pênaltis.
Solta o hino do Independente! Pela primeira vez em 103 anos de campeonato paraense, a taça Açaí vai para um time do interior do Estado. E o campeão da vez foi um time que, ainda neste ano, mudou de sede, de presidência e conseguiu se classificar para a fase elite do Parazão. O Independente fez mais que o 'Expresso 222', empatando o jogo no tempo normal por 3 x 3 e vencendo por 3 a 0 nos pênaltis.
Aliás, o adversário do Galo Elétrico, representante de Tucuruí, foi o então bicampeão paraense e segundo maior detentor de títulos estaduais no Brasil, com 44 taças conquistadas. O Paysandu começou o jogo bem, fez 1 a 0, levou a virada para 3 x 1 ainda no primeiro tempo e chegou ao empate aos 44 minutos do segundo tempo.
Assim, o Independente entrou no seleto grupo de clubes que já conquistaram o campeonato paraense. Ao todo, somente cinco clubes conseguiram este feito, são eles: Paysandu (44 títulos), Remo (42), Tuna (10), União Sportiva (2) e Independente (1).
Assim, o Independente entrou no seleto grupo de clubes que já conquistaram o campeonato paraense. Ao todo, somente cinco clubes conseguiram este feito, são eles: Paysandu (44 títulos), Remo (42), Tuna (10), União Sportiva (2) e Independente (1).
PMs de UPP são alvo de ataque com granada em morro do Rio
- FLÁVIO ARAÚJO
Homens armados com granada e fuzil cercaram três policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Fallet Fogueteiro no Morro da Coroa, no Centro do Rio de Janeiro, por volta de 16h deste sábado.
Os policiais averiguavam uma denúncia, mas teriam sido atraídos para uma cilada. No momento do ataque, os bandidos jogaram uma granada contra os policiais que se jogaram no chão. Dois ficaram feridos pelos estilhaços, e o terceiro teve a perna decepada por tiros de fuzil. Ele terá a perna amputada e foi transferido para o Hospital Souza Aguiar.
Após a emboscada, os policiais foram socorridos e levados para o Hospital Geral da Polícia Militar. Assim que recebeu os relatos dos policiais feridos, o comando do 1º BPM (Estácio) enviou reforços e iniciou operação no morro para tentar encontrar os responsáveis. Houve troca de tiros intensa durante duas horas, das 16h30 às 18h30.
Até o momento, há registro de um menor baleado, que foi internado no Hospital Souza Aguiar. Segundo policiais, ele teria sido atingido na troca de tiros e supostamente estaria envolvido com os agressores dos policiais.
No início da noite, um caveirão e uma equipe do Batalhão de Operações Especiais (Bope) teria atravessado o Túnel Santa Bárbara para acessar o outro lado do morro e tentar cercar os bandidos fugitivos.
Homens da UPP São Carlos foram convocados para dar suporte à operação.
Jornal O DIA
Colunista fala sobre a negatividade das notícias feita pela mídia
Cotidiano
Por Valcapelli
São Paulo, junho de 2011 - Neste ano de 2011, tive a oportunidade de participar da Ação Global Nacional, que ocorreu no Parque da Juventude, bairro do Carandiru, São Paulo. Pude presenciar mais de mil voluntários dedicando um dia das suas vidas em benefício da população. Segundo informações veiculadas pela emissora, foram atendidas 90 mil pessoas. Essas ações ocorreram simultaneamente na maioria dos estados brasileiros, proporcionando inúmeros benefícios ao povo de todo o país.
O clima era de paz, havia uma atmosfera de gratidão e solidariedade. Quem trabalhava na Ação demonstrava disposição e boa vontade, e as pessoas que procuraram os serviços estavam felizes. Presenciar tudo aquilo foi uma experiência gratificante para mim.
Enquanto tantas coisas boas aconteciam naquele sábado, os noticiários televisivos transmitiam eventos ruins, tais como: uma quadrilha do sul do país que roubou caixas eletrônicos; um carro que despencou numa depressão do quintal da casa, etc. A imprensa focalizou as ocorrências negativas, que envolveram apenas algumas pessoas. Tais fatos contrastavam com o que eu havia presenciado naquele evento que envolveu milhares de pessoas e só foi noticiado por aproximadamente trinta segundos e por uma só emissora de televisão. As demais redes nem o citaram.
Os eventos negativos são transmitidos e retransmitidos inúmeras vezes, bombardeando as pessoas que permanecem em suas casas. Isso propaga uma ideia de temor e negatividade, contagiando centenas de milhares de telespectadores, ao passo que as boas ações passam praticamente despercebidas pela grande maioria da população.
A televisão é uma espécie de janela para o mundo, no entanto, ela aponta para uma direção que não o resume. A todo momento acontecem coisas boas, mas infelizmente elas não se propagam.
Na ocasião do casamento do príncipe da Inglaterra, ocorrido recentemente, eu estava sentado numa padaria tomando o café da manhã, de frente a uma televisão. Uma cena forte estava sendo veiculada na emissora; tratava-se mais uma vez de um caixa eletrônico estourado, uma cena de violenta explosão, mas a destruição abrangia apenas alguns metros de diâmetro. A forma como foi captada a imagem fazia parecer um imenso campo de guerra. Imediatamente, essa imagem foi congelada e substituída pela cena de um corredor enorme com um suntuoso tapete vermelho de uma igreja da Inglaterra preparada para a entrada da noiva, a plebeia que se tornaria princesa.
Naquele momento, lembrei-me da comparação que uma amiga havia feito, há alguns anos, sobre a diferença entre o Brasil e a Suiça. “No Brasil” dizia ela, “as coisas ruins são noticiadas maciçamente: assaltos, criminalidades e outras barbaridades”. “Na Suiça não é assim; quando eu morava lá, saía de manhã e passava numa região onde ficavam muitos bancos, e via caixas eletrônicos que eram estourados durante a noite. Os jornais daqueles dias veiculavam os encontros dos representantes políticos, os acordos firmados para beneficiar a população. Hoje em dia, os terminais eletrônicos dos bancos Suíços são preservados e permanecem intactos”.
Já no Brasil, quanto mais um assunto é noticiado, mais aumenta a incidência de casos. Parece que os absurdos não acabam nunca. De fato, eles acontecem e sempre aconteceram, mas nunca foram noticiados com tanta frequência nem apavoraram tanto a população, que fica olhando o mundo pela “janela televisiva”.
Vale lembrar que o mundo não é só esse campo de tragédia onde verdadeiras batalhas são travadas para se permanecer vivo. O mundo também é um “jardim” onde ocorrem encontros, pessoas são felizes, estão se relacionando, namorando; existe amizade e não apenas traição, vingança e jogos de interesses como nas tramas das novelas.
