O projeto Mulheres da Paz, uma das ações do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) já está acontecendo nos bairros do Guamá e da Terra Firme, o primeiro Território de Paz de Belém.
O projeto é executado no Pará pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social.
Os técnicos que oordenam o "Mulheres da Paz" estão muito motivados com o desenvolvimento das atividades de capacitação das pessoas que fazem parte do projeto e também ficaram emocionados com o trabalho dos policiais militares da Base Comunitária da Terra Firme, no primeiro encontro que tiveram no Núcleo Pedagógico Integrado, da Universidade Federal do Pará.
O comandante da Base Comunitária, sargento P. Souza e o comandante da Zona de Policiamento da Terra Firme, capitão Enoc, são multiplicadores de Polícia Comunitária e são os grandes artífices das iniciativas de prevenção na área do policiamento ostensivo e das ações não-policiais na área.
A comunidade local tem comemorado a queda dos índices de roubo no sub-setor da base, face às ações de prevenção atribuídas a uma construção conjunta das ações no bairro feita com a participação da comunidade.
Este ano foi realizada uma colônia de férias no bairro com a participação de setenta crianças e adolescentes. Já é a segunda e conta com apoio da comunidade de negócios.
O major Rosinaldo, comandante do 20o. batalhão e o coronel Silva, comandante de policiamento da capital esforçam-se como podem para consolidar essas ações nos dois bairros.
Ainda não é uma cultura da nossa organização, mas o trabalho policial baseado na prevenção começa a despontar na comunidade, face à visão empreendedora dos novos gestores que passam a ocupar postos importantes e estratégicos na área da segurança pública.
Outros, têm que ceder.
Ou a gente muda ou mudam a gente.
- Eu acredito é na rapaziada! - diria Gonzaguinha se vivo estivesse.
Crianças homenagearam PMzito no Dia do Soldado
A comunidade infantil de Oriximiná-PA homenageou o PMzito, mascote da Policia Militar do Pará, durante as comemorações alusivas ao Dia do Soldado.
A homenagem foi feita simultaneamente pelos estudantes da Escola Infantil "Santa Rosa " e a Escola Municipal "JoãoPaulo II" nas dependências da 12ª CIPM, onde o PMzito recebeu aplausos, carinho e apertados abraços das crianças , em seu reconhecimento ao importante papel nas ações de cidadania e de segurança preventiva da policia militar na cidade.
As atividades educativas no Dia do Soldado tiveram palestras, exibição de vídeos e encenação de uma peça de teatro do grupo da Escola João Paulo que emocionou os presentes por demonstrar a importância do soldado como agente operacional que promove a Paz Social.
A organização do evento teve a participação do corpo técnico dos dois educandários e do efetivo da companhia , sob a coordenação do cabo ALDERLAN, da Polícia Militar do Pará, que desenvolve ações do Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência) em Oriximiná.
O PMzito (boneco personificado pela corporação) é uma ferramenta lúdica e socioeducativa da filosofia de Policia Comunitária que auxilia a 12ª CIPM (Companhia Independente de Polícia Militar) nas ações proativas de enfrentamento à delinquência infantil, bem como no trabalho de relações públicas e de humanização da atividade policial, na conquista do público infantil em Oriximiná.
A companhia da PM é comandada pelo capitão Marcelo Ribeiro, que é multiplicador de Polícia Comunitária, capacitado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e um dos entusiastas das ações do Programa Segurança Cidadã no municípioe em todo o oeste paraense.
Oficiais da Polícia Militar do Pará fizeram Curso Internacional de Policiamento Comunitário em São Paulo
Retornaram de São Paulo-SP o capitão Mariúba (Batalhão de Policiamento Tático), o capitão Dayvid (Companhia Independente de Bragança) e capitão Bruno (6o. Batalhão de Polícia Militar).
Eles foram capacitados no CURSO INTERNACIONAL DE POLICIAMENTO COMUNITÁRIO - Sistema Koban, por indicação do coordenador estadual de polícia comunitária, coronel Costa Júnior.
O curso decorre de um Acordo de Cooperação Técnica entre a Polícia Militar do Estado de São Paulo, a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), a JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão), o Ministério das Relações Exteriores e o Governo do Pará.
Em oitenta horas-aulas, oficiais de onze polícias militares brasileiras recebem a capacitação em policiamento comunitário, com ênfase ao Sistema Koban, adotado na Polícia do Japão.
Há, ainda, visitas técnicas realizadas nas bases comunitárias da capital paulista.
Outros oficiais já estão indicados pela Coordenadoria Estadual de Polícia Comunitária para os cursos que serão realizados ainda em 2010. No próximo ano, uma nova turma de tenentes e capitães ainda farão o curso internacionl na cidade de São Paulo.
O Estado do Pará não tem despesa nenhuma com a capacitação desses policiais. De cada ano letivo, segue um oficial de por Estado para complementar o curso na cidade de Tóquio, no Japão.
No ano passado, a tenente Luciana, do Programa Segurança Cidadã realizou o Curso de Policiamento Comunitário na Agência Nacional de Polícia do Japão. Este ano, o capitão Aragão foi designado para frequentar o curso na Agência de Cooperação Internacional do Japão.
Eles foram capacitados no CURSO INTERNACIONAL DE POLICIAMENTO COMUNITÁRIO - Sistema Koban, por indicação do coordenador estadual de polícia comunitária, coronel Costa Júnior.
O curso decorre de um Acordo de Cooperação Técnica entre a Polícia Militar do Estado de São Paulo, a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), a JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão), o Ministério das Relações Exteriores e o Governo do Pará.
Em oitenta horas-aulas, oficiais de onze polícias militares brasileiras recebem a capacitação em policiamento comunitário, com ênfase ao Sistema Koban, adotado na Polícia do Japão.
Há, ainda, visitas técnicas realizadas nas bases comunitárias da capital paulista.
Outros oficiais já estão indicados pela Coordenadoria Estadual de Polícia Comunitária para os cursos que serão realizados ainda em 2010. No próximo ano, uma nova turma de tenentes e capitães ainda farão o curso internacionl na cidade de São Paulo.
O Estado do Pará não tem despesa nenhuma com a capacitação desses policiais. De cada ano letivo, segue um oficial de por Estado para complementar o curso na cidade de Tóquio, no Japão.
No ano passado, a tenente Luciana, do Programa Segurança Cidadã realizou o Curso de Policiamento Comunitário na Agência Nacional de Polícia do Japão. Este ano, o capitão Aragão foi designado para frequentar o curso na Agência de Cooperação Internacional do Japão.
Sergipe e São Paulo têm curso de Defesa Pessoal autorizado pela Senasp
As Secretarias de Estado da Segurança Pública dos estados de São Paulo e Sergipe foram as únicas da federação a terem aprovados pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) projetos relacionados a aplicação de Curso de Defesa Pessoal direcionados aos agentes de segurança pública. Em Sergipe, as aulas estão acontecendo nas instalações da Academia de Polícia Civil (Acadepol) e foram disponibilizadas 100 vagas, divididas em cinco turmas de vinte alunos.
