Capitão Assumção (PSB-ES) acredita que o governo não tenha interesse em votar o segundo turno da PEC 300, que cria piso nacional para policiais e bombeiros.
“Essa posição atinge a dignidade dos agentes de segurança pública de todo o País.”
Ele rebateu as declarações de ministros sobre o impacto nas finanças públicas e sobre a interrupção das negociações depois de agressões no Congresso.
Segundo o deputado, nada disso é verdade.
http://www.camara.gov.br/internet/jornalcamara/default.asp?selecao=materia&codMat=60329
Palavra do delegado
"Cristo, proteja-nos da violência que invade nossa cidade maravilhosa".
Paulo Vianna - delegado da Polícia Civil do Pará.
Paulo Vianna - delegado da Polícia Civil do Pará.
Além da Dor
REVISTA FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA
É uma observação comum a brasileiros a surpresa diante do valor conferido por outros povos a seus militares e policiais e da união em torno deles em momentos de crise. Com nosso histórico acumulado de arbítrio militar, inépcia estatal e desigualdade, não conhecemos o sentimento de identificação e confiança que ampara este fenômeno.
Armas não são em nenhuma circunstância algo para se desejar. O risco daquela união se dar em torno de projetos autoritários é bem conhecido por nós. Não faltou no Brasil quem respaldasse o arbítrio e a seletividade sociais de grande parte de nossa história. O alerta sobre as possibilidades de desvios e a lembrança da excepcionalidade do recurso à força é por isso sempre fundamental.
Mas ele não deve nos obstruir o discernimento para reconhecer quando algo diferente acontece. E o que aconteceu no Rio nos últimos dias foi decididamente diferente.
Ao contrário de outros momentos de crise da segurança pública na cidade, este encontrou um espírito coletivo de confiança na possibilidade de melhora. Os resultados sólidos obtidos pelas UPPs, combinados com uma tendência de queda nos índices criminais no estado como um todo, abriram caminho para esta percepção.
Encontrou também um contexto social distinto da paralisia excludente que sempre o marcou. No mesmo curso do Brasil, nos últimos anos o Rio reduziu a pobreza em 50%, viu a desigualdade encolher pela primeira vez em décadas e passou a expandir com nitidez as oportunidades de acesso à cidadania e aos mercados de empreendedorismo, trabalho e consumo.
Foram esses movimentos, quem sabe, que alimentaram a convicção de sermos capazes de mais, como sociedade e estado, que a semana revelou. Autoidentificação e autoconfiança lançando as bases para o desfecho diferente de agora.
O governador Sérgio Cabral tem se referido aos acontecimentos desses dias como a “união do estado de direito democrático”. Não é retórico ao dizer isso. Assistimos a uma demonstração emblemática de integração governamental na área da segurança pública há muito demandada no país. A ações policiais refletindo uma capacidade técnica e massa crítica sem dúvida inexistentes no passado. A uma presença das forças armadas bem dimensionada no seu caráter tópico e de suporte operativo. A operações vigorosas ocorridas com o mínimo de baixas, entre policiais, moradores e também criminosos. A meios de comunicação que não se furtaram a estar presentes nos locais das ações, cobrindo-as com a natureza espetacular que inevitavelmente envolvem, mas predominantemente sem perder o equilíbrio na defesa da legalidade na ação pública, e ajudando a promovê-la com seu testemunho. À chegada em regiões como a Vila Cruzeiro e o Complexo do Alemão definidas desta vez não como o combate a antros de bandidos, mas como a extensão a essas áreas da legalidade democrática, em benefício antes de tudo dos seus moradores. A uma sociedade civil e população com acúmulo e convergência suficientes para respaldar esses esforços.
O saldo é a sensação de avanço e de estarmos prontos que circula pela cidade agora. O reconhecimento da importância da ação policial, combinado com a convicção de que esta precisa acontecer dentro da lei. O esgotamento da ambiguidade e do glamour em torno de grupos criminosos, associado ao horizonte de garantia universal de cidadania e direitos. A visão comum de uma cidade única, integrada, com a extensão tardia do estado democrático a todo o seu território. A convicção da existência de legimitidade e de condições para que isso aconteça.
Nada disso é mérito de ninguém em particular: resulta sim de anos de aportes, aproximações e apendizados de parte a parte, amadurecimento compartilhado entre policiais de organizações diversas, gestores públicos, ativistas, especialistas, jornalistas e assim por diante. É importante saber disso não apenas para prevenir a soberba, mas para evitar a reiteração de críticas antigas apenas pelo hábito de fazê-las.
Sim, nada será resolvido magicamente apenas por conta de alguns dias bem sucedidos. Há muito por ser feito para o aprimoramento estrutural das polícias fluminenses, além do combate à corrupção e brutalidade no interior delas, para que possam chegar a oferecer no dia-a-dia e em todo o estado a confiança percebida agora. E por valiosos que forem os avanços na segurança, eles só serão completos quando combinados com a integração plena da cidade, social, urbana e econômica. Não vejo razões para duvidar que o Rio, como o Brasil, tem hoje a consciência clara de tudo isso.
Mas nada ajuda mais para que essas coisas possam acontecer do que a demonstração prática vivenciada esses dias da possibilidade dos órgãos públicos atuarem com articulação e eficiência e, mais importante no caso de agora, da existência de algo como uma boa polícia, competente, íntegra e capaz de êxito. O Rio sente e sabe hoje que está avançando e que pode continuar a fazê-lo. E isso - com tudo que haja ainda por ser feito - não pode ter o seu valor subestimado.
Não seria correto tratar as ações dos últimos dias como mais um capítulo da narrativa que envolveu a morte de 19 pessoas com a ocupação desatrosa do mesmo Complexo do Alemão em 2007. Não é justo com os policiais comunitários dedicados cotidianamente às UPPs em áreas diversas da cidade pretender equipará-los a uma “polícia de apartheid” ou a muros e isolamentos acústicos colocados nas fronteiras de favelas. Não contribui para a integração desejada ignorar os esforços na direção dela hoje existentes na cidade (PAC, UPP Social, Morar Carioca, para citar alguns exemplos entre ações diversas governamentais, da sociedade civil e do setor privado).