Talvez pareça assustador viver no mundo que a televisão, mas interagir com a população em ocasiões agradáveis, participar ao vivo dos fatos, isso sim resume a mágica experiência da vida. Quando presenciamos os acontecimentos bons, vibramos com eles, manifestamos os sentimentos mais agradáveis da vida, que “explodem do peito” numa sensação de felicidade, que poderia ser expressa com esta frase: “Como é bom viver neste mundo”.

Valcapelli
Autor do livro Amor Sem Crise e da série Metafísica da Saúde - na qual escreveu quatro volumes em parceria com Luiz Gasparetto -, Valcapelli é psicólogo, terapeuta holístico e pesquisa sobre as condições internas responsáveis pela preservação do corpo.
Independente perto de um grande feito no futebol
Com um time equilibrado em mãos e com bem menos problemas que teve em partidas anteriores, Sinomar Naves vem confiante para Belém, esperando sagrar-se bicampeão do Parazão – conquistou o título pelo próprio Paysandu, em 2005. Para isso, contará com um goleiro seguro, que lidera o time dentro de campo, protagoniza verdadeiros milagres debaixo das traves e ainda sabe armar jogadas – na final do returno, lançou uma bola que caiu certeira nos pés do oportunista Wegno, que marcou o gol do título da equipe.
O arqueiro citado é Dida, que mais uma vez foi bem no primeiro jogo da decisão, em Tucuruí, sendo vencido apenas por uma contusão – já sarada – no abdômen, que acabou impossibilitando-o de agarrar a defensável falta de Mendes no gol de empate bicolor. A dupla de zaga, composta por Adísson e Guará, simplesmente anulou os atacantes do Papão no Navegantão, e espera repetir a dose logo mais. Os laterais Lima (D) e Fábio Gaúcho (E) são peças vitais na maior arma da equipe, que são os contra-ataques em velocidade, sobretudo pelos lados do campo.
O ponto forte do Galo Elétrico é seu meio de campo, com os volante Silva e Pará em grande fase e os maestros Gian e Marçal bem entrosados, jogando por música. O ataque talvez seja o calcanhar de Aquiles do time, que sente a falta de Marcelo Peabirú (machucado), o camisa 9 do time. Mas Joãzinho e Wegno, e até o próprio Kafú, que poderá começar jogando, transbordaram empenho nos treinamentos e farão de tudo para não desapontarem o ‘professor’.
“Confio no meu grupo e lutaremos até o fim por esse título inédito. Esse negócio de ‘camisa pesada’(Paysandu) e ‘síndrome de amarelão’ não existem: na hora do jogo são onze contra onze e que vença o melhor”, frisa Sinomar Naves.
(Diário do Pará)
Ser independente é coisa do destino
Quero lhes contar uma coisa.
Aos 18 anos, passei num concurso público do Estado do Pará e fui trabalhar na Segup (Secretaria de Estado de Segurança Pública).
Aos 19 anos, fui fazer o Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar, na Academia do Barro Branco, em São Paulo, por aprovação em concurso público da minha corporação.
O que eu quero dizer é que desde muito jovem eu sou INDEPENDENTE.
Por isso, estarei, hoje, colado na telinha da TV CULTURA - canal 2, a partir das 16h00 para torcer por aquilo que sempre fui:
- Independenteeeeeeeee!!!!
Vamulá, Galo Elétrico!
Percebam que não falei mal de ninguém (rs).
Aos 18 anos, passei num concurso público do Estado do Pará e fui trabalhar na Segup (Secretaria de Estado de Segurança Pública).
Aos 19 anos, fui fazer o Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar, na Academia do Barro Branco, em São Paulo, por aprovação em concurso público da minha corporação.
O que eu quero dizer é que desde muito jovem eu sou INDEPENDENTE.
Por isso, estarei, hoje, colado na telinha da TV CULTURA - canal 2, a partir das 16h00 para torcer por aquilo que sempre fui:
- Independenteeeeeeeee!!!!
Vamulá, Galo Elétrico!
Percebam que não falei mal de ninguém (rs).
Divisão do Estado
Será que esse negócio de dividir o Pará vai pegar?
Temos que começar a nos informar para ter opinião própria. E ética.
De olho nos interesses escusos e nos oportunistas de plantão.
Temos que começar a nos informar para ter opinião própria. E ética.
De olho nos interesses escusos e nos oportunistas de plantão.
A caserna fora do sério
CURSO
Como sempre falava "abobrinha com amendoim" (bobagens), o capitão Pedro não deixou de se manifestar durante uma aula do Curso de Desenvolvimento de Dirigentes. Para não fugir da rotina, foi duramente criticado por alguns companheiros da turma.Ele não gostou nada disso. Levantou-se de sua carteira escolar e – aborrecido com os deboches - dirigiu-se à turma:
- Ô, pessoal, se tem alguém aqui que se acha muito inteligente, não deveria estar fazendo o CAO (Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais) e sim o CSP (Curso Superior de Polícia)!
Acompanhando seu raciocínio, outro colega se pronunciou:
- Mas, rapaz, se for nesse sistema, você vai descer para o CPM (Colégio da Polícia Militar)!
Mulheres policiais militares dançando
As policiais militares femininas que aparecem no vídeo fazem parte das primeiras turmas de mulheres da PMPA.
No palco do Cine Olímpia (o mais antigo do Brasil em atividade), elas mostraram que estão em plena forma.
Em 2012, a primeira turma de mulheres vai comemorar os 'TRINTA ANOS DA PRESENÇA FEMININA NA PMPA".
O Estado-Maior Estratégico da corporação fez disso um projeto que cuidará da melhoria das instalações físicas dos aquartelamentos e ainda da qualidade de vida das policiais em nossa instituição.
Veja o vídeo:
No palco do Cine Olímpia (o mais antigo do Brasil em atividade), elas mostraram que estão em plena forma.
Em 2012, a primeira turma de mulheres vai comemorar os 'TRINTA ANOS DA PRESENÇA FEMININA NA PMPA".
O Estado-Maior Estratégico da corporação fez disso um projeto que cuidará da melhoria das instalações físicas dos aquartelamentos e ainda da qualidade de vida das policiais em nossa instituição.
Veja o vídeo:
PM recebe orientações para o atendimento à pessoa com deficiência
Cartilha prevê itens como convivência, atendimento, conceitos, legislação e comunicação
São Paulo/SP - O conteúdo da cartilha foi cuidadosamente estudado, fruto da participação e entrevistas com policiais militares, especialistas da área e especialmente pessoas com deficiência. Estes segundo o CENSO 2000 já ultrapassou 14,5 da população brasileira.
Além de dicas de convivência e atendimento, conceitos e legislações pertinentes, a cartilha apresenta noções básicas de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), bem como dicas para o transporte de cadeirante para evitar agravamento de lesões.
O trabalho foi desenvolvido com o apoio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo, Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo e entidades ligadas ao atendimento à pessoa com deficiência situadas na região da Vila Mariana da capital (AACD, APAE, DERDIC e Lar Escola São Francisco), bem como do interior do Estado.