“O curso é gratuito e só os estados de Sergipe e São Paulo tiveram a aprovação por parte da Senasp. Em nosso Estado, o projeto foi elaborado por policiais civis e militares”, explicou um dos idealizadores do projeto, o agente de Polícia Civil, Alexsander da Costa Souza. Após a aprovação do projeto, a SSP de Sergipe recebeu equipamentos da Senasp para a utilização durante as instruções. Foram enviados tatame, tonfa (bastão), sacos de pancada, bonecos para simular combate, luvas, capacetes de proteção e caneleiras.
http://www.pm.se.gov.br/modules/news/article.php?storyid=1707
“O curso é gratuito e só os estados de Sergipe e São Paulo tiveram a aprovação por parte da Senasp. Em nosso Estado, o projeto foi elaborado por policiais civis e militares”, explicou um dos idealizadores do projeto, o agente de Polícia Civil, Alexsander da Costa Souza. Após a aprovação do projeto, a SSP de Sergipe recebeu equipamentos da Senasp para a utilização durante as instruções. Foram enviados tatame, tonfa (bastão), sacos de pancada, bonecos para simular combate, luvas, capacetes de proteção e caneleiras.
http://www.pm.se.gov.br/modules/news/article.php?storyid=1707
Copa-14: Brasil discute com EUA ações de segurança
| Policiais civis e militares das 12 cidades brasileiras que sediarão a Copa do Mundo de 2014 e instrutores Norte-Americanos reuniram em Brasília, na semana passada, para o curso de Segurança em Grandes Eventos. A iniciativa foi da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça, e da Embaixada dos Estados Unidos. O evento teve como objetivo mostrar equipamentos e recursos necessários para assegurar o planejamento, treinamento e compreensão dos princípios que garantem o gerenciamento de segurança de um grande evento. Além disso, os participantes aprenderam metodologias de trabalho em competições como a Copa. O curso incluiu trabalhos em grupo e estudos de campo com aplicações práticas e exercícios, além de recomendações para avaliar, desenvolver e implementar medidas para mitigar riscos de segurança e vulnerabilidades comuns ao gerenciamento de grandes eventos. Temas abordados:
|
Delegada da Polícia Civil do Pará comenta livro de Nazareno Marcineiro
...as organizações de polícia devem buscar parcerias para identificar, priorizar e agir criativamente sobre os problemas de desordem, violência e criminalidade das comunidades....(Marcineiro).
Valeu adquirir o livro.
Indira Gomes.
# Faça também o seu comentário.
Valeu adquirir o livro.
Indira Gomes.
# Faça também o seu comentário.
Equoterapia: projeto não será cancelado, diz PM
Famílias de crianças atendidas pelo projeto de Equoterapia – tratamento que utiliza cavalos para ajudar na reabilitação – estão preocupadas com a possibilidade do projeto vir a ser cancelado. Atualmente, o tratamento é desenvolvido pela cavalaria da Polícia Militar (PM).
Porém, o tenente coronel Polaro, coordenador do projeto, afirma que as famílias das crianças atendidas podem ficar tranquilas. “Não existe a possibilidade de cancelamento. O projeto vai continuar no próximo ano”.
O coordenador explica que as famílias podem ter ficado preocupadas por conta de um ajuste que está sendo realizado em relação à equipe técnica. “Os contratos vão vencer em setembro, mas serão renovados. O que estamos tentando é expandir a carga horária dos profissionais”.
Segundo o tenente coronel, a necessidade de aumentar a carga horária seria para tentar expandir o projeto, atendendo ainda mais crianças. Na próxima semana, o coordenador do projeto deve reunir com a Secretaria de Estado e Saúde do Pará (Sespa) para tentar um convênio que possibilite aumentar o número de vagas ofertadas para o tratamento. “Esse convênio custaria, em média de R$ 350 mil por ano para expandir o projeto, fazer a manutenção e a compra de equipamentos”.
(Diário do Pará) - http://www.diariodopara.com.br/N-108353-EQUOTERAPIA++PROJETO+NAO+SERA+CANCELADO++DIZ+PM.html
Porém, o tenente coronel Polaro, coordenador do projeto, afirma que as famílias das crianças atendidas podem ficar tranquilas. “Não existe a possibilidade de cancelamento. O projeto vai continuar no próximo ano”.
O coordenador explica que as famílias podem ter ficado preocupadas por conta de um ajuste que está sendo realizado em relação à equipe técnica. “Os contratos vão vencer em setembro, mas serão renovados. O que estamos tentando é expandir a carga horária dos profissionais”.
Segundo o tenente coronel, a necessidade de aumentar a carga horária seria para tentar expandir o projeto, atendendo ainda mais crianças. Na próxima semana, o coordenador do projeto deve reunir com a Secretaria de Estado e Saúde do Pará (Sespa) para tentar um convênio que possibilite aumentar o número de vagas ofertadas para o tratamento. “Esse convênio custaria, em média de R$ 350 mil por ano para expandir o projeto, fazer a manutenção e a compra de equipamentos”.
(Diário do Pará) - http://www.diariodopara.com.br/N-108353-EQUOTERAPIA++PROJETO+NAO+SERA+CANCELADO++DIZ+PM.html
PM que faz bico terá seus direitos reconhecidos
Tribunal Superior do Trabalho entende que policial que faz segurança privada tem que receber 13º, FGTS, férias e adicional noturno.
Policiais militares que fazem bico fora do horário de trabalho na corporação têm vínculo com a empresa contratante e devem ter todos os seus direitos pagos. O entendimento é do TST (Tribunal Superior do Trabalho), que reconheceu a existência de vínculo de dois PMs do Rio com uma empresa. Mesmo sem contrato, eles têm que receber todos os direitos previstos na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
Há 10 anos, os dois PMs reclamaram na Justiça estadual que trabalhavam, por meio de uma empresa terceirizada, como seguranças para uma editora de livros da área de saúde e foram demitidos sem o pagamento de verbas rescisórias. A dispensa aconteceu depois que eles reclamaram do recebimento do 13º salário.
A Justiça do Trabalho estadual havia negado o vínculo questionado pelos policiais. O entendimento era que a relação jurídica de subordinação não poderia existir, uma vez que policiais da ativa tinham horários determinados pela corporação que não poderiam ser desrespeitados. Assim, o trabalho na empresa era eventual. Mas a Primeira Turma do TST não viu motivo para que o reconhecimento do vínculo fosse negado, pois se tratava de atividade lícita, amparada legalmente na CLT.
Presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, Vanderlei Ribeiro aplaudiu a decisão do TST: “Entendemos que o policial militar pode trabalhar onde quiser nos seus dias de folga, desde que seja um trabalho digno e que não comprometa o seu trabalho no batalhão”. Segundo Ribeiro, os PMs procuram bicos por causa dos baixos salários: “Como sobreviver com um salário de R$ 800? Como trabalhar em zonas de conflito, proteger a população e receber um salário tão baixo?”. O sindicalista argumenta que, para exigir a dedicação exclusiva, o estado deveria oferecer melhores condições de trabalho, material e salário.
http://segurancacidadaniaedignidade.blogspot.com/
Policiais militares que fazem bico fora do horário de trabalho na corporação têm vínculo com a empresa contratante e devem ter todos os seus direitos pagos. O entendimento é do TST (Tribunal Superior do Trabalho), que reconheceu a existência de vínculo de dois PMs do Rio com uma empresa. Mesmo sem contrato, eles têm que receber todos os direitos previstos na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
Há 10 anos, os dois PMs reclamaram na Justiça estadual que trabalhavam, por meio de uma empresa terceirizada, como seguranças para uma editora de livros da área de saúde e foram demitidos sem o pagamento de verbas rescisórias. A dispensa aconteceu depois que eles reclamaram do recebimento do 13º salário.