Momentos de mudança o são também pela exigência da capacidade de percebê-la e reposicionar-se para os passos seguintes diante dela. O jornal “O Globo” tem sido criticado por batizar em sua capa da última sexta-feira a operação na Vila Cruzeiro como o “Dia D da guerra contra o tráfico”. O triunfalismo e o extremismo bélico do paralelo de fato parecem excessivos, mesmo que os sentidos do marco de virada coletiva e da Normandia como território não-inimigo libertado não o sejam. Mas se for uma questão de metáfora, digamos então que cruzamos o Cabo da Boa Esperança. Há um oceano inteiro pela frente e muito ainda pode acontecer, mas sabemos agora que podemos chegar lá.
José Marcelo Zacchi - Rio de Janeiro(RJ) - 28/11/2010
POLÍCIA DE PROXIMIDADE
Polícia de proximidade, por Marcos Rolim - Zero Hora 21/11/2010
O recurso mais importante para qualquer polícia do mundo é a informação. Uma polícia sem informações não sabe o que fazer e age como se estivesse em um túnel escuro. A mais ampla e importante fonte de informação para o trabalho policial é o povo. Mas a população só informa a polícia se confiar nela. Por isso, aumentar a confiança nas polícias é um desafio central, especialmente quando a imagem das instituições for ruim e estiver associada à ineficiência, à corrupção e à violência. O atendimento prestado à cidadania, a educação dos policiais e os êxitos alcançados pelas polícias ajudam muito, mas confiança exige proximidade dos policiais com as pessoas.
Nosso modelo de polícia está fundado em uma concepção reativa na qual os policiais patrulham aleatoriamente as cidades, dentro de viaturas, atendendo aos chamados de emergência do sistema 190.
Os residentes não conhecem os policiais, que, por sua vez, tampouco conhecem os moradores. Na ausência de vínculos, o que temos é uma “polícia estranha” às comunidades e que aparece, como regra, apenas depois que um crime já foi cometido. A ideia de fixar policiais em pequenos distritos, para o patrulhamento fora de viaturas, normalmente a pé, em contato direto com as pessoas, é o começo de uma mudança essencial em direção ao modelo de polícia comunitária. Nos países de democracia consolidada, esta tem sido uma das mais fortes tendências no policiamento nos últimos 30 anos.
Com o policiamento de proximidade, os profissionais de segurança passam a conhecer os residentes por seus nomes, passam a entender as dinâmicas sociais da região, têm mais condições de auxiliar as pessoas em variados momentos de dificuldade (não apenas em ocorrências criminais) e podem construir laços de confiança que lhes permitirão receber as informações de que precisam. As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Rio de Janeiro têm obtido êxitos porque realizam esta dinâmica. Quem tomar este exemplo como suficiente, entretanto, poderá se frustrar.
A cidade do RJ possui 1,5 mil favelas. Há UPPs em 12 delas. Se o governo conseguir instalar uma nova UPP por mês, em cem anos a cidade não estará coberta. Será preciso, então, reduzir rapidamente as áreas de exclusão social e promover cidadania. Mas o problema maior nem é esse. O problema é que nada nos garante que os policiais recrutados para as UPPs não estarão em breve associados ao crime. Para evitar este resultado, será preciso – além de salários dignos e exigências maiores de recrutamento e formação – a reforma do modelo de polícia, introduzindo o ciclo completo de policiamento e a divisão de responsabilidades entre as polícias por tipos criminais, assegurando uma única porta de entrada em cada polícia e, por decorrência, a possibilidade de uma verdadeira carreira policial etc., o que exige a alteração do art. 144 da Constituição Federal e disposição para mexer em um vespeiro de interesses corporativos e de disputas de poder.
Bem, podemos não fazer isso, por conveniência política ou falta de discernimento. Nesta hipótese, o pesadelo das milícias e da degradação completa da atividade policial surgirá cada vez mais forte no horizonte.
O recurso mais importante para qualquer polícia do mundo é a informação. Uma polícia sem informações não sabe o que fazer e age como se estivesse em um túnel escuro. A mais ampla e importante fonte de informação para o trabalho policial é o povo. Mas a população só informa a polícia se confiar nela. Por isso, aumentar a confiança nas polícias é um desafio central, especialmente quando a imagem das instituições for ruim e estiver associada à ineficiência, à corrupção e à violência. O atendimento prestado à cidadania, a educação dos policiais e os êxitos alcançados pelas polícias ajudam muito, mas confiança exige proximidade dos policiais com as pessoas.
Nosso modelo de polícia está fundado em uma concepção reativa na qual os policiais patrulham aleatoriamente as cidades, dentro de viaturas, atendendo aos chamados de emergência do sistema 190.
Os residentes não conhecem os policiais, que, por sua vez, tampouco conhecem os moradores. Na ausência de vínculos, o que temos é uma “polícia estranha” às comunidades e que aparece, como regra, apenas depois que um crime já foi cometido. A ideia de fixar policiais em pequenos distritos, para o patrulhamento fora de viaturas, normalmente a pé, em contato direto com as pessoas, é o começo de uma mudança essencial em direção ao modelo de polícia comunitária. Nos países de democracia consolidada, esta tem sido uma das mais fortes tendências no policiamento nos últimos 30 anos.
Com o policiamento de proximidade, os profissionais de segurança passam a conhecer os residentes por seus nomes, passam a entender as dinâmicas sociais da região, têm mais condições de auxiliar as pessoas em variados momentos de dificuldade (não apenas em ocorrências criminais) e podem construir laços de confiança que lhes permitirão receber as informações de que precisam. As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Rio de Janeiro têm obtido êxitos porque realizam esta dinâmica. Quem tomar este exemplo como suficiente, entretanto, poderá se frustrar.