O material didático de acesso a todos os policiais militares tem sido objeto de instrução e treinamento nos cursos de formação, aperfeiçoamento, especialização e estágios aos policiais militares, a fim de capacitá-los e especializá-los cada vez mais para o atendimento com excelência e qualidade nos serviços prestados à sociedade, com fiel respeito e dignidade a pessoa humana, concebendo a Polícia Militar do Estado de São Paulo como uma Instituição amiga, eficiente e presente nas questões de responsabilidade social.
http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=215197
Polícia Militar lança Setor 3 através do policiamento comunitário em Oriximiná
Fazem parte do novo setor os bairros de Santa Luzia, Nossa Senhora de Fátima e Novo Horizonte
Por Alberto Juliê
O barracão comunitário do bairro de Santa Luzia foi pequeno para receber a população, que fez questão de prestigiar o lançamento de mais uma etapa do programa de policiamento setorizado. A cerimônia ocorrida na noite de 14 de junho, oficializou o setor 3 e contou com a presença do alto comando da 12ª CIPM, além do presidente da Câmara de Vereadores, Neto Andrade.
O zoneamento de polícia comunitária funciona com um policial de referência em cada setor, e este policial é o elo entre a polícia e a comunidade. Ao invés de utilizar o sistema convencional para fazer reclamações ou denuúncias, o cidadão aciona diretamente o policial, pessoalmente ou por celular, e faz suas reivindicações. No setor 03, o policial de referência é o sargento Pinheiro, que antes foi enviado a Santarém para participar de cursos e obter mais conhecimentos sobre policiamento comunitário.
Pinheiro se disse lisonjeado por ser escolhido pelo comando para exercer a função. “Sinto-me orgulhoso e espero retribuir de forma positiva essa missão. Estamos à disposição da população. Vamos conversar e ouvir atentamente as reivindicações dos moradores para buscar solucioná-las”, afirmou.
O coordenador comunitário de Santa Luzia, Arnaldo Gato, disse que a expectativa é grande, e todos os moradores agora pretendem combater pesadamente os casos de desordem ocorridos durante a noite pelas ruas do bairro. “Temos muitos problemas com relação à segurança pública, mas estaremos trabalhando ao lado do sargento Pinheiro nessa empreitada para melhorar essa situação”, prometeu Arnaldo.
Conselho Comunitário de Segurança e Cidadania do Tapanã terá eleição neste sábado
Amanhã, 25 de junho (sábado), das 09 as 17h00, na UMS TAPANÃ terá a eleição do CONSEG TAPANÃ.
Duas chapas estão inscritas:
Chapa UM - Dona NIZOCA
Chapa DOIS - Dona ARACÉLIA.
Durante mais de um mês, as duas chapas fizeram intensa campanha.
Estão aptas a participar do pleito 80 entidades, onde irão votar 3 delegados por entidade.
Compareça!
PEDRINHO TAPANÃ - Coordenador da Comissão Eleitoral
Duas chapas estão inscritas:
Chapa UM - Dona NIZOCA
Chapa DOIS - Dona ARACÉLIA.
Durante mais de um mês, as duas chapas fizeram intensa campanha.
Estão aptas a participar do pleito 80 entidades, onde irão votar 3 delegados por entidade.
Compareça!
PEDRINHO TAPANÃ - Coordenador da Comissão Eleitoral
Polícia alemã usa Facebook para identificar infratores ao volante
Onde você estava naquele dia em que seu carro foi fotografado pela polícia em alta velocidade?
A polícia alemã está se valendo do Facebook para identificar motoristas que andam em velocidade excessiva. Os policiais estão comparando as fotos dos motoristas flagrados pelos aparelhos de radar com as dos perfis dos donos dos veículos, presentes na rede social. Na Alemanha, as multas por infrações de trânsito só podem ser legalmente emitidas se o motorista for claramente identificado e muitos contraventores costumam negar que estivessem ao volante no momento em que seus carros foram flagrados. O Facebook acabou transformando-se numa ferramenta “tira-teima”, desmascarando quem tenta escapar da punição alegando não ser o motorista fotografado.
Na vizinha França, as multas são aplicadas diretamente aos proprietários dos carros, mesmo que não sejam eles quem os conduzam. Mas os policiais franceses têm flagrado casos de infrações diretamente pela internet, mais precisamente pelo YouTube. Vários motoristas e motociclistas exibicionistas, que gostam de postar vídeos com suas façanhas ao volante, já foram identificados por investigadores, pelo endereço de seus computadores. No mês passado, um motociclista de Pas de Calais foi condenado a seis meses de prisão com base nas provas que ele mesmo havia produzido e colocado na web.
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Na vizinha França, as multas são aplicadas diretamente aos proprietários dos carros, mesmo que não sejam eles quem os conduzam. Mas os policiais franceses têm flagrado casos de infrações diretamente pela internet, mais precisamente pelo YouTube. Vários motoristas e motociclistas exibicionistas, que gostam de postar vídeos com suas façanhas ao volante, já foram identificados por investigadores, pelo endereço de seus computadores. No mês passado, um motociclista de Pas de Calais foi condenado a seis meses de prisão com base nas provas que ele mesmo havia produzido e colocado na web.
"Pará não é terra sem lei", diz delegado da Polícia Civil
"Quase 90% das reclamações são direcionadas ao Incra"
Um dos principais cenários de conflitos agrários do país, o Pará foi palco no último mês de quatro novos casos de assassinatos de trabalhadores rurais. Em uma década, o estado registra 219 homicídios no campo, com apenas quatro condenações. Apesar das estatísticas, o diretor de Polícia do interior do estado, delegado Sílvio Cézar Batista, defendeu hoje (22) a atuação do governo local no enfrentamento da violência agrária.
“Me preocupa a estigmatização do estado, parece que lá é uma terra sem lei, uma fronteira sem controle. E não é. O Pará tem buscado avançar, criar condições para que a pressão no campo diminua”, disse o delegado em audiência pública no Senado. Batista estava representando o secretário de Segurança Pública do Pará, Luiz Fernandes Rocha.
Segundo Batista, o estado criou varas agrárias, colocou as polícias em campo e criou três delegacias especializadas em crimes no campo. No entanto, para o delegado, a responsabilidade não pode ser apenas do estado.
“Criticar é muito fácil, é simples transferir a responsabilidade para terceiros, mas é preciso chegar a uma solução de fato. É importante que se avaliem o papel de todas as instituições envolvidas nesses conflitos. Quase 90% das reclamações são direcionadas ao Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária], por que o estado tem que ser apontado com o principal culpado?”, questionou.