A Justiça do Trabalho estadual havia negado o vínculo questionado pelos policiais. O entendimento era que a relação jurídica de subordinação não poderia existir, uma vez que policiais da ativa tinham horários determinados pela corporação que não poderiam ser desrespeitados. Assim, o trabalho na empresa era eventual. Mas a Primeira Turma do TST não viu motivo para que o reconhecimento do vínculo fosse negado, pois se tratava de atividade lícita, amparada legalmente na CLT.
Presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, Vanderlei Ribeiro aplaudiu a decisão do TST: “Entendemos que o policial militar pode trabalhar onde quiser nos seus dias de folga, desde que seja um trabalho digno e que não comprometa o seu trabalho no batalhão”. Segundo Ribeiro, os PMs procuram bicos por causa dos baixos salários: “Como sobreviver com um salário de R$ 800? Como trabalhar em zonas de conflito, proteger a população e receber um salário tão baixo?”. O sindicalista argumenta que, para exigir a dedicação exclusiva, o estado deveria oferecer melhores condições de trabalho, material e salário.
http://segurancacidadaniaedignidade.blogspot.com/
Fernando Carneiro, a revelação do debate da RBA
Não há dúvida sobre o bom desempenho de Fernando Carneiro no debate da RBA.
Tuiteiros comentaram tanto a perfomance de Carneiro que virou TT (trending topic) do Twitter (confira: www.twitter.com).
Carneiro foi mais objetivo nas perguntas, incisivo nas respostas e mais feliz nas considerações finais.
Precisa, no entanto, ser melhor orientado sobre especialização no policiamento. Quando foi falar disso, perdeu-se na divagação em um assunto que não domina.
Trabalho para seu marketeiro. Mas, está de parabéns.
Certamente vai dar um salto na pesquisa.
Tuiteiros comentaram tanto a perfomance de Carneiro que virou TT (trending topic) do Twitter (confira: www.twitter.com).
Carneiro foi mais objetivo nas perguntas, incisivo nas respostas e mais feliz nas considerações finais.
Precisa, no entanto, ser melhor orientado sobre especialização no policiamento. Quando foi falar disso, perdeu-se na divagação em um assunto que não domina.
Trabalho para seu marketeiro. Mas, está de parabéns.
Certamente vai dar um salto na pesquisa.
Livro do coronel Nazareno Marcineiro faz sucesso entre os agentes de segurança pública do Pará
Restam apenas sete unidades do livro POLÍCIA COMUNITÁRIA: construindo segurança nas comunidades, de autoria de Nazareno Marcineiro, Coronel da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina, que esteve recentemente em Belém-PA, ministrando aulas para o Curso Nacional de Multiplicadores de Polícia Comunitária.
Esta é mais uma obra que se soma à escassa produção literária brasileira sobre a temática. O texto, cujo prefácio e apresentação são, respectivamente, dos Secretários Nacional e Estadual de Segurança Pública, é dividido em seis capítulos, onde são apresentados, além de um referencial histórico de evolução do trabalho da polícia e da filosofia de polícia comunitária, os quatro eixos estruturantes de uma polícia eficiente e eficaz como prestadora de serviço numa sociedade com as características sócio-política-econômica-cultural do Brasil contemporâneo. Ao longo dos capítulos são apresentados argumentos e ferramentas administrativas que permitem, sem desconsiderar o “status quo”, evoluir para práticas de preservação da ordem pública que se adequem aos sãos princípios de um Estado Democrático de Direito, respeitando as peculiaridades de cada comunidade na construção de uma segurança cidadã.
Segundo o autor, referenciando frase proferida por Ricardo Balestreri, Secretário Nacional de Segurança Pública, que prefacia o livro, realmente Polícia Comunitária é um ideal a ser perseguido, pois não é possível esperar que da noite para o dia todos os princípios, pressupostos e ferramentas dessa filosofia de trabalho policial passe a ser utilizado à revelia da cultura instalada na polícia e no povo brasileiro, consolidada ao longo de um grande período de tempo por práticas reativas e dominantemente repressivas.
Serviço:
- Quem quiser adquirir o livro, pode solicitar por e-mail para: programasegurancacidada@gmail.com.
Telefone (91)3201-3651 / 3201-3709.
Esta é mais uma obra que se soma à escassa produção literária brasileira sobre a temática. O texto, cujo prefácio e apresentação são, respectivamente, dos Secretários Nacional e Estadual de Segurança Pública, é dividido em seis capítulos, onde são apresentados, além de um referencial histórico de evolução do trabalho da polícia e da filosofia de polícia comunitária, os quatro eixos estruturantes de uma polícia eficiente e eficaz como prestadora de serviço numa sociedade com as características sócio-política-econômica-cultural do Brasil contemporâneo. Ao longo dos capítulos são apresentados argumentos e ferramentas administrativas que permitem, sem desconsiderar o “status quo”, evoluir para práticas de preservação da ordem pública que se adequem aos sãos princípios de um Estado Democrático de Direito, respeitando as peculiaridades de cada comunidade na construção de uma segurança cidadã. Segundo o autor, referenciando frase proferida por Ricardo Balestreri, Secretário Nacional de Segurança Pública, que prefacia o livro, realmente Polícia Comunitária é um ideal a ser perseguido, pois não é possível esperar que da noite para o dia todos os princípios, pressupostos e ferramentas dessa filosofia de trabalho policial passe a ser utilizado à revelia da cultura instalada na polícia e no povo brasileiro, consolidada ao longo de um grande período de tempo por práticas reativas e dominantemente repressivas.
Serviço:
- Quem quiser adquirir o livro, pode solicitar por e-mail para: programasegurancacidada@gmail.com.
Telefone (91)3201-3651 / 3201-3709.
Serviço Social: PL 30 horas é sancionado e categoria comemora vitória da classe trabalhadora!
Um dia para ficar na história do Serviço Social brasileiro e para a luta de trabalhadores/as de todo o país. O Presidente Lula sancionou, nesta quinta-feira, 26 de agosto de 2010, o PLC 152/2008, de autoria do deputado federal Mauro Nazif (RO), que define a jornada máxima de trabalho de assistentes sociais em 30 horas semanais sem redução de salário.
A assinatura do projeto pelo Presidente aconteceu no Palácio Itamaraty, exatamente 15 dias úteis após a entrada do PLC 152/2008 na Casa Civil (06/08). A presidente do CFESS, Ivanete Boschetti, recebeu a notícia no final desta manhã, em primeira mão, pela Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Márcia Lopes, que se empenhou diretamente pela aprovação do PL 30 horas. Em seguida, recebeu também, por telefone, a informação do chefe de gabinete adjunto de Gestão e Atendimento da Presidência da República, Swendenberger Barbosa, que a sanção será publicada no Diário Oficial da União de sexta, 27/08.
"É de se emocionar. O Conjunto CFESS-CRESS e a categoria têm muito que comemorar. O PL 30 horas contribuirá para a melhoria das condições de trabalho de assistentes sociais e sua aprovação deve ser vista na perspectiva da luta pelo direito ao trabalho com qualidade para toda a classe trabalhadora, conforme estabelece nosso Código de Ética Profissional do/a Assistente Social", afirmaram os/as conselheiros/as da Gestão Atitude Crítica Para Avançar na Luta, do CFESS.