A cidade do RJ possui 1,5 mil favelas. Há UPPs em 12 delas. Se o governo conseguir instalar uma nova UPP por mês, em cem anos a cidade não estará coberta. Será preciso, então, reduzir rapidamente as áreas de exclusão social e promover cidadania. Mas o problema maior nem é esse. O problema é que nada nos garante que os policiais recrutados para as UPPs não estarão em breve associados ao crime. Para evitar este resultado, será preciso – além de salários dignos e exigências maiores de recrutamento e formação – a reforma do modelo de polícia, introduzindo o ciclo completo de policiamento e a divisão de responsabilidades entre as polícias por tipos criminais, assegurando uma única porta de entrada em cada polícia e, por decorrência, a possibilidade de uma verdadeira carreira policial etc., o que exige a alteração do art. 144 da Constituição Federal e disposição para mexer em um vespeiro de interesses corporativos e de disputas de poder.
Bem, podemos não fazer isso, por conveniência política ou falta de discernimento. Nesta hipótese, o pesadelo das milícias e da degradação completa da atividade policial surgirá cada vez mais forte no horizonte.
Comunidade coloca faixas para agradecer atenção da PM
PARCERIA: POLÍCIA , ESCOLA E COMUNIDADE
A reforma estrutural e pedagógica como ferramenta de combate à violência está sendo o diferencial adotado pela comunidade da Escola Estadual de Ensino Fundamental Augusto Meira. Localizada no bairro de São Braz, em Belém, a escola têm sido referência quando falamos em mudanças para a segurança de todos, pois a parceria dos diversos atores sociais está sendo fundamental para a melhoria da comunidade escolar, na educação e na segurança.
O medo constante da violência era rotina na vida de professores, alunos e da comunidade do bairro. Há três anos e meio como diretora da escola Augusto Meira, Aldalina Ferreira, diz que a sensação de insegurança era visível e com isso houve a cobrança de se fazer algo pela escola. “Começamos a nos dividir em equipes para pedir apoio. Estreitamos a relação com a Polícia Militar, com isso o coronel Costa Júnior nos orientou na busca de apoio, visando os parametros do Programa Segurança Cidadã”, ressaltou a diretora.
Em julho desde ano, representantes da comunidade escolar Augusto Meira, da igreja e do bairro de São Braz se reuniram com agentes de segurança da Companhia de Policiamento Escolar – CIPOE, da 2ª Zona de Policiamento – ZPOl, e do Centro integrado de Operações – CIOP, para discutirem medidas conjuntas de combate à violência. Nesse encontro foi decidido que uma viatura da 2ª ZPOL, ficaria permanente na esquina da José Bonifácio com a Gentil Bittencourt. Além disso, entendeu-se que o trabalho do policial militar na escola como mediador de conflitos é importante. Nesse sentido, a diretora da escola, Aldalina Ferreira, ressalta o trabalho da CIPOE: “A parceria com a CIPOE é intensa. Quando acontece algum fato dentro da escola, os policiais conversam com o aluno e, também, com a família. Esse trabalho é importante para todos”, diz a diretora da escola.
Para o comandante da 2ª Zpol, major Daniel, a permanência do PBE no cruzamento da José Bonifácio com a Gentil foi estratégica e está dando bons resultados. “O PBE nesse ponto inibe a ação dos bandidos. Após um levantamento de dados foi constatado que o canal da Gentil servia como rota de fuga em ações criminosas”, ponderou o comandante da 2ª Zpol.
A parceria entre a comunidade e policiais militares tem tido êxito, pois as pessoas já sentem diferenças na área, principalmente na segurança. Como forma de reconhecimento das ações da polícia na escola e no bairro, a comunidade decidiu colocar faixas expressivas de agradecimento do trabalho que está sendo feito. “Isso é uma forma de valorizar o trabalho da polícia”, concluiu a diretora.
Educação
A forma pedagógica, encontrada por um grupo de professores da Escola Augusto Meira, como ferramenta de prevenção a violência foi a implantação do “Projeto Interdisciplinar de Leitura, Escrita, Cálculo e Combate à Violência”. A biblioteca e a utilização de ferramentas de multimídias foram os meios encontrados para atender alunos da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, do turno da tarde. O objetivo do projeto é desenvolver práticas educacionais de aprimoramento de leitura, escrita e cálculo de forma interdisciplinar, através das temáticas da violência e o desenvolvimento da Filosofia e da Ciência. O projeto foi aprovado pelo Ministério da Educação – MEC, o que resultou na reforma e ampliação da biblioteca da escola Augusto Meira. Com isso, atendendo as necessidades do projeto e da escola.
Fonte: http://www.pm.pa.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1679&Itemid=1
A reforma estrutural e pedagógica como ferramenta de combate à violência está sendo o diferencial adotado pela comunidade da Escola Estadual de Ensino Fundamental Augusto Meira. Localizada no bairro de São Braz, em Belém, a escola têm sido referência quando falamos em mudanças para a segurança de todos, pois a parceria dos diversos atores sociais está sendo fundamental para a melhoria da comunidade escolar, na educação e na segurança.
O medo constante da violência era rotina na vida de professores, alunos e da comunidade do bairro. Há três anos e meio como diretora da escola Augusto Meira, Aldalina Ferreira, diz que a sensação de insegurança era visível e com isso houve a cobrança de se fazer algo pela escola. “Começamos a nos dividir em equipes para pedir apoio. Estreitamos a relação com a Polícia Militar, com isso o coronel Costa Júnior nos orientou na busca de apoio, visando os parametros do Programa Segurança Cidadã”, ressaltou a diretora.
Em julho desde ano, representantes da comunidade escolar Augusto Meira, da igreja e do bairro de São Braz se reuniram com agentes de segurança da Companhia de Policiamento Escolar – CIPOE, da 2ª Zona de Policiamento – ZPOl, e do Centro integrado de Operações – CIOP, para discutirem medidas conjuntas de combate à violência. Nesse encontro foi decidido que uma viatura da 2ª ZPOL, ficaria permanente na esquina da José Bonifácio com a Gentil Bittencourt. Além disso, entendeu-se que o trabalho do policial militar na escola como mediador de conflitos é importante. Nesse sentido, a diretora da escola, Aldalina Ferreira, ressalta o trabalho da CIPOE: “A parceria com a CIPOE é intensa. Quando acontece algum fato dentro da escola, os policiais conversam com o aluno e, também, com a família. Esse trabalho é importante para todos”, diz a diretora da escola.