Batista reconheceu que enquanto não houver um cenário estável de regularização fundiária, será “impossível controlar a tensão” nas regiões de conflito. No entanto, o diretor relativizou os números de conflitos agrários no estado e disse que nem sempre um crime que ocorre em área rural está necessariamente vinculado a questões ligadas à terra. (ABr)
“Me preocupa a estigmatização do estado, parece que lá é uma terra sem lei, uma fronteira sem controle. E não é. O Pará tem buscado avançar, criar condições para que a pressão no campo diminua”, disse o delegado em audiência pública no Senado. Batista estava representando o secretário de Segurança Pública do Pará, Luiz Fernandes Rocha.
Segundo Batista, o estado criou varas agrárias, colocou as polícias em campo e criou três delegacias especializadas em crimes no campo. No entanto, para o delegado, a responsabilidade não pode ser apenas do estado.
“Criticar é muito fácil, é simples transferir a responsabilidade para terceiros, mas é preciso chegar a uma solução de fato. É importante que se avaliem o papel de todas as instituições envolvidas nesses conflitos. Quase 90% das reclamações são direcionadas ao Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária], por que o estado tem que ser apontado com o principal culpado?”, questionou.
Batista reconheceu que enquanto não houver um cenário estável de regularização fundiária, será “impossível controlar a tensão” nas regiões de conflito. No entanto, o diretor relativizou os números de conflitos agrários no estado e disse que nem sempre um crime que ocorre em área rural está necessariamente vinculado a questões ligadas à terra. (ABr)
IBGE divulga o mapa da miséria no Brasil
Do Blog do Parsifal
Os dados do IBGE, do censo de 2010, revelaram que 8,5% da população brasileira vive com até R$ 70,00 por mês.
Estes dados balizaram o programa “Brasil sem miséria”, maior programa social da atual presidente da República, que visa alcançar 16,3 milhões de pessoas.
Em números absolutos, o Pará é o quarto estado com maior contingente de miseráveis no Brasil, com 1.432.188 pessoas vivendo com até R$ 70,00 ao mês.
Abaixo o quadro, publicado pelo IBGE, com a posição de todos os estados. A Bahia é o estado com mais miseráveis do Brasil.
Crianças aprendem a dizer não às drogas em Santarém
Um auditório lotado com 558 crianças santarenas que aprenderam a dizer não às drogas. Foi com esse cenário que o governador Simão Jatene participou na manhã desta terça-feira (21), da cerimônia de formação de crianças e adolescentes que fazem parte do Programa Nacional de Resistência às Drogas (Proerd).
O programa, que tem duração de quatro meses, é ministrado por policiais militares devidamente selecionados e capacitados, que uma vez por semana saem da rotina pesada das ruas e vão para as salas de aula. “Nós vamos para as escolas públicas e falamos sobre o que os estudantes devem fazer para evitar a aproximação com as drogas. Mostramos que elas devem se esforçar para sempre fazer o melhor e buscar o melhor”, disse o soldado Alci Cunha, que participa há três anos do projeto.
Durante a cerimônia, o governador teve uma conversa descontraída com os estudantes. Parabenizou todos os envolvidos no programa, vestiu a camisa do projeto e cantou junto com centenas de meninos e meninas o hino dos “Proerdianos”. “Só tenho a agradecer aos diretores, policiais, professores, alunos e familiares que são responsáveis pelo sucesso desse projeto maravilhoso”, afirmou o governador.
O comandante geral da Polícia Militar, coronel Mário Solano, anunciou que o Proerd no Pará já faz parte do orçamento da Polícia Militar e que o objetivo do governo é expandir e fazer com que o programa cresça e capacite um número cada vez maior de crianças e adolescentes em todo o Pará.
Eucileida Souza, 10 anos, foi premiada por ter feito a melhor redação sobre o que aprendeu no programa. “Eu aprendi que devemos dizer não nas horas certas e sempre procurar boas companhias. Tudo que eu aprendi eu repassei para meus amigos e meus pais”.
Conteúdo
Os conteúdos do Proerd são desenvolvidos de forma dinâmica em grupos cooperativos. Nas aulas são realizadas atividades voltadas ao desenvolvimento das habilidades individuais para que a crianças e os jovens possam tomar suas decisões de forma consciente, segura e responsável. O programa também é direcionado à família, em um curso específico para pais ou responsáveis, durante um mês, uma vez por semana, com duração de duas horas cada encontro. O Proerd é nacional, no Pará já se faz presente em cinco municípios, entre eles, a pérola do Tapajós. O secretário de segurança pública, Luiz Fernandes, a coordenadora do Pró-Paz, Izabela Jatene, o vice governador Helenilson Pontes e a esposa do governador, Ana Jatene, também participaram da cerimônia.
O coordenador estadual do Proerd é o coronel Osmar Costa Júnior, da Polícia Militar do Pará..
O programa, que tem duração de quatro meses, é ministrado por policiais militares devidamente selecionados e capacitados, que uma vez por semana saem da rotina pesada das ruas e vão para as salas de aula. “Nós vamos para as escolas públicas e falamos sobre o que os estudantes devem fazer para evitar a aproximação com as drogas. Mostramos que elas devem se esforçar para sempre fazer o melhor e buscar o melhor”, disse o soldado Alci Cunha, que participa há três anos do projeto.
Durante a cerimônia, o governador teve uma conversa descontraída com os estudantes. Parabenizou todos os envolvidos no programa, vestiu a camisa do projeto e cantou junto com centenas de meninos e meninas o hino dos “Proerdianos”. “Só tenho a agradecer aos diretores, policiais, professores, alunos e familiares que são responsáveis pelo sucesso desse projeto maravilhoso”, afirmou o governador.
O comandante geral da Polícia Militar, coronel Mário Solano, anunciou que o Proerd no Pará já faz parte do orçamento da Polícia Militar e que o objetivo do governo é expandir e fazer com que o programa cresça e capacite um número cada vez maior de crianças e adolescentes em todo o Pará.
Eucileida Souza, 10 anos, foi premiada por ter feito a melhor redação sobre o que aprendeu no programa. “Eu aprendi que devemos dizer não nas horas certas e sempre procurar boas companhias. Tudo que eu aprendi eu repassei para meus amigos e meus pais”.
Conteúdo
Os conteúdos do Proerd são desenvolvidos de forma dinâmica em grupos cooperativos. Nas aulas são realizadas atividades voltadas ao desenvolvimento das habilidades individuais para que a crianças e os jovens possam tomar suas decisões de forma consciente, segura e responsável. O programa também é direcionado à família, em um curso específico para pais ou responsáveis, durante um mês, uma vez por semana, com duração de duas horas cada encontro. O Proerd é nacional, no Pará já se faz presente em cinco municípios, entre eles, a pérola do Tapajós. O secretário de segurança pública, Luiz Fernandes, a coordenadora do Pró-Paz, Izabela Jatene, o vice governador Helenilson Pontes e a esposa do governador, Ana Jatene, também participaram da cerimônia.