"Nossa luta se pauta pela defesa de concurso público, por salários compatíveis com a jornada de trabalho, funções e qualificação profissional, estabelecimento de planos de cargos, carreiras e remuneração em todos os espaços socioocupacionais, estabilidade no emprego e todos os requisitos inerentes ao trabalho, entendido como direito da classe trabalhadora", completou a diretoria do CFESS
A assinatura do projeto pelo Presidente aconteceu no Palácio Itamaraty, exatamente 15 dias úteis após a entrada do PLC 152/2008 na Casa Civil (06/08). A presidente do CFESS, Ivanete Boschetti, recebeu a notícia no final desta manhã, em primeira mão, pela Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Márcia Lopes, que se empenhou diretamente pela aprovação do PL 30 horas. Em seguida, recebeu também, por telefone, a informação do chefe de gabinete adjunto de Gestão e Atendimento da Presidência da República, Swendenberger Barbosa, que a sanção será publicada no Diário Oficial da União de sexta, 27/08.
"É de se emocionar. O Conjunto CFESS-CRESS e a categoria têm muito que comemorar. O PL 30 horas contribuirá para a melhoria das condições de trabalho de assistentes sociais e sua aprovação deve ser vista na perspectiva da luta pelo direito ao trabalho com qualidade para toda a classe trabalhadora, conforme estabelece nosso Código de Ética Profissional do/a Assistente Social", afirmaram os/as conselheiros/as da Gestão Atitude Crítica Para Avançar na Luta, do CFESS.
"Nossa luta se pauta pela defesa de concurso público, por salários compatíveis com a jornada de trabalho, funções e qualificação profissional, estabelecimento de planos de cargos, carreiras e remuneração em todos os espaços socioocupacionais, estabilidade no emprego e todos os requisitos inerentes ao trabalho, entendido como direito da classe trabalhadora", completou a diretoria do CFESS
Câmara Municipal de Belém homenageará Iesan
Para esta sexta (27), as 9h, está confirmada sessão de homenagem aos 10 anos de criação do Iesan, pedida pelo vereador Raimundo Castro (PTB).
http://www.cmb.pa.gov.br/portal/index.php
http://www.cmb.pa.gov.br/portal/index.php
Produção de dendê no Pará discutida em Conferência Internacional em Belém
As regras para as práticas sustentáveis dos novos plantios de palma de óleo, o programa brasileiro de incentivo à cultura da palma e um novo modelo de agricultura sustentável para a produção do óleo de palma levando em consideração as mudanças climáticas serão os temas debatidos na tarde desta quarta-feira, 25, no teatro Maria Silvia Nunes, na Estação das Docas, em Belém, no primeiro dia da II RSPO Latin America Conference, uma Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável.
Os produtores e autoridades do Pará estarão participando ativamente no painel 3 para debater o tema “Novos plantios e arranjos produtivos”. Darrel Webber, colaborador ambiental da News Britain Palm Oil, falará da experiência de Papua e Nova Guiné com base nas regras da RSPO para um plantio sustentável. As demandas por políticas públicas para o setor produtivo do dendê serão apresentadas por Tereza Campelo, representando o governo brasileiro. Da Inglaterra os participantes conhecerão experiências de um novo modelo de agricultura sustentável considerando as mudanças climáticas na palestra de Ruth Nussbaum, especialista em desenvolvimento sustentável e certificação de áreas ambientais.
O plantio da palma no Pará já é desenvolvido em parceria com empresas e agricultores em projeto estadual que inclui a sustentabilidade das produções locais de forma a garantir também a participação da agricultura familiar no processo de desenvolvimento.
Às atuais 900 famílias deverão juntar-se mais pessoas e a cadeia produtiva deverá chegar a 13.800 agricultores familiares envolvidos no plantio.
O mercado do dendê será fortalecido também com o aumento da plantação. Os atuais 80 mil hectares chegarão a 210 mil hectares nos próximos quatro anos.
Os debates movimentam a Conferência até quinta-feira, 26. Visitas técnicas a plantios de dendê no Pará constam da programação oficial, após o encerramento das plenárias de debates.
O encontro que reúne plantadores, produtores de óleo de palma, processadores de produtos acabados e biocombustíveis, ONGs socias e ambientais, investidores, pesquisadores e demais interessados da cadeia de produção do óleo de palma tem o objetivo de estabelecer as bases para a produção sustentável da palma de óleo no âmbito dos 37 países associados à entidade RSPO, fundada em 2004 para congregar a cadeia produtiva do óleo de palma e promover o crescimento sustentável da produção do óleo.
Mais de 30 conferencistas de vários países estão em Belém para debater os assuntos do setor.
SERVIÇO:
II RSPO Latin America Conference - Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável
24 a 27 de agosto
Painel 3 - “Novos plantios e arranjos produtivos”
Hora: 14h
Local – Estação das Docas – Teatro Maria Sílvia Nunes
Os produtores e autoridades do Pará estarão participando ativamente no painel 3 para debater o tema “Novos plantios e arranjos produtivos”. Darrel Webber, colaborador ambiental da News Britain Palm Oil, falará da experiência de Papua e Nova Guiné com base nas regras da RSPO para um plantio sustentável. As demandas por políticas públicas para o setor produtivo do dendê serão apresentadas por Tereza Campelo, representando o governo brasileiro. Da Inglaterra os participantes conhecerão experiências de um novo modelo de agricultura sustentável considerando as mudanças climáticas na palestra de Ruth Nussbaum, especialista em desenvolvimento sustentável e certificação de áreas ambientais.
O plantio da palma no Pará já é desenvolvido em parceria com empresas e agricultores em projeto estadual que inclui a sustentabilidade das produções locais de forma a garantir também a participação da agricultura familiar no processo de desenvolvimento.
Às atuais 900 famílias deverão juntar-se mais pessoas e a cadeia produtiva deverá chegar a 13.800 agricultores familiares envolvidos no plantio.
O mercado do dendê será fortalecido também com o aumento da plantação. Os atuais 80 mil hectares chegarão a 210 mil hectares nos próximos quatro anos.
Os debates movimentam a Conferência até quinta-feira, 26. Visitas técnicas a plantios de dendê no Pará constam da programação oficial, após o encerramento das plenárias de debates.
O encontro que reúne plantadores, produtores de óleo de palma, processadores de produtos acabados e biocombustíveis, ONGs socias e ambientais, investidores, pesquisadores e demais interessados da cadeia de produção do óleo de palma tem o objetivo de estabelecer as bases para a produção sustentável da palma de óleo no âmbito dos 37 países associados à entidade RSPO, fundada em 2004 para congregar a cadeia produtiva do óleo de palma e promover o crescimento sustentável da produção do óleo.
Mais de 30 conferencistas de vários países estão em Belém para debater os assuntos do setor.
SERVIÇO:
II RSPO Latin America Conference - Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável
24 a 27 de agosto
Painel 3 - “Novos plantios e arranjos produtivos”
Hora: 14h
Local – Estação das Docas – Teatro Maria Sílvia Nunes
Governador de Pernambuco é o mais bem avaliado do Brasil
Eduardo Campos pode ser reeleito no primeiro turno.
Contrariando o que dizem a respeito da filosofia de Polícia Comunitária, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, adotou a doutrina como uma alternativa para enfrentar o alto índice criminalidade em seu Estado.
Ele elaborou um programa denominado PACTO PELA VIDA e passou a presidir pessoalmente as reuniões, cobrando os resultados de seus assessores e acompanhando a evolução das atividades.
Resultado: diminuiu a criminalidade em 24,7% e é hoje o governador mais bem avaliado no Brasil.