Para o comandante da 2ª Zpol, major Daniel, a permanência do PBE no cruzamento da José Bonifácio com a Gentil foi estratégica e está dando bons resultados. “O PBE nesse ponto inibe a ação dos bandidos. Após um levantamento de dados foi constatado que o canal da Gentil servia como rota de fuga em ações criminosas”, ponderou o comandante da 2ª Zpol.
A parceria entre a comunidade e policiais militares tem tido êxito, pois as pessoas já sentem diferenças na área, principalmente na segurança. Como forma de reconhecimento das ações da polícia na escola e no bairro, a comunidade decidiu colocar faixas expressivas de agradecimento do trabalho que está sendo feito. “Isso é uma forma de valorizar o trabalho da polícia”, concluiu a diretora.
Educação
A forma pedagógica, encontrada por um grupo de professores da Escola Augusto Meira, como ferramenta de prevenção a violência foi a implantação do “Projeto Interdisciplinar de Leitura, Escrita, Cálculo e Combate à Violência”. A biblioteca e a utilização de ferramentas de multimídias foram os meios encontrados para atender alunos da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, do turno da tarde. O objetivo do projeto é desenvolver práticas educacionais de aprimoramento de leitura, escrita e cálculo de forma interdisciplinar, através das temáticas da violência e o desenvolvimento da Filosofia e da Ciência. O projeto foi aprovado pelo Ministério da Educação – MEC, o que resultou na reforma e ampliação da biblioteca da escola Augusto Meira. Com isso, atendendo as necessidades do projeto e da escola.
Fonte: http://www.pm.pa.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1679&Itemid=1
AS “BICICLETAS AZUIS” DA Cidade Velha-Cidade Viva
Em julho de 2008 iniciamos a conversar com a Policia Militar a respeito da possibilidade de doar algumas bicicletas para rodar pelas ruas do nosso bairro.
Iniciava uma parceria. Tratava-se de “Segurança Cidadã, Responsabilidade Compartilhada”. O Major Camarão foi o nosso contacto e tutor, inicialmente.
Pouco depois saímos às ruas para fazer a coleta de dinheiro para comprar as bicicletas em questão. Alguns poucos comerciantes e 70 famílias, nos ajudaram a comprar três bicicletas e Padre Gonçalo, doou uma outra.
Dia 3 de novembro de 2008, a “policia montada” nas “nossas” bicicletas estava nas ruas da Cidade Velha, cuidando da nossa segurança. Vimos, satisfeitos, os resultados dessa parceria. O Comandante Hilton deu inicio a essa experiência e seguia de perto e com entusiamo os resultados. Depois, chegou o Comandante Monteiro, o qual, sempre disponível, reunia conosco, quase que mensalmente, para trocar opiniões e assim melhorar o serviço prestado.
Hoje a Policia Militar roda pelas ruas do nosso bairro com bicicletas novas. A distância de dois anos “nossas bicicletas azuis” foram aposentadas. Duraram mais do que o previsto.
Aproveitamos para doá-las aos policiais que as guiaram durante esse tempo
Agradecemos a todos aqueles que nos ajudaram a comprar essas bicicletas e à Policia Militar, por ter possibilitado a melhoria da nossa segurança que, com, certeza, continuará a dar resultados com as novas bicicletas.
Dulce Rosa de Bacelar Rocque - Presidente CiVViva
Iniciava uma parceria. Tratava-se de “Segurança Cidadã, Responsabilidade Compartilhada”. O Major Camarão foi o nosso contacto e tutor, inicialmente.
Pouco depois saímos às ruas para fazer a coleta de dinheiro para comprar as bicicletas em questão. Alguns poucos comerciantes e 70 famílias, nos ajudaram a comprar três bicicletas e Padre Gonçalo, doou uma outra.
Dia 3 de novembro de 2008, a “policia montada” nas “nossas” bicicletas estava nas ruas da Cidade Velha, cuidando da nossa segurança. Vimos, satisfeitos, os resultados dessa parceria. O Comandante Hilton deu inicio a essa experiência e seguia de perto e com entusiamo os resultados. Depois, chegou o Comandante Monteiro, o qual, sempre disponível, reunia conosco, quase que mensalmente, para trocar opiniões e assim melhorar o serviço prestado.
Hoje a Policia Militar roda pelas ruas do nosso bairro com bicicletas novas. A distância de dois anos “nossas bicicletas azuis” foram aposentadas. Duraram mais do que o previsto.
Aproveitamos para doá-las aos policiais que as guiaram durante esse tempo
Agradecemos a todos aqueles que nos ajudaram a comprar essas bicicletas e à Policia Militar, por ter possibilitado a melhoria da nossa segurança que, com, certeza, continuará a dar resultados com as novas bicicletas.
Dulce Rosa de Bacelar Rocque - Presidente CiVViva
Rio de Janeiro vive guerra contra o tráfico; ataques a veículos continuam
Mesmo com a manutenção do efetivo policial nas ruas do Rio de Janeiro na noite desta quinta-feira (25), os criminosos desafiam a ação de reforço da segurança pública e continuam a incendiar veículos, a exemplo do que ocorreu ao longo da semana.
O Rio teve um dia de guerra contra o tráfico, com cenas típicas: fuga de bandidos armados pelo morro, veículos blindados da Marinha circulando pelas ruas, tiroteios, mortes, prisões e veículos em chamas. Depois de a Marinha oferecer apoio logístico, o Ministério da Defesa anunciou o envio de 800 homens ao Rio.
O Rio teve um dia de guerra contra o tráfico, com cenas típicas: fuga de bandidos armados pelo morro, veículos blindados da Marinha circulando pelas ruas, tiroteios, mortes, prisões e veículos em chamas. Depois de a Marinha oferecer apoio logístico, o Ministério da Defesa anunciou o envio de 800 homens ao Rio.
UPP Cidade de Deus - Parceria
Neste ano de 2010, tive a oportunidade de conhecer as UPPs, da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Foi uma experiência muito interessante, porque durante alguns dias, visitei o Morro Dona marta, Chapéu Mangueira (à noite) e a comunidade Cidade de Deus, que é uma favela horizontal.
Em Cidade de Deus, entrevistei o capitão Pazzini, que tem uma excelente visão sobre policiamento comunitário.