O coordenador estadual do Proerd é o coronel Osmar Costa Júnior, da Polícia Militar do Pará..
Governador Simão Jatene vestiu a camisa do PROERD, da Polícia Militar do Pará
O governador Simão Jatene compareceu à solenidade do PROERD como havíamos anunciado neste blog.
Da esquerda para direita: coronel Solano, comandante geral da PM; delegado Luiz Fernandes, secretário de Estado de Segurança Pública; Sra Ana Jatene, esposado governador do Estado; Simão Jatene, goverrnador do Pará; vice-governador do Estado; Izabela Jatene, coordenadora do Programa Pró-Paz.
Juramento: momento em que as crianças assumem o compromisso de não se envolverem com drogas e de multiplicarem os conhecimentos repassados pelos policiais militares na sala de aula.
Fotos: Fabrício Bassalo
Veja como foi a solenidade:
Autoridades que compareceram ao evento do Proerd, no auditório da ULBRA, em Sanatarém-PA.
Mesa oficialDa esquerda para direita: coronel Solano, comandante geral da PM; delegado Luiz Fernandes, secretário de Estado de Segurança Pública; Sra Ana Jatene, esposado governador do Estado; Simão Jatene, goverrnador do Pará; vice-governador do Estado; Izabela Jatene, coordenadora do Programa Pró-Paz.
Juramento: momento em que as crianças assumem o compromisso de não se envolverem com drogas e de multiplicarem os conhecimentos repassados pelos policiais militares na sala de aula.
Governador e esposa entregam prêmios às crianças da turma que se destacaram com as melhores redações.
O governador e sua esposa
vestem a camisa do PROERD
Fotos: Fabrício Bassalo
Oriximiná forma novas crianças proerdianas
Nesta manhã, o capitão Marcelo Ribeiro, comandante da Companhia Independente de Oriximiná-PA, fará a entrega dos certificados de 120 crianças formadas pelo PROERD (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência) naquele município.
No sábado (18), 120 novos proerdianos já haviam recebido seus certificados.
A solenidade de hoje complementa a certificação dos 240 alunos, que precisaram ser divididos em duas turmas, a pedido dos próprios familiares dos formando, para dar maior destaques às crianças.
Marcelo Ribeiro tem obtido total apoio do prefeito de Oriximiná, Luiz Gonzaga, para a consecução dos objetivos na prevenção primária e em todas as ações em parceria com o município.
O cabo Alderlan é o educador policial militar responsável pelo PROERD, na 12a. Companhia Independente.
No sábado (18), 120 novos proerdianos já haviam recebido seus certificados.
A solenidade de hoje complementa a certificação dos 240 alunos, que precisaram ser divididos em duas turmas, a pedido dos próprios familiares dos formando, para dar maior destaques às crianças.
Marcelo Ribeiro tem obtido total apoio do prefeito de Oriximiná, Luiz Gonzaga, para a consecução dos objetivos na prevenção primária e em todas as ações em parceria com o município.
O cabo Alderlan é o educador policial militar responsável pelo PROERD, na 12a. Companhia Independente.
Jatene inicia maratona de trabalho em Santarém
Amanhã (terça) o governador Simão Jatene continua a maratona de visitas, audiências e anúncios de obras que o governo do estado vai construir em Santarém.
Haverá a cerimônia de formatura do Proerd (programa educacional de resistência às drogas e a violência), o lançamento do programa municípios verdes, a instalação do sistema de integração agropecuária (Siapec) para emissão da guia de trânsito animal eletrônica (GTA) e cartão do produtor rural.
Jatene assinará, ainda, a autorização para a elaboração do projeto de construção do centro de convenções.
Fonte: O Estado do Tapajós
Fonte: O Estado do Tapajós
Proerd forma turma de 558 alunos em Santarém
O evento será no auditório da ULBRA, às 09 horas, em Santarém e contará com a presença do governador do Estado, Simão Jatene e do comandante geral da Polícia Militar do Pará, coronel Mário Solano.
O programa é pedagogicamente estruturado em lições, ministradas obrigatoriamente por um policial militar fardado; que além da sua presença física em sala de aula como educador social, propicia um forte elo de ligação na comunidade escolar em que atua, fortalecendo o trinômio: Polícia Militar, Escola e Família.
O Programa oferece, em linguagem acessível às faixas etárias que se direciona, uma variedade de atividades interativas com a participação de grupos em aprendizado cooperativo; atividades que foram projetadas para estimular os estudantes a resolverem os principais problemas na fase em que se encontram vivendo.
O coordenador estadual do Proerd, no Pará, é o coronel Osmar Costa Júnior, chefe do Estado-Maior Estratégico da Polícia Militar.
A Polícia Militar na ordem jurídica brasileira
Por Vladimir Passos de Freitas
A classe jurídica brasileira não reconhece a importância dos agentes da Segurança Pública. Os cursos de graduação em Direito ignoram o tema. Dissertações de mestrado e teses de doutorado são raríssimas. Congressos jurídicos não costumam convidar policiais para proferir palestras.
Apesar disto, a segurança é a principal preocupação dos brasileiros. Não será demais lembrar que “segundo estatísticas divulgadas recentemente, no Relatório Global sobre Assentamentos Humanos, do Programa das Nações Unidas (ONU) para Assentamentos Urbanos, 70% dos brasileiros se sentem inseguros”.[1] Portanto, há um descompasso entre o anseio por segurança, a relevância do tema e o reconhecimento que o Brasil dá ao assunto.
A Polícia Militar está entre os órgãos encarregados da Segurança Pública no Brasil. Figura expressamente nas Constituições Estaduais e também na Constituição Federal, cujo artigo 144 dispõe:
§ 5º — às polícias militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública; aos corpos de bombeiros militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil.
Segundo consta, o primeiro corpo policial assemelhado à atual PM teria sido criado pelo governador Dom Antonio de Noronha, e foi “no dia 9 de junho de 1775, o Regimento Regular de Cavalaria de Minas, em cujas fileiras foram alistados somente mineiros, que receberiam seus vencimentos dos cofres da Capitania”.[2]
Mas, para Fátima Pessoa, “a corporação mais antiga é a do Rio de Janeiro, a ‘Guarda Real de Polícia’criada em 13 de maio de 1809 por Dom João 6º, Rei de Portugal”.[3] A Bahia recebeu de D. Pedro I, em 1825, o seu “Corpo de Polícia”.
Em 1831, segundo relata Edilberto Neto, por iniciativa do Regente, Padre Feijó, “...foi criado o Corpo de Guardas do Rio de Janeiro, através de um decreto regencial, que também permitia que as outras províncias brasileiras criassem suas guardas, ou seja, as suas próprias polícias. E a partir de 1831, vários estados aderiram a ideia e foram montando suas próprias polícias”.[4]
E assim foi. Santa Catarina criou a sua “Força Policial” em 1835 e Goiás a “Força Policial de Goyas” em 1858. No entanto, a elas não se refere o Código de Processo Criminal do Império de 1932, no qual um juiz de Direito era o chefe de Polícia e Inspetores de Quarteirão as pessoas dedicadas à prisão dos criminosos (arts. 6º e 18).