Para quem acha que as medidas de prevenção só dão retorno em longo prazo, Eduardo Campos desfaz o mito e inclusive faz questão de dizer que "o Sistema de Segurança Pública de Pernambuco recuperou a sua credibilidade".
Contrariando o que dizem a respeito da filosofia de Polícia Comunitária, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, adotou a doutrina como uma alternativa para enfrentar o alto índice criminalidade em seu Estado.
Ele elaborou um programa denominado PACTO PELA VIDA e passou a presidir pessoalmente as reuniões, cobrando os resultados de seus assessores e acompanhando a evolução das atividades.
Resultado: diminuiu a criminalidade em 24,7% e é hoje o governador mais bem avaliado no Brasil.
Para quem acha que as medidas de prevenção só dão retorno em longo prazo, Eduardo Campos desfaz o mito e inclusive faz questão de dizer que "o Sistema de Segurança Pública de Pernambuco recuperou a sua credibilidade".
Governador de Pernambuco adotou medidas de prevenção para vencer problemas na área de segurança
A decisão de encarar o desafio levou Eduardo a coordenar pessoalmente a construção do Pacto pela Vida.
Valorização do trabalho da polícia, aumento do efetivo e um novo modelo de gestão são alguns motivos do sucesso do Pacto Pela Vida, projeto de segurança pública implantado no Governo Eduardo Campos.
“A violência precisava ser encarada de frente e é o que estamos fazendo, desde o início do nosso governo”, destaca Eduardo.
Em recente visita ao Clube dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, no Recife, Eduardo contou que, na época em que assumiu o Governo, as pesquisas de opinião mostravam que a segurança era o problema número um do Brasil e que os governantes não deveriam dar destaque ao problema. “Especialistas em marketing e assessores de imprensa diziam a todos para pular fora, mas como você pode se eleger governador, pedir o voto do cidadão e da cidadã e dizer na cara deles: “vou correr do problema que mais lhe incomoda?”.
“Governar não é posição de conforto. Isso aqui é trabalho, é missão”, lembrou o candidato.
Do início do Pacto, em 2007, até o momento, Pernambuco registrou queda de 24,7% na criminalidade. Dessa forma, o Governo não só alcançou como superou a meta estipulada pelo Governo, de 12%. Segundo o comerciante Zé do Zinco, o cliente só retorna à Feira de Caruaru se houver segurança. “Eduardo colocou policias abordando os malandros. Os assaltos diminuíram e as minhas vendas aumentaram. Todo mundo aqui na feira está satisfeito, muito mais que antes”. A cidade de Caruaru, no agreste pernambucano, por exemplo, teve uma redução no número de homicídios no mês de julho de 26%, quando comparado ao mesmo período do ano passado, oferecendo maior sensação de segurança para a população.
Mais de 8.800 novos policiais, mais de 1.600 novas viaturas, 40 operações de inteligência, 39 bairros da RMR com Operação Quadrante, 237 câmeras de videomonitoramento no Recife, 100% da frota de ônibus da RMR com câmeras e 1.036 vidas salvas.
Pernambuco nunca fez tanto pela Segurança em tão pouco tempo.
Valorização do trabalho da polícia, aumento do efetivo e um novo modelo de gestão são alguns motivos do sucesso do Pacto Pela Vida, projeto de segurança pública implantado no Governo Eduardo Campos.
“A violência precisava ser encarada de frente e é o que estamos fazendo, desde o início do nosso governo”, destaca Eduardo.
Em recente visita ao Clube dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, no Recife, Eduardo contou que, na época em que assumiu o Governo, as pesquisas de opinião mostravam que a segurança era o problema número um do Brasil e que os governantes não deveriam dar destaque ao problema. “Especialistas em marketing e assessores de imprensa diziam a todos para pular fora, mas como você pode se eleger governador, pedir o voto do cidadão e da cidadã e dizer na cara deles: “vou correr do problema que mais lhe incomoda?”.
“Governar não é posição de conforto. Isso aqui é trabalho, é missão”, lembrou o candidato.
Do início do Pacto, em 2007, até o momento, Pernambuco registrou queda de 24,7% na criminalidade. Dessa forma, o Governo não só alcançou como superou a meta estipulada pelo Governo, de 12%. Segundo o comerciante Zé do Zinco, o cliente só retorna à Feira de Caruaru se houver segurança. “Eduardo colocou policias abordando os malandros. Os assaltos diminuíram e as minhas vendas aumentaram. Todo mundo aqui na feira está satisfeito, muito mais que antes”. A cidade de Caruaru, no agreste pernambucano, por exemplo, teve uma redução no número de homicídios no mês de julho de 26%, quando comparado ao mesmo período do ano passado, oferecendo maior sensação de segurança para a população.
Mais de 8.800 novos policiais, mais de 1.600 novas viaturas, 40 operações de inteligência, 39 bairros da RMR com Operação Quadrante, 237 câmeras de videomonitoramento no Recife, 100% da frota de ônibus da RMR com câmeras e 1.036 vidas salvas.
Pernambuco nunca fez tanto pela Segurança em tão pouco tempo.
Coronel Sarmanho estará em Santarém amanhã
O subcomandante geral da Polícia Militar do Pará, coronel Edvaldo Sarmanho, reunirá amanhã (25), às 9h, com a tropa do 3º BPM (Batalhão de Polícia Militar), com sede em Santarém, para repassar a metodologia de funcionamento da Rede de Proteção ao Cidadão.
O evento será realizado no auditório central da Ulbra.
http://www.jesocarneiro.com.br/seguranca-publica/cidade-tera-novo-projeto-de-seguranca.html
O evento será realizado no auditório central da Ulbra.
http://www.jesocarneiro.com.br/seguranca-publica/cidade-tera-novo-projeto-de-seguranca.html
Multiplicador, capitão Alexsandro publica no Twitter o registro do encerramento da solenidade
Coronel @costaJr07 fazendo a entrega do meu certificado de conclusão do CNMPC. Agora é multiplicar o conhecimento!
Esta foto está publicada no http://twitpic.com/2ghn94
Técnicos, gestores de segurança pública e lideranças comunitárias deram show de integração
CURSO NACIONAL DE MULTIPLICADORES DE POLÍCIA COMUNITÁRIA - Belém/Agosto de 2010

Fotos extraídas do Blog do André Cayuela: http://www.gandrecayuela.blogspot.com/
PROFESSORES E ALUNOS DO CURSO DE "MULTIPLICADOR DE POLÍCIA COMUNITÁRIA"
INTEGRADOS NOS ESTUDOS DA FILOSOFIA DE POLÍCIA COMUNITÁRIA

Fotos extraídas do Blog do André Cayuela: http://www.gandrecayuela.blogspot.com/
Cooperativa
O major Moisés, presidente da Cooperativa dos policiais militares da PMPA (Coomipa), seguirá para Foz do Iguaçu-PR para participar do Congresso Nacional das Cooperativas de Crédito do Brasil - Concred.
O congresso será realziado entre os dias 25 e 27 de agosto.
Moisés tem dinamizado a cooperativa dos policiais militares paraenses e neste ano ele comemora a adesão em massa dos integrantes da corporação.
Sugiro que o leitor do blog se interesse pelo assunto e vislumbre a possibilidade de participar de uma cooperativa, que tem mudado a qualidade de vida das pessoas.
Sugiro aos policiais militares que procurem o major Moisés no CESO a fim de aderirem à nossa cooperativa.