Pazzini falou sobre o processo de parceria que fica fortalecido quando os cidadãos percebem que a presença da polícia é para promover o bem a todos na comunidade.
Clique e assista a este vídeo.
Em Cidade de Deus, entrevistei o capitão Pazzini, que tem uma excelente visão sobre policiamento comunitário.
Pazzini falou sobre o processo de parceria que fica fortalecido quando os cidadãos percebem que a presença da polícia é para promover o bem a todos na comunidade.
Clique e assista a este vídeo.
Dica: aquisição de computador
Meus amigos.
Dia desses, precisei adquirir um microcomputador para o meu filho mais novo. Aí, por indicação de pessoa da família, fui até a Loja I-Service, onde encontrei um equipamento com boa configuração, conforme anúncio abaixo. Comprei em 06 parcelas. Bem em conta!
A máquina está funcionando lá em casa. da melhor qualidade. Fica a dica.
Faço questão de indicar a loja, porque percebi no proprietário um jovem empreendedor.
Disse-lhe que divulgaria no blog.
Bernardo: PEC 300 deve considerar orçamento estadual
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse hoje que considera "inacreditável" as discussões a respeito da proposta de emenda à Constituição (PEC) 300, que estabelece um piso nacional de R$ 3,200 para os policiais e bombeiros do País. De acordo com ele, o impacto da aprovação da PEC seria de R$ 43,5 bilhões, dos quais R$ 30 bilhões seriam responsabilidade dos Estados e o restante, do governo federal. "Acho inacreditável votar isso sem olhar o Orçamento dos Estados", afirmou.
O ministro comparou a proposta a outra PEC, a que equipara salários de delegados e promotores. Ele citou ter conversado com José Serra em março, quando o tucano ainda era governador de São Paulo (antes de se candidatar à Presidência da República), que lhe confidenciou que o impacto apenas em São Paulo seria de R$ 8,5 bilhões anuais.
"Acho que quando vai se votar coisas como esta tem de olhar o Orçamento", afirmou, comparando a iniciativa à tentativa de calçar um sapato número 44 em um pé número 45. "Ou machuca o pé, ou estoura o sapato", completou.
Sobre a movimentação dos policiais e dos servidores do Judiciário, que também pleiteiam aumento salarial e ameaçam iniciar uma greve no início do governo da presidente eleita, Dilma Rousseff, Bernardo ironizou: "Ninguém no governo tem medo de greve. Surgimos na vida política do País fazendo greve."
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,bernardo-pec-300-deve-considerar-orcamento-estadual,641803,0.htm
O ministro comparou a proposta a outra PEC, a que equipara salários de delegados e promotores. Ele citou ter conversado com José Serra em março, quando o tucano ainda era governador de São Paulo (antes de se candidatar à Presidência da República), que lhe confidenciou que o impacto apenas em São Paulo seria de R$ 8,5 bilhões anuais.
"Acho que quando vai se votar coisas como esta tem de olhar o Orçamento", afirmou, comparando a iniciativa à tentativa de calçar um sapato número 44 em um pé número 45. "Ou machuca o pé, ou estoura o sapato", completou.
Sobre a movimentação dos policiais e dos servidores do Judiciário, que também pleiteiam aumento salarial e ameaçam iniciar uma greve no início do governo da presidente eleita, Dilma Rousseff, Bernardo ironizou: "Ninguém no governo tem medo de greve. Surgimos na vida política do País fazendo greve."
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,bernardo-pec-300-deve-considerar-orcamento-estadual,641803,0.htm
Observatório Social de Belém na Rádio Liberal nesta quarta
ENTREVISTA
Nesta quarta-feira, 24, às 9h30min, o Observatório Social de Belém - OSBel será pauta do programa do radialista Santino Soares, na Rádio CBN/Liberal Belém, 90.5 FM.
Dentre outros, deverão ser abordados os seguintes temas:
- origem e missão do OSBel;
- parcerias;
- potencial de eficiência, eficácia e efetividade;
- forma de participação;
- eventos em que ele é tema (Seminário de Educação e Dia Internacional Contra a Corrupção);
- novos observatórios em Abaetetuba e Castanhal.
Parabéns a todos os associados e apoiadores do OSBel, verdadeiros responsáveis pelo crescimento dessa proposta como alternativa de intervenção construtiva e eficaz para a gestão do município de Belém.
Nesta quarta-feira, 24, às 9h30min, o Observatório Social de Belém - OSBel será pauta do programa do radialista Santino Soares, na Rádio CBN/Liberal Belém, 90.5 FM.
Dentre outros, deverão ser abordados os seguintes temas:
- origem e missão do OSBel;
- parcerias;
- potencial de eficiência, eficácia e efetividade;
- forma de participação;
- eventos em que ele é tema (Seminário de Educação e Dia Internacional Contra a Corrupção);
- novos observatórios em Abaetetuba e Castanhal.
Parabéns a todos os associados e apoiadores do OSBel, verdadeiros responsáveis pelo crescimento dessa proposta como alternativa de intervenção construtiva e eficaz para a gestão do município de Belém.
Tiroteio e exploração sexual infanto-juvenil na Praça da Vila, em Mosqueiro
Moradores da Ilha de Mosqueiro reclamam de uma casa de festas chamada NAVE DO SOM, localizada na praça da Vila.
A comunidade informa que a Polícia Civil nem chega a autorizar a realização da festa, mas o proprietário da casa não toma conhecimento.
A praça, que antes foi lugar de passeios das crianças e tranquilidade dos idosos, hoje é um campo de guerra.
E mais: depois das três da manhã, a rapaziada sai alcoolizada, dirigindo seus veículos e empinando a dianteira de suas motos.
Como os policiais militares não são agentes da autoridade de trânsito, nada podem fazer com algumas irregularidades.
Bem que poderia ser feita uma operação conjunta entre os órgãos de segurança pública.
O Conselho Tutelar e o Ministério Público já foram informados pela comunidade local da frequência de crianças e adolescentes ao local.
- Quem irá nos socorrer? - perguntou uma moradora ao autor deste blog.
A comunidade informa que a Polícia Civil nem chega a autorizar a realização da festa, mas o proprietário da casa não toma conhecimento.