Desenvolveram-se as PMs dos estados com nomes específicos, tendo ao lado grupamentos civis aos quais se dava o nome, regra geral, de “Guarda Civil”. Esta foi “concebida como as corporações policiais de estatuto civil da Europa, principalmente da Inglaterra, exercia todas as modalidades de policiamento, como o pedestre, o motorizado, a cavalo, de motocicleta etc. Atuava no trânsito, contava com uma força de controle de distúrbios (ou "choque") e a partir da década de 40 passou a operar o serviço de rádio-patrulha”.[5] No Paraná, ela foi criada no ano de 1911 e seus membros usavam elegantes uniformes azul marinho.
A PM tinha nomes diversos, como Força Pública em São Paulo. Existiam ainda outros grupamentos policiais, como a Polícia Marítima, a Polícia Florestal, prevista desde o Código Florestal de 1934 e a Polícia Rodoviária.
Durante o regime militar, todavia, colocou-se fim à autonomia estadual de disciplinar seus grupamentos policiais. Foram todos uniformizados, inclusive no nome, através do Decreto 667/69 e transformados em forças auxiliares, reserva do Exército. A única corporação que manteve o nome de origem foi a Brigada Militar do estado do Rio Grande do Sul.
A partir desta alteração legislativa, as PMs passaram a adquirir mais poder, em que pese a perda de autonomia à época do regime de exceção. Atualmente constituem um importante contingente da Segurança Pública nacional. Seu perfil alterou-se com o passar dos anos. Criaram-se unidades especializadas, algumas com grande sucesso, como a Polícia Ambiental, existente em nove estados.
Os soldos (salários) variam conforme a unidade da Federação. O DF é que melhor paga, certamente porque recebe subsídios da União. Em SP, o inicial varia conforme o local de trabalho, ficando entre R$ 1.613,12 e R$ 1.798,72. A busca do serviço público valorizou os concursos da PM. Atualmente a procura é maior e os cargos oferecidos não são apenas os de soldado ou oficial, mas também outros tantos, como os de natureza administrativa (v.g., psicólogos) ou até mesmo Capelões.[6]
Os candidatos a oficiais submetem-se a um curso de formação na Academia de Polícia, início obrigatório para o oficialato. No último concurso para oficiais da Bahia o aprovado no teste seletivo receberia uma bolsa de R$ 3.450,00 para o custeio na fase de estudos. No Mato Grosso do Sul, R$ 3.925,18.
Atualmente a maioria absoluta dos oficiais da PM é de bacharéis em Direito e muitos aprimoram-se nos estudos, inclusive através de mestrados e doutorados voltados para a área da Segurança Pública.
A PM não tem funções de Polícia Judiciária, já que sua missão constitucional é a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública. Não lhe cabe, portanto, realizar perícias, investigações ou lavrar autos de prisão em flagrante. Nada impede, contudo, que, tomando conhecimento de um crime de menor potencial ofensivo, encaminhem o Termo Circunstanciado ao juízo competente. Este não é um ato de Polícia Judiciária, mas de simples atividade administrativa, mero comunicado sem maiores consequências.
Sabidamente, vez por outra ocorrem conflitos entre a PM e a Polícia Civil. A rivalidade não é privilégio da Polícia, existe também no Ministério Público e no Poder Judiciário (Federal x Estadual). No entanto, na atividade policial ela se agrava em razão da proximidade das funções exercidas. Estuda-se, sem qualquer avanço significativo, a união destas polícias. As dificuldades são de toda ordem e ainda não surgiu um governador capaz de aproximá-las. Enquanto isto não acontece, espera-se que as lideranças de ambas tenham a necessária habilidade para contornar ou minimizar possíveis desavenças.
Em suma, este, em breve panorama, é o perfil da PM brasileira que, como as outras, precisa ser valorizada sob todos os aspectos, não apenas vencimentos condignos, mas também uma estrutura de trabalho condizente com a sua importância.
Barack Obama no Dia do Veterano
Citação de Barack Obama, há alguns, dias no "Memorial Day"( Dia do Veterano)
Dedicado àqueles que perguntam: "Para que servem os militares?"
"...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..."
Colaboração: tenente-coronel ALMÉRIO, da PMPA.
Dedicado àqueles que perguntam: "Para que servem os militares?"
"...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..."
Colaboração: tenente-coronel ALMÉRIO, da PMPA.
Um baiano em defesa do Pará grande como sempre foi
Por José Bonifácio Santos*
Sou baiano e digo sempre: a Bahia é o meu amor, o Pará minha paixão. Morei 16 anos nesse lindo e rico estado de: 1994 a 2010.
A impressão que eu tinha de Belém antes de conhecê-la, era que Belém fosse uma cidade com suas ruas em chão de barro, com onças e jacarés nas praças, casas de madeiras e uma pobreza absoluta. Quando cheguei a Belém; fiquei impressionado com suas lindas praças, sua culinária genuinamente brasileira, e com seu povo alegre e acolhedor. Na verdade: encontrei uma cidade linda, bem cuidada na época.
Minha primeira paixão paraense; foi o inesquecível SUCO DE CUPUAÇU, que degustei em uma sorveteria do Pará, chamada Cairú. Como todo recém chegado a um novo estado, cometi pequenas garfes: perguntei em frente a uma banca de tacacá, onde provaria das delicias do Pará: Tacacá, Pato no Tucupi , Açaí e outras.
Indicaram-me a praça de alimentação de uma grande rede de lojas chamada Yamada, dirigi-me até lá, comprei uma ficha para o Tacacá, peguei garfo e faca, e logo fui orientado pela simpática moça do caixa, que percebendo que eu não era paraense, ensinou-me que tais acessórios, não seriam necessários pois o tacacá se tomava na cuia.
Cheguei numa sexta-feira, e no sábado fui levado pelo meu diretor, para conhecer um lindo balneário chamado Mosqueiro. Como era mês de julho, rolava o Carna-Mosqueiro. A impressão que tive; era de que estava numa praia do Caribe cheia de baianos. Lindas morenas, vários trios, e tudo de bom.
Chegamos no bar: Asa-Delta, olhei aquele rio, que no momento julguei ser um mar, e perguntei para o meu diretor:
- Posso tomar banho nesse mar?
Ele disse: "Pode sim; só que não é mar, é rio e água é doce."
Ele disse: "Pode sim; só que não é mar, é rio e água é doce."