Eu sou um cooperado e aposto no crescimento de nossa Coomipa.
O congresso será realziado entre os dias 25 e 27 de agosto.
Moisés tem dinamizado a cooperativa dos policiais militares paraenses e neste ano ele comemora a adesão em massa dos integrantes da corporação.
Sugiro que o leitor do blog se interesse pelo assunto e vislumbre a possibilidade de participar de uma cooperativa, que tem mudado a qualidade de vida das pessoas.
Sugiro aos policiais militares que procurem o major Moisés no CESO a fim de aderirem à nossa cooperativa.
Eu sou um cooperado e aposto no crescimento de nossa Coomipa.
Copa Paulista: Amistoso do centenário pode ser com o Remo
O Clube do Remo, que disputa a Série D do Campeonato Brasileiro, pode ser o adversário do Noroeste no amistoso comemorativo ao centenário alvirrubro no próximo dia 1 de setembro. A diretoria noroestina negocia a adesão de patrocinadores para viabilizar a vinda da equipe paraense. De acordo com o assessor de marketing do Norusca, Evaldo Armani, os custos com transporte e estadia ficariam entre R$ 25 mil e R$ 30 mil.
“Estamos planejando trazer um time diferente no dia do aniversário do Noroeste. Para isso, buscamos alguns parceiros, já que não dispomos de recursos financeiros. Uma das possibilidades foi o Clube do Remo, que já tem parceria conosco, já mandamos jogadores para lá. Eles vão jogar no Mato Grosso e a intenção seria desviá-los para Bauru”, afirma Armani. O Remo enfrenta o Vila Aurora-MT no dia 29 deste mês.
http://www.jcnet.com.br/detalhe_esportes.php?codigo=189610 (Jornal da Cidade de Bauru)
“Estamos planejando trazer um time diferente no dia do aniversário do Noroeste. Para isso, buscamos alguns parceiros, já que não dispomos de recursos financeiros. Uma das possibilidades foi o Clube do Remo, que já tem parceria conosco, já mandamos jogadores para lá. Eles vão jogar no Mato Grosso e a intenção seria desviá-los para Bauru”, afirma Armani. O Remo enfrenta o Vila Aurora-MT no dia 29 deste mês.
http://www.jcnet.com.br/detalhe_esportes.php?codigo=189610 (Jornal da Cidade de Bauru)
Ocupação da Câmara por agentes penitenciários atrapalha negociação
Agência Brasil
BRASÍLIA - A ocupação da Câmara por agentes penitenciários de todo o país levou a um impasse entre a categoria e os parlamentares. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP) disse hoje que a atitude da categoria só prejudicou a negociação. O líder cancelou uma reunião que teria às 10h com representantes dos agentes para discutir a PEC 308, que cria a política penal estadual e a federal.“Não vai ser na marra que os deputados votarão essa matéria. Ninguém vai se acovardar”, afirmou Cândido Vaccarezza. Ele acrescentou que na pauta do esforço concentrado não havia acordo para votar a matéria e que o movimento dos agentes prejudicou a votação das medidas provisórias (MPs) pendentes e da PEC 300, que institui o piso salarial para policiais e bombeiros.
O parlamentar afirmou ainda que é inconstitucional a reivindicação dos agentes. Segundo ele, a PEC que cria uma política penal nacional estabelece ainda que os atuais agentes penitenciários seriam incorporados à polícia penal, crida também pela emenda.
Já o diretor da Federação Nacional dos Servidores Penitenciários, Francisco Rodrigues, rebateu as afirmações de Vacarrezza. “Só tira a gente daqui na porrada. Se tentarem vamos para o confronto”, afirmou. Rodrigues contestou o líder quanto à inconstitucionalidade da PEC. Segundo ele, o agente penitenciário “já é concursado e quando se tem as mesmas atribuições e os mesmos salários não tem porque não pertencer ao mesmo quadro”.
Amazonense é quarto maior consumidor de livros no Brasil
O Amazonas ocupa o quarto lugar no ranking dos estados brasileiros onde mais os habitantes consomem livros, segundo pesquisa do Ibope, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro, do Distrito Federal e de São Paulo.
Entre os cinco estados que menos gastam, o Piauí aparece em primeiro lugar. Seus habitantes desembolsam R$ 7,89 por ano com livros. Em seguida vêm Alagoas (R$ 8,65) e Sergipe (R$ 9,09). Pernambuco e Roraima quase empatam na quarta posição, com R$ 12,76 e R$ 12,92, respectivamente.
A informação é do Ibope Inteligência, citada no site www.divirta-se.uai.com.br. O ibopde, por meio da ferramenta de dimensionamento de mercado Pyxis, traz dados sobre a demanda por diferentes bens de consumo no Brasil.
Entre os cinco estados que menos gastam, o Piauí aparece em primeiro lugar. Seus habitantes desembolsam R$ 7,89 por ano com livros. Em seguida vêm Alagoas (R$ 8,65) e Sergipe (R$ 9,09). Pernambuco e Roraima quase empatam na quarta posição, com R$ 12,76 e R$ 12,92, respectivamente.
A informação é do Ibope Inteligência, citada no site www.divirta-se.uai.com.br. O ibopde, por meio da ferramenta de dimensionamento de mercado Pyxis, traz dados sobre a demanda por diferentes bens de consumo no Brasil.
Começa em Cuiabá mais um curso de multiplicador de Polícia Comunitária
Começou nesta segunda-feira (16.08), em Cuiabá, no Auditório da Unic Pantanal, o Curso Nacional de Multiplicador de Polícia Comunitária, promovido pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que tem como objetivo proporcionar aos participantes, conhecimentos multidisciplinares capazes de desenvolver aptidões cognitivas e comportamentais na adoção da temática específica de Polícia Comunitária e no gerenciamento da Segurança Pública.
Além de cumprir uma das metas do Programa de Ações da Segurança (PAS), que é qualificação, formação e valorização dos profissionais da segurança, o curso visa estimular resultados desencadeadores de mudanças de performances dos profissionais do Sistema Integrado de Segurança Pública, tendo como consequência a evolução para a filosofia e estratégia Organizacional de Polícia Comunitária.
De acordo com a Coordenadoria de Polícia Comunitária, o curso vai até o dia 27 de Agosto, em período integral, conforme as diretrizes do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a União e os Estados, por meio do Programa Nacional de Segurança Pública (Pronasci).
http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=341132
Além de cumprir uma das metas do Programa de Ações da Segurança (PAS), que é qualificação, formação e valorização dos profissionais da segurança, o curso visa estimular resultados desencadeadores de mudanças de performances dos profissionais do Sistema Integrado de Segurança Pública, tendo como consequência a evolução para a filosofia e estratégia Organizacional de Polícia Comunitária.
De acordo com a Coordenadoria de Polícia Comunitária, o curso vai até o dia 27 de Agosto, em período integral, conforme as diretrizes do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a União e os Estados, por meio do Programa Nacional de Segurança Pública (Pronasci).
http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=341132
Capitã da PM do Rio mostra experiência das UPPs para a Paraíba
A capitã Pricilla de Oliveira Azevedo, comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro Santa Marta, vai levar a experiência da ocupação e pacificação de favelas do Rio para a Paraíba. O Boletim Interno da PM da última sexta-feira, dia 13, autorizou a oficial a ministrar a palestra “A Experiência do Policiamento Comunitário na Comunidade Santa Marta”, durante o 2º Seminário de Segurança Pública, Policiamento Comunitário e Direitos Humanos da PM da Paraíba, entre os dias 25 e 29 deste mês. O pedido de participação da capitã Pricilla no evento foi feito pela própria polícia paraibana.
http://extra.globo.com/geral/casodepolicia/
http://extra.globo.com/geral/casodepolicia/
Confirmada a presença da capitã Pricila da UPP-RJ em Belém
Pricila é comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro. Falará sobre a sua experiência e os trabalhos de parceria envolvendo os governos municipal e estadual, além da própria comunidade que antes vivia em meio ao narcotráfico.