A praça, que antes foi lugar de passeios das crianças e tranquilidade dos idosos, hoje é um campo de guerra.
E mais: depois das três da manhã, a rapaziada sai alcoolizada, dirigindo seus veículos e empinando a dianteira de suas motos.
Como os policiais militares não são agentes da autoridade de trânsito, nada podem fazer com algumas irregularidades.
Bem que poderia ser feita uma operação conjunta entre os órgãos de segurança pública.
O Conselho Tutelar e o Ministério Público já foram informados pela comunidade local da frequência de crianças e adolescentes ao local.
- Quem irá nos socorrer? - perguntou uma moradora ao autor deste blog.
Beltrame garante trabalho de Polícia Comunitária com as UPPs e anuncia:
"Vamos jogar duro contra os bandidos"
Em coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira, o secretário de segurança José Mariano Beltrame afirmou que a policia do Rio vai endurecer ainda mais com os bandidos.
- Ação de repressão não resolve sozinha. Estamos completando um ano e um mês baixando os índices. Se for preciso, ações de repressão serão feitas. Não vamos desistir. Quem perde, quer apostar na deficiência do estado. Nós dobramos a aposta. Se eles vêm com uma força de lá, nós iremos com força dobrada. Quem atrapalhar o planejamento será atropelado. O programa das UPPs irá até o fim - afirmou o secretário.
Segundo Beltrame, há informações de que Marcinho VP está por trás dos ataques. Há uma suspeita da união de duas facções criminosas. Por isso, a secretaria esta pedindo à Vara de Execuções Penais (VEP) a transferência de oito presos, de uma lista de 13, que seriam suspeitos de planejarem os ataques. A VEP ainda não decidiu a respeito.
Em coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira, o secretário de segurança José Mariano Beltrame afirmou que a policia do Rio vai endurecer ainda mais com os bandidos.
- Ação de repressão não resolve sozinha. Estamos completando um ano e um mês baixando os índices. Se for preciso, ações de repressão serão feitas. Não vamos desistir. Quem perde, quer apostar na deficiência do estado. Nós dobramos a aposta. Se eles vêm com uma força de lá, nós iremos com força dobrada. Quem atrapalhar o planejamento será atropelado. O programa das UPPs irá até o fim - afirmou o secretário.
Segundo Beltrame, há informações de que Marcinho VP está por trás dos ataques. Há uma suspeita da união de duas facções criminosas. Por isso, a secretaria esta pedindo à Vara de Execuções Penais (VEP) a transferência de oito presos, de uma lista de 13, que seriam suspeitos de planejarem os ataques. A VEP ainda não decidiu a respeito.
Comissão aprova acordo para combate a crimes em rios de fronteira
A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou nesta terça-feira o texto do convênio firmado em 2008 entre Brasil, Peru e Colômbia para combate a crimes cometidos em rios comuns ou fronteiriços. O relator na comissão, deputado Raul Jungmann (PPS-PE), defendeu a aprovação da proposta (PDC 2820/10).
O acordo prevê que os países desenvolvam ações coordenadas para conter o tráfego de embarcações suspeitas que estejam ou ingressem nesses rios. Para isso, os organismos de segurança das três nações desenvolverão, entre outras atividades, o intercâmbio de informação tática e de inteligência; a troca de dados relativos ao desenvolvimento de operações, alertando previamente as unidades fronteiriças; e o compartilhamento de experiências na luta contra crimes e contravenções cometidos nas zonas de fronteira.
Tramitação
O projeto, que já tinha sido aprovado pela Comissão de Viação e Transportes, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), antes de seguir para o plenário. O texto tramita em regime de urgência.
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/RELACOES-EXTERIORES/151464-COMISSAO-APROVA-ACORDO-PARA-COMBATE-A-CRIMES-EM-RIOS-DE-FRONTEIRA.html
O acordo prevê que os países desenvolvam ações coordenadas para conter o tráfego de embarcações suspeitas que estejam ou ingressem nesses rios. Para isso, os organismos de segurança das três nações desenvolverão, entre outras atividades, o intercâmbio de informação tática e de inteligência; a troca de dados relativos ao desenvolvimento de operações, alertando previamente as unidades fronteiriças; e o compartilhamento de experiências na luta contra crimes e contravenções cometidos nas zonas de fronteira.
Tramitação
O projeto, que já tinha sido aprovado pela Comissão de Viação e Transportes, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), antes de seguir para o plenário. O texto tramita em regime de urgência.
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/RELACOES-EXTERIORES/151464-COMISSAO-APROVA-ACORDO-PARA-COMBATE-A-CRIMES-EM-RIOS-DE-FRONTEIRA.html
Tom Cavalcante no Twitter fala sobre criminalidade
O humorista Tom Cavalcante, indignado com a onda de criminalidade no Rio de Janeiro e no Brasil, diz em seu Twitter o que todo mundo sabe, mas pouco se atina:
"Até quando vão ficar fazendo o costumeiro gato e rato com os bandidos? Resolvam o problema na raiz.Vi esse filme a pouco tempo no cinema".
@TomCavalcante1
"Até quando vão ficar fazendo o costumeiro gato e rato com os bandidos? Resolvam o problema na raiz.Vi esse filme a pouco tempo no cinema".
@TomCavalcante1
Rede comunitária de segurança pelo Twitter
Meus amigos, acabei de criar uma conta no Twitter para servir como mais uma ferramenta através das mídias sociais para enfrentarmos os problemas da nossa comunidade, sobretudo aqueles ligados à segurança pública.
Portanto, quando perceber algum problema na sua rua ou notar a presença de estranhos, tuíte para:
@rededeseguranca.
Mande também a placa de veículos roubados e furtados.
Vamos nos importar não com o que já ocorreu, mas com aquilo que pode promover uma ocorrência policial.
Aos poucos nós vamos compreendendo a importância dessa ferramenta, que será aperfeiçoada com a adesão de centenas de participantes, que incrementarão com novas ideias.
Acompanhe o desenvolvimento dessa ferramenta neste blog.
Clique aqui: www.twitter.com/rededeseguranca
Portanto, quando perceber algum problema na sua rua ou notar a presença de estranhos, tuíte para:
@rededeseguranca.