Não acreditei, pois nunca havia conhecido rios com ondas. Duvidei dele, que espertamente propôs-me uma aposta valendo duas grades de cerveja como era rio. Para me convencer mergulhei, tomei alguns goles de água da praia do Murumbira, fiquei maravilhado mais uma vez. No domingo, conhecei uma linda morena paraense, com quem vivo até hoje e tenho um filho.
O Pará é assim; como a Bahia, quem conhece se apaixona.
Conheci: Salinópolis, Bragança, Marudá, Algodoal, Barcarena, Almerim, Marabá e outros lugares maravilhosos do querido Pará. Os paraenses, em quase sua totalidade, desconhecem as riquezas desse imenso estado. Águas dos seus grandes rios e subsolos; ouro, cobre, ferro, bauxita, urânio, diamantes, pescado, e suas florestas riquíssimas em biodiversidades.
O Pará é naturalmente falando, o estado mais rico do Brasil.
O Pará é naturalmente falando, o estado mais rico do Brasil.
O paraense, precisa ter mais orgulho de sua terra. O Pará que em Tupi-Guarani significa: “Rio” deve sim; por parte do seu povo e de seus políticos, buscarem utilizar suas riquezas, em benefício do desenvolvimento de todos os paraenses, e não apenas; em benefício de alguns acionistas de empresas que exploram de forma injusta, as riquezas desse imenso e rico estado.
Estive em Marabá e conversando com algumas pessoas, percebi que em quase sua totalidade, querem a divisão do Pará em 3 estados. Eles não percebem que isso não resolverá o problema.
O problema do Pará, não está em seu tamanho, e sim na falta de um povo unido e comprometido em defender suas riquezas, escolhendo políticos que defenda “Com Unhas e Dentes”, o estado e seus cidadãos.
Temos estados no Brasil, que são pequenos em seu tamanho e grandes em sua pobreza. Minas Gerais, e São Paulo, são grandes e ricos. O Pará é um rico gigante acorrentado, trabalhando para o enriquecimento alheio.
Eu como baiano; apaixonado pelo Pará, não quero vê-lo dividido. E sim; imponente, grandioso, e rico. Com seu povo sendo beneficiado por suas imensas riquezas.
O Pará tem: as praias mais bonitas do Brasil de rios e de mar, as maiores riquezas naturais do planeta, a culinária genuinamente brasileira, os maiores rios, peixes de várias espécies, frutas deliciosas, mulheres lindíssimas, aeroporto moderno em sua capital, Centro de Convenções moderno “Hangar” Estação das docas, Mangal Das Garças, o Pará tem tudo.
Só falta visão política, para investimentos em infra-estrutura, visando atrair o ecoturismo, tão procurado no momento.
O Pará acolhe, maranhenses, piauienses, mineiros, “cariocas” que em Tupi-Guarani, significa: Casa de branco “Cari” branco e “Oca” casa.
O Pará faz parte do Brasil, como o Paraná de Foz do Iguaçu, como a Bahia do Paraguaçu, como São Paulo da Mooca, que em Tupi-Guarani significa; Casa De Parente “Mo” Parente “Oca” Casa. O Pará tem problemas como todos os outros estados desse nosso riquíssimo país tupiniquim. O Pará merece continuar grande como sempre foi.
Vamos acordar paraenses. Vamos despertar gigante adormecido. Não consigo entender como os paraenses são divididos. Um povo dividido é um povo fraco. Já um povo unido é um povo forte.
Cito o Pará em meu conto, postado no blog: www.livrobomgratis.blogspot. com de uma forma carinhosa e apaixonada.
Será que vamos chegar?
Tomei como meta e desafio chegar aos 117 mil acessos até domingo. Será que o SAIBA DAS COISAS vai conseguir?
Um abraço e meus agradecimentos a todos que prestigiam este blog.
Um abraço e meus agradecimentos a todos que prestigiam este blog.
Paraense que mora em Portugal lembra com saudade da pacata Belém
A leitora e dinâmica líder comunitária da Cidade Velha, dona Dulce Rocque, mandou trecho de uma mensagem que recebeu de uma amiga que hoje mora em Portugal.
"Integração do policial com a comunidade eu lembrei (não sei se tu lembras?) que na Cidade Velha isso acontecia! Posto Policial ficava na Dr. Assis próximo ao Palacete Pinho e nós, os moradores, conhecíamos os policiais pelo nome. Reclamávamos quando o Comissário ou Delegado eram substituídos quando já estavamos acostumados com eles e, minha mãe, por exemplo, mandava até um lanche para eles à noite (porque a delegacia funcionava!) para que eles não sentissem fome e ficassem acordados.
Isso acontecia mais ou menos em 1955! Os ladrões daquela época só roubavam galinha!"
Isso acontecia mais ou menos em 1955! Os ladrões daquela época só roubavam galinha!"
Programa de debates discutirá ao vivo a PEC 300.
Confirmado!
Programa Expressão Nacional Nesta terça feira, dia 21 de junho, às 21:00 na TV Câmara.
Com a participação de dois deputados, um advogado especialista em Direito Constitucional e o policial militar Fernando Almança, representando os policiais e bombeiros de todo o Brasil.
O programa também poderá ser visto pela internet no site:
http://www.camara.gov. br/internet/tvcamara/?lnk= ASSISTA-A-TV-CAMARA-PELA- INTERNET&selecao=VIVO
O programa será ao vivo e os espectadores podem participar enviando opiniões e perguntas através da internet.
Assista, participe e ajude a divulgar esta notícia.
Programa Expressão Nacional Nesta terça feira, dia 21 de junho, às 21:00 na TV Câmara.
Com a participação de dois deputados, um advogado especialista em Direito Constitucional e o policial militar Fernando Almança, representando os policiais e bombeiros de todo o Brasil.
O programa também poderá ser visto pela internet no site:
http://www.camara.gov.
O programa será ao vivo e os espectadores podem participar enviando opiniões e perguntas através da internet.
Assista, participe e ajude a divulgar esta notícia.
Câmara discute aposentadoria especial para quem exerce atividade policial e de risco
Da Agência Câmara
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público realiza hoje audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Complementar 330/06, do deputado Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS), que concede aposentadoria especial para o servidor público que exerça atividade policial.
O projeto foi aprovado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (na forma de substitutivo que estende o benefício para profissionais que exercem outras atividades de risco, como guardas municipais, agentes carcerários e penitenciários); e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Falta ser analisado pela Comissão de Trabalho e pelo Plenário.
O debate foi proposto pelo deputado Policarpo (PT-DF), que é o relator do projeto na Comissão de Trabalho. Ele afirma que, mesmo após a tramitação da proposta pelas comissões da Casa, é preciso retomar o debate porque há outras categorias que exercem atividade de risco e estão fora do projeto.
“Não posso regulamentar só para um setor ou para uma atividade. Eu tenho de discutir com todos os setores, olhar quais são as categorias que exercem atividade de risco para que o projeto seja o mais amplo possível, sem deixar nenhuma categoria de fora”, diz.