Estará no auditório da Polícia Civil, na avenida Magalhães Barata, às 15h00.
A capitã Pricila falará para uma plateia de agentes e gestores de segurança pública de diversas instituições e lideranças comunitárias.
O evento é realizado pela Coordenadoria Estadual de Polícia Comunitária e pelo Programa Segurança Cidadã, através do Curso Nacional de Multiplicador de Polícia Comunitária promovido pela Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública).
UPP - Unidade de Polícia Pacificadora (Morro Santa Marta)
A capitã Pricilla, da PM do Rio estará nesta quinta, 19, em Belém, fazendo palestra para gestores e ténicos em Segurança Pública, no Curso Nacional de Multiplicador de Polícia Comunitária, no auditório da Polícia Civil, à tarde.
Resistência
Interessante é que há muita resistência a um processo que estabelece padrões de procedimento.
Quando se fala em medir e controlar nossas ações para sabermos o que efetivamente produzimos para a sociedade, é um "Deus nos acuda".
Ninguém quer isso.
Ninguém quer prestar contas à comunidade e nem a ninguém.
Não aceitamos opiniões do cidadão. Quem entende de polícia somos nós.
Agora, quando temos uma dificuldade ou precisamos de algum apoio, nós corremos com a comunidade.
E ela está lá para nos apoiar.
Mas, esse relacionamento poderia estar mais harmonizado. Constantemente harmonizado.
E todas as nossas dificuldades - se discutidas com a população - poderiam ser resolvidas em soluções conjuntas.
Com o apoio da população, a polícia fica mais forte.
É preciso nós entendermos a força que temos junto ao cidadão.
Os policiais são capazes de transformar uma sociedade e mudar os rumos de sua história.
Mas, é necessário que se aproxime do cidadão e conheça a sua realidade e seus problemas.
Historicamente, somos um vulto na comunidade. Um número de viatura ou de um telefone.
Somos uma máquina, um veículo. E nos aproximamos do cidadão apenas quando chamados pelo 190.
Quando o cidadão percebe o esforço da sua polícia, ele exige do governante um melhor tratamento para aquele profissional que assumiu o compromisso de defendê-lo mesmo com o sacrifício da própria vida.
Que outro profissional faz esse juramento por você?
Quando se fala em medir e controlar nossas ações para sabermos o que efetivamente produzimos para a sociedade, é um "Deus nos acuda".
Ninguém quer isso.
Ninguém quer prestar contas à comunidade e nem a ninguém.
Não aceitamos opiniões do cidadão. Quem entende de polícia somos nós.
Agora, quando temos uma dificuldade ou precisamos de algum apoio, nós corremos com a comunidade.
E ela está lá para nos apoiar.
Mas, esse relacionamento poderia estar mais harmonizado. Constantemente harmonizado.
E todas as nossas dificuldades - se discutidas com a população - poderiam ser resolvidas em soluções conjuntas.
Com o apoio da população, a polícia fica mais forte.
É preciso nós entendermos a força que temos junto ao cidadão.
Os policiais são capazes de transformar uma sociedade e mudar os rumos de sua história.
Mas, é necessário que se aproxime do cidadão e conheça a sua realidade e seus problemas.
Historicamente, somos um vulto na comunidade. Um número de viatura ou de um telefone.
Somos uma máquina, um veículo. E nos aproximamos do cidadão apenas quando chamados pelo 190.
Quando o cidadão percebe o esforço da sua polícia, ele exige do governante um melhor tratamento para aquele profissional que assumiu o compromisso de defendê-lo mesmo com o sacrifício da própria vida.
Que outro profissional faz esse juramento por você?
NÃO É POLÍCIA COMUNITÁRIA. É POLÍCIA INTELIGENTE
Não há mistério em fazer polícia comunitária.
É só cumprir a lei, estabelecer uma relação de confiança com a população, respeitar e promover os direitos humanos e ainda desenvolver uma mudança de cultura interna, que hoje está arraigada em uma postura de extrema reação e também de valores que inflexibilizam as corporações para um modelo mais ágil e mais moderno.
Hoje ainda somos uma polícia que é acionada pelo cidadão, na maioria de seus atendimentos.
A prevenção ainda não é ensinada aos cadetes na Academia de Polícia Militar, como uma postura institucional.
No geral, a visão ainda é de dar "visibilidade" ao policiamento.
Daí que passamos a vida toda estabelecendo procedimentos para nos tornarmos mais "presentes", no sentido de ficar mais visíveis.
Portanto, antes de querermos fazer acontecer uma base comunitária lá na ponta, ainda será necessário mudar o pensamento institucional, desde o momento da formação.
Fazer polícia comunitária não é simplesmente construir bases de policiamento e pronto.
Fazer polícia comunitária é estabelecer um diagnóstico de determinada área, com seus indicadores e aí, sim, desenvolver ações (policiais e não policiais) para resolver os problemas identificados no território estabelecido.
A setorização do policiamento é, hoje, a forma mais moderna de se fazer polícia comunitária. Quando se estabelece determinado espaço para se policiar, será mais fácil não apenas identificar problemas, mas também encontrar parceiros para a resolução das ocorrências que afligem a comunidade.
Então, é difícil fazer policiamento comunitário?
Na verdade, a resistência que se estabelece é porque essa maneira de se relacionar com a população empodera o cidadão e redunda em controle social.
E controle social não interessa a muita gente...
É só cumprir a lei, estabelecer uma relação de confiança com a população, respeitar e promover os direitos humanos e ainda desenvolver uma mudança de cultura interna, que hoje está arraigada em uma postura de extrema reação e também de valores que inflexibilizam as corporações para um modelo mais ágil e mais moderno.
Hoje ainda somos uma polícia que é acionada pelo cidadão, na maioria de seus atendimentos.
A prevenção ainda não é ensinada aos cadetes na Academia de Polícia Militar, como uma postura institucional.
No geral, a visão ainda é de dar "visibilidade" ao policiamento.
Daí que passamos a vida toda estabelecendo procedimentos para nos tornarmos mais "presentes", no sentido de ficar mais visíveis.
Portanto, antes de querermos fazer acontecer uma base comunitária lá na ponta, ainda será necessário mudar o pensamento institucional, desde o momento da formação.
Fazer polícia comunitária não é simplesmente construir bases de policiamento e pronto.
Fazer polícia comunitária é estabelecer um diagnóstico de determinada área, com seus indicadores e aí, sim, desenvolver ações (policiais e não policiais) para resolver os problemas identificados no território estabelecido.
A setorização do policiamento é, hoje, a forma mais moderna de se fazer polícia comunitária. Quando se estabelece determinado espaço para se policiar, será mais fácil não apenas identificar problemas, mas também encontrar parceiros para a resolução das ocorrências que afligem a comunidade.
Então, é difícil fazer policiamento comunitário?