Mande também a placa de veículos roubados e furtados.
Vamos nos importar não com o que já ocorreu, mas com aquilo que pode promover uma ocorrência policial.
Aos poucos nós vamos compreendendo a importância dessa ferramenta, que será aperfeiçoada com a adesão de centenas de participantes, que incrementarão com novas ideias.
Acompanhe o desenvolvimento dessa ferramenta neste blog.
Clique aqui: www.twitter.com/rededeseguranca
Segurança pública sem homofobia
Reunidos em clima harmonioso no Rio de Janeiro, policiais civis e militares, bombeiros, guardas municipais, agentes penitenciários, policiais federais e rodoviários federais dos 27 estados do país e do Distrito Federal ouviram os relatos e expectativas dos movimentos sociais LGTB e apresentaram práticas exitosas contra a homofobia em seus estados.
Presente à abertura do evento, o secretário Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça, Ricardo Balestreri (na foto acima, discursando), destacou a importância da capacitação dos profissionais da segurança pública e da Rede Nacional de Educação a Distância, que provê educação continuada, integrada e qualificada a policiais de todas as forças, com ênfase no respeito aos direitos humanos, à diversidade e ao cumprimento das leis.
Balestreri afirmou que a democracia depende do respeito pleno à população, inclusive no campo da liberdade sexual. Segundo ele, o objetivo do seminário é a conscientização de que os agentes de segurança pública devem não apenas respeitar os direitos das pessoas mas também promover a diversidade de direito. Três cursos a distância da Senasp contemplam a temática LGTB. O curso de Direitos Humanos qualificou, em 2010, 166.321 profissionais; o de Atuação Policial frente aos Grupos Vulneráveis, 7.316; e o de Segurança Pública sem Homofobia, 3.962 profissionais.
No seminário, pesquisadores fomentados por instituições conveniadas à Secretaria de Direitos Humanos e à Senasp através da Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp) apresentam suas produções acadêmicas sobre temas como violência homofóbica, tráfico de travestis e redução de danos.
Presente à abertura do evento, o secretário Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça, Ricardo Balestreri (na foto acima, discursando), destacou a importância da capacitação dos profissionais da segurança pública e da Rede Nacional de Educação a Distância, que provê educação continuada, integrada e qualificada a policiais de todas as forças, com ênfase no respeito aos direitos humanos, à diversidade e ao cumprimento das leis.
Balestreri afirmou que a democracia depende do respeito pleno à população, inclusive no campo da liberdade sexual. Segundo ele, o objetivo do seminário é a conscientização de que os agentes de segurança pública devem não apenas respeitar os direitos das pessoas mas também promover a diversidade de direito. Três cursos a distância da Senasp contemplam a temática LGTB. O curso de Direitos Humanos qualificou, em 2010, 166.321 profissionais; o de Atuação Policial frente aos Grupos Vulneráveis, 7.316; e o de Segurança Pública sem Homofobia, 3.962 profissionais.
No seminário, pesquisadores fomentados por instituições conveniadas à Secretaria de Direitos Humanos e à Senasp através da Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp) apresentam suas produções acadêmicas sobre temas como violência homofóbica, tráfico de travestis e redução de danos.
Beltrame recusa convite para assumir Senasp
Secretário de Segurança do Rio se encontra com titular da secretaria nacional, mas nega assumir vaga no governo federal.
Brasília - O secretário estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Mariano Beltrame, participou ontem de encontro, em Brasília, com o secretário Nacional de Segurança Pública (Senasp), Ricardo Balestreri. A reunião aumentou os rumores de que vai ocupar uma cadeira na capital federal, mas Beltrame nega.
Nos bastidores, a informação é de que o encontro já estava programado e que seria uma visita de cortesia. Após sair da reunião, ele desconversou. Mas também negou que reunião tenha sido para medir ajuda de tropas governo federal para controlar a onda de violência no Rio.
Beltrame teria recusado dois convites feitos para assumir a Senasp e um para ser diretor geral da Polícia Federal no governo de Dilma Rousseff. A explicação para não aceitar teria sido o prestígio e a relação afinada com o governador Sérgio Cabral, que sempre elogia a política de segurança adotada por Beltrame. “Para a PF existem vários candidatos a diretor-geral e ter mais um concorrente não seria o ideal”, comentou um dos funcionários do alto escalão da Senasp.
Nos bastidores fala-se que o nome mais cotado para assumir o cargo ocupado por Balestreri é o do atual secretário-executivo do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), no Ministério da Justiça, Ronaldo Teixeira da Silva, conhecido como professor Nado.
Ex-chefe de gabinete do ministro da Justiça, Tarso Genro, em 2007, Ronaldo tem prestígio com a cúpula petista e é um dos homens de confiança de Balestreri. Além disso, ele pilota programas importantes do ministério como o "Mulheres da Paz", que oferece bolsas para ajudar a retirar adolescentes da criminalidade e o Projeto de Proteção dos Jovens em Território Vulnerável (Protejo).
POR CHRISTINA NASCIMENTO
Brasília - O secretário estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Mariano Beltrame, participou ontem de encontro, em Brasília, com o secretário Nacional de Segurança Pública (Senasp), Ricardo Balestreri. A reunião aumentou os rumores de que vai ocupar uma cadeira na capital federal, mas Beltrame nega.
Nos bastidores, a informação é de que o encontro já estava programado e que seria uma visita de cortesia. Após sair da reunião, ele desconversou. Mas também negou que reunião tenha sido para medir ajuda de tropas governo federal para controlar a onda de violência no Rio.
Beltrame teria recusado dois convites feitos para assumir a Senasp e um para ser diretor geral da Polícia Federal no governo de Dilma Rousseff. A explicação para não aceitar teria sido o prestígio e a relação afinada com o governador Sérgio Cabral, que sempre elogia a política de segurança adotada por Beltrame. “Para a PF existem vários candidatos a diretor-geral e ter mais um concorrente não seria o ideal”, comentou um dos funcionários do alto escalão da Senasp.
Nos bastidores fala-se que o nome mais cotado para assumir o cargo ocupado por Balestreri é o do atual secretário-executivo do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), no Ministério da Justiça, Ronaldo Teixeira da Silva, conhecido como professor Nado.