Foram convidados:
- a representante do Ministério da Previdência Zanita de Marco;
- o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), Pedro Delarue Tolentino Filho;
- o presidente da Federação das Entidades Representativas dos Oficiais de Justiça Estaduais do Brasil (Fojebra), Paulo Sergio Costa da Costa;
- o presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores, José Calixto Ramos;
- o presidente Federação Nacional das Associações de Oficiais de Justiça Avaliadores Federais (Fenassojaf), Joaquim José Teixeira Castrillon;
- o representante da Federação Nacional dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe) Jean Paulo Loiola Lima;
- a presidente da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados (Fenajud), Maria José Santos da Silva;
- o presidente da Associação Nacional dos Agentes de Segurança do Poder Judiciário Federal (Agepoljus), Edmilson Gomes;
- o presidente da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados (Fenajud), Maria José Santos da Silva;
- o vice-presidente da Federação Nacional dos Policias Federais (Fenapef), Roberto Poloni Barreto;
- o presidente do Sindicato de Policia (Sindepol), Benito Augusto Galiani Tiezzi;
- o delegado da Polícia Civil Jeferson Lisboa Gimenes.
A reunião será realizada às 10 horas, no Plenário 12. As informações são da Agência Câmara de Notícias.
Íntegra da proposta:
PLP-330/2006
O projeto foi aprovado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (na forma de substitutivo que estende o benefício para profissionais que exercem outras atividades de risco, como guardas municipais, agentes carcerários e penitenciários); e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Falta ser analisado pela Comissão de Trabalho e pelo Plenário.
O debate foi proposto pelo deputado Policarpo (PT-DF), que é o relator do projeto na Comissão de Trabalho. Ele afirma que, mesmo após a tramitação da proposta pelas comissões da Casa, é preciso retomar o debate porque há outras categorias que exercem atividade de risco e estão fora do projeto.
“Não posso regulamentar só para um setor ou para uma atividade. Eu tenho de discutir com todos os setores, olhar quais são as categorias que exercem atividade de risco para que o projeto seja o mais amplo possível, sem deixar nenhuma categoria de fora”, diz.
Foram convidados:
- a representante do Ministério da Previdência Zanita de Marco;
- o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), Pedro Delarue Tolentino Filho;
- o presidente da Federação das Entidades Representativas dos Oficiais de Justiça Estaduais do Brasil (Fojebra), Paulo Sergio Costa da Costa;
- o presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores, José Calixto Ramos;
- o presidente Federação Nacional das Associações de Oficiais de Justiça Avaliadores Federais (Fenassojaf), Joaquim José Teixeira Castrillon;
- o representante da Federação Nacional dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe) Jean Paulo Loiola Lima;
- a presidente da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados (Fenajud), Maria José Santos da Silva;
- o presidente da Associação Nacional dos Agentes de Segurança do Poder Judiciário Federal (Agepoljus), Edmilson Gomes;
- o presidente da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados (Fenajud), Maria José Santos da Silva;
- o vice-presidente da Federação Nacional dos Policias Federais (Fenapef), Roberto Poloni Barreto;
- o presidente do Sindicato de Policia (Sindepol), Benito Augusto Galiani Tiezzi;
- o delegado da Polícia Civil Jeferson Lisboa Gimenes.
A reunião será realizada às 10 horas, no Plenário 12. As informações são da Agência Câmara de Notícias.
Íntegra da proposta:
PLP-330/2006
Coordenador estadual do Proerd grava vídeo com mensagem para crianças proerdianas de Oriximiná
O CEL PM Osmar Vieira da Costa Jr., coordenador estadual do PROERD(Programa Educacional de Resistências as Drogas e Violência) que atualmente exerce a função de Chefe do Estado Maior da PMPA, envia sua mensagem aos 240(duzentos e quarenta) novos Proerdianos que serão certificados nesta sexta feira(17) onde a cerimônia acontecerá no Parque de Exposição José Diniz Filho ás 19h00.
A gravação ocorreu quando o CAP PM Marcelo Ribeiro Costa, comandante da 12ª CIPM , esteve na capital do estado( Belém).
O PROERD teve seu início na cidade de Oriximiná no ano passado ,no mês de setembro,quando na oportunidade capacitou 120(cento e vinte) crianças onde a Escola Municipal de Ensino Fundamental "IRACENA GIVONE" foi a pioneira neste processo educacional.Já este ano tivemos o aumento de 100% no atendimento alcançados só neste primeiro semestre que além da "IRACENA GIVONE" o programa foi implementado na Escola Municipal de Ensino Fundamental "JOÃO PAULO I".
O PROERD tem em Oriximiná o educador social o CB PM ALDERLAN CORRÊA DO NASCIMENTO que também é Promotor de Policia Comunitária capacitado pela SENASP( Secretaria Nacional de Segurança Pública) do governo federal.
------------------------------------------------
MARCELO RIBEIRO COSTA-CAP PM
Comandante da 12ª CIPM
12ª CIPM- "Nosso Quartel, Sua Companhia"
A gravação ocorreu quando o CAP PM Marcelo Ribeiro Costa, comandante da 12ª CIPM , esteve na capital do estado( Belém).
O PROERD teve seu início na cidade de Oriximiná no ano passado ,no mês de setembro,quando na oportunidade capacitou 120(cento e vinte) crianças onde a Escola Municipal de Ensino Fundamental "IRACENA GIVONE" foi a pioneira neste processo educacional.Já este ano tivemos o aumento de 100% no atendimento alcançados só neste primeiro semestre que além da "IRACENA GIVONE" o programa foi implementado na Escola Municipal de Ensino Fundamental "JOÃO PAULO I".
O PROERD tem em Oriximiná o educador social o CB PM ALDERLAN CORRÊA DO NASCIMENTO que também é Promotor de Policia Comunitária capacitado pela SENASP( Secretaria Nacional de Segurança Pública) do governo federal.
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MARCELO RIBEIRO COSTA-CAP PM
Comandante da 12ª CIPM
12ª CIPM- "Nosso Quartel, Sua Companhia"
A caserna fora do sério
CHORO
Eu fazia o curso de aperfeiçoamento de oficiais na Academia de Polícia Militar do Bonfim, na Bahia. Era o ano de 1997. A turma apresentava o primeiro trabalho intermediário, num clima muito tenso, diante de bancas examinadoras compostas por integrantes muito exigentes e sisudos. Os capitães Joselito e Casado, alunos do curso, chegaram a chorar durante a defesa oral. Um colega ficou muito preocupado com o que estava ocorrendo:
- Olhaí o capitão chorando, cara!
Mas, foi desarmado pelo companheiro que estava sentado ao seu lado:
- Não se preocupe. Isso é mais uma tática para comover a banca examinadora!