Na verdade, a resistência que se estabelece é porque essa maneira de se relacionar com a população empodera o cidadão e redunda em controle social.
E controle social não interessa a muita gente...
Comunidade pede permanência do comandante do batalhão
Lideranças comunitárias do Tenoné, Icoaraci e Outeiro solicitaram audiência ao comandante da PM, coronel Augusto Leitão, para pedir a permanência do tenente-coronel Hilton, comandante do 10º BPM, sediado em Icoaraci.
Um dia, Honorè Di Balzac disse: "o povo conspira com quem o protege".
Um dia, Honorè Di Balzac disse: "o povo conspira com quem o protege".
A escola forma cidadãos?
E pensar que antigamente a escola era a solução...
Hoje, a escola é um dos problemas da segurança pública.
Onde foi que nós erramos?
Hoje, a escola é um dos problemas da segurança pública.
Onde foi que nós erramos?
Mudanças na PMPA
Com a mudança no Comando de Policiamento da Capital que hoje tem a frente o coronel Raimundo Silva o comandante geral da Polícia Militar coronel Emanuel Augusto Leitão aproveitou para realizar outras mudanças que atingiram os comandos das Zonas de Policiamento e subcomandos de batalhões em Belém, Ananindeua, Marituba e Castanhal.
Na 4ª Zona de Policiamento que é responsável pelo policiamento ostensivo nos bairros da Cremação, Jurunas, Condor e Batista Campos saiu o major Pedro Paulo da Costa Vale e entrou o major Moisés de Jesus Heidtmann Dias.
Na 14ª Zona de Policiamento subordinada ao 6º BPM que tem a responsabilidade os bairros do centro de Ananindeua, Júlia Seffer, Águas Lindas, Águas Brancas e Maguari saiu o major Francisco Miguel da Silva Freitas que foi substituído pelo major Wilson Carlos de Araújo.
No comando da 11ª Zona de Policiamento – 20º BPM saiu o capitão Antônio Vicente da Silva Neto que foi substituído pelo major Cláudio José de Oliveira Gifoni.
Na 2ª Zona de Policiamento que tem a missão de policiar bairros como São Brás, Canudos, Fátima e parte de Nazaré, saiu o major Francisco Celso de Lima Machado entrando em seu lugar o major Paulo Daniel Ribeiro da Silva.
Na 1ª Zona de Policiamento que cuida do policiamento nos bairros da Sacramenta, Telégrafo, Barreiro e Val-de-Cans saiu o major Marcus Roberto Brasil sendo substituído pelo capitão Antônio Vicente da Silva Neto. Na 5ª Zona de Policiamento com jurisdição nos bairros da Marambaia, Cabanagem, Bengui saiu o major Paulo Daniel Ribeiro da Silva que foi substituído pelo major Janderson Viana.
O major Gifoni deixou o subcomando do 10º Batalhão de Polícia Militar, sendo substituído pelo major Costa Vale. Já o major Moisés Heidtmann Dias deixou o subcomando do Batalhão de Polícia de Choque sendo substituído pelo major Francisco Celso de Lima Machado.
Para o comando da Companhia Independente de Polícia Fluvial foi o major Luiz Carlos Leitão. Na Companhia Independente de Polícia com Cães saiu o major Araújo, entrando o major Williams Antônio Damasceno Chagas. No 1º Batalhão de Policia Militar saiu o subcomandante major Luiz Carlos da Silva Leitão entrando em seu lugar o major Marcus Brasil.
No interior a mudança atingiu o comando da 12ª Zona de Policiamento / 5º BPM em Castanhal saindo o major Ulisses Marques Lobo sendo substituído pelo capitão Heyder Silva do Nascimento.
Na 4ª Zona de Policiamento que é responsável pelo policiamento ostensivo nos bairros da Cremação, Jurunas, Condor e Batista Campos saiu o major Pedro Paulo da Costa Vale e entrou o major Moisés de Jesus Heidtmann Dias.
Na 14ª Zona de Policiamento subordinada ao 6º BPM que tem a responsabilidade os bairros do centro de Ananindeua, Júlia Seffer, Águas Lindas, Águas Brancas e Maguari saiu o major Francisco Miguel da Silva Freitas que foi substituído pelo major Wilson Carlos de Araújo.
No comando da 11ª Zona de Policiamento – 20º BPM saiu o capitão Antônio Vicente da Silva Neto que foi substituído pelo major Cláudio José de Oliveira Gifoni.
Na 2ª Zona de Policiamento que tem a missão de policiar bairros como São Brás, Canudos, Fátima e parte de Nazaré, saiu o major Francisco Celso de Lima Machado entrando em seu lugar o major Paulo Daniel Ribeiro da Silva.
Na 1ª Zona de Policiamento que cuida do policiamento nos bairros da Sacramenta, Telégrafo, Barreiro e Val-de-Cans saiu o major Marcus Roberto Brasil sendo substituído pelo capitão Antônio Vicente da Silva Neto. Na 5ª Zona de Policiamento com jurisdição nos bairros da Marambaia, Cabanagem, Bengui saiu o major Paulo Daniel Ribeiro da Silva que foi substituído pelo major Janderson Viana.
O major Gifoni deixou o subcomando do 10º Batalhão de Polícia Militar, sendo substituído pelo major Costa Vale. Já o major Moisés Heidtmann Dias deixou o subcomando do Batalhão de Polícia de Choque sendo substituído pelo major Francisco Celso de Lima Machado.
Para o comando da Companhia Independente de Polícia Fluvial foi o major Luiz Carlos Leitão. Na Companhia Independente de Polícia com Cães saiu o major Araújo, entrando o major Williams Antônio Damasceno Chagas. No 1º Batalhão de Policia Militar saiu o subcomandante major Luiz Carlos da Silva Leitão entrando em seu lugar o major Marcus Brasil.
No interior a mudança atingiu o comando da 12ª Zona de Policiamento / 5º BPM em Castanhal saindo o major Ulisses Marques Lobo sendo substituído pelo capitão Heyder Silva do Nascimento.
ELEIÇÃO NO PRESÍDO: RÁDIO, TV E IMPRESSOS
Os eleitores acolhidos em unidades prisionais e unidades de internação para menores infratores podem escolher seus candidatos por meio da propaganda eleitoral gratuita que iniciará no dia 17, terça-feira, nas emissoras de rádio e de televisão.
Veículos impressos como revistas e jornais podem ser consultados pelos internos para a escolha dos seus candidatos.
CANDIDATOS NÃO PODEM FAZER CAMPANHA EM UNIDADES PENAIS
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirma que os candidatos às eleições no Brasil não podem fazer campanha no interior das casas penais. A notícia responde a consulta do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Piauí sobre o assunto.
O impedimento, segundo o TSE, é porque esses locais de acolhimento são bens públicos e de acordo com a lei eleitoral a propaganda política não pode ser feita em locais e eventos públicos.
O impedimento, segundo o TSE, é porque esses locais de acolhimento são bens públicos e de acordo com a lei eleitoral a propaganda política não pode ser feita em locais e eventos públicos.
ELEIÇÕES NAS UNIDADES PRISIONAIS
Os votos mais de 20 mil presos provisórios poderão ser contabilizados pela primeira vez no Brasil. Votação desses eleitores será realizada em 25 estados e no Distrito Federal através de sistema de votação a ser instalado em 424 estabelecimentos prisionais e unidades de internação de menores infratores.