Ex-chefe de gabinete do ministro da Justiça, Tarso Genro, em 2007, Ronaldo tem prestígio com a cúpula petista e é um dos homens de confiança de Balestreri. Além disso, ele pilota programas importantes do ministério como o "Mulheres da Paz", que oferece bolsas para ajudar a retirar adolescentes da criminalidade e o Projeto de Proteção dos Jovens em Território Vulnerável (Protejo).
PEC 300: “Não aguentamos mais tanta enrolação”, diz major Fábio
Defensor da PEC 300, Major Fábio manda recado e promete ‘artilharia’ pesada.
Um dos maiores defensores da PEC 300 no País, o deputado federal Major
Fábio usou o seu mini-blog na tarde desta segunda-feira, (22), para
postar sua indignação com o descaso como a PEC 300 vem sendo tratada no
Congresso Nacional.
“Os trabalhadores da Segurança Pública do Brasil estão sendo 'enrolados'.
A resposta virá em breve!"
Eleição de Tiririca não foi nada circense
O repórter Daniel Bramatti, do Estado de S.Paulo, publicou uma reportagem muito interessante nesta segunda-feira sobre como a eleição de Tiririca vai render R$ 2,7 milhões por ano ao seu partido, o PR. A grana é mais de cinco vezes o que a legenda investiu, oficialmente, na campanha do palhaço. É que o rateio do Fundo Partidário é proporcional à votação de cada agremiação.
Isso mostra como a candidatura de Tiririca não tem nada de circense. É um projeto político, engendrado pelos dirigentes do PR para reforçar a votação do partido, eleger mais deputados federais de sua coligação (mais três, no caso) e rechear os cofres da agremiação. Um artifício perfeito, executado às custas do eleitor supostamente “desiludido” com a política.
Mas um fenômeno paralelo merece registro. Até as 19h30 do dia em que foi publicada, a reportagem de Bramatti havia sido reproduzida com o mesmo lide (abertura) em diferentes sites da internet 827 vezes. Ao menos esses foram os indexados pelo Google nesse período. Em parte, isso se deve à distribuição do texto pela Agência Estado.
http://blogs.estadao.com.br/vox-publica/2010/11/22/multiplicacao-na-internet-transforma-autor-em-anonimo-e-credito-em-excecao/
Isso mostra como a candidatura de Tiririca não tem nada de circense. É um projeto político, engendrado pelos dirigentes do PR para reforçar a votação do partido, eleger mais deputados federais de sua coligação (mais três, no caso) e rechear os cofres da agremiação. Um artifício perfeito, executado às custas do eleitor supostamente “desiludido” com a política.
Mas um fenômeno paralelo merece registro. Até as 19h30 do dia em que foi publicada, a reportagem de Bramatti havia sido reproduzida com o mesmo lide (abertura) em diferentes sites da internet 827 vezes. Ao menos esses foram os indexados pelo Google nesse período. Em parte, isso se deve à distribuição do texto pela Agência Estado.
http://blogs.estadao.com.br/vox-publica/2010/11/22/multiplicacao-na-internet-transforma-autor-em-anonimo-e-credito-em-excecao/
Polícia comunitária incomoda o tráfico no Rio de Janeiro
Crime reage a UPP e transferência de presos, diz polícia do Rio de Janeiro
A polícia fluminense atribui à insatisfação de traficantes da facção criminosa Comando Vermelho com as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) nas favelas e com a transferência de chefes do tráfico para o presídio federal de Catanduvas (PR) os ataques de criminosos contra motoristas na cidade.
Nesta segunda-feira (22), cinco homens atearam fogo a uma perua e dois carros em Irajá, na zona norte, e metralharam uma cabine da Polícia Militar (PM).
No domingo (21), na Linha Vermelha, uma das principais vias expressas, seis homens incendiaram dois carros e atiraram contra um veículo da Aeronáutica. Nas duas ocasiões, ninguém ficou ferido.
Para enfrentar a nova onda de ataques, o governo estadual determinou que o esquema especial de policiamento do fim do ano fosse antecipado. Escalas de policiais foram reduzidas para aumentar o efetivo nas ruas e o policiamento das vias passará a contar com 140 motocicletas. "Claro que isso tem a ver com a reorganização do território que reconquistamos. Vamos continuar pacificando, porque ainda tem comunidades que servem de fortaleza e escudo para o crime", disse o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB).
Os ataques em série pegaram a cúpula da Segurança Pública de surpresa. Pela manhã, Cabral chegou a anunciar que o secretário de Segurança estava reunido com o comandante-geral da Polícia Militar, Mário Sérgio Duarte, para tratar do assunto. No entanto, Beltrame estava em Brasília para reunião com a presidente eleita Dilma Rousseff. Duarte ligou para os comandantes dos batalhões das áreas atingidas pelas ações dos criminosos determinando o aumento do policiamento e disse que a PM voltará a operar nas favelas dominadas pelo CV.
"Vamos operar de forma pontual nas favelas para localizar os criminosos que estão realizando esta ação", disse Duarte. Porém, no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro, na zona norte do Rio, os principais refúgios dos traficantes do CV, a polícia não faz operações de busca a traficantes desde janeiro de 2008, quando foram anunciadas as obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) no conjunto de favelas da zona norte.
O comandante da PM não quis comentar o déficit no efetivo da corporação que conta com 39 mil homens. "Vamos receber 3.600 policiais na próxima incorporação e no próximo ano devemos abrir vagas para sete mil homens. O objetivo é chegar até 2014 com 50 mil homens e 60 (mil) em 2016", afirmou.
A polícia fluminense atribui à insatisfação de traficantes da facção criminosa Comando Vermelho com as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) nas favelas e com a transferência de chefes do tráfico para o presídio federal de Catanduvas (PR) os ataques de criminosos contra motoristas na cidade.
Nesta segunda-feira (22), cinco homens atearam fogo a uma perua e dois carros em Irajá, na zona norte, e metralharam uma cabine da Polícia Militar (PM).
No domingo (21), na Linha Vermelha, uma das principais vias expressas, seis homens incendiaram dois carros e atiraram contra um veículo da Aeronáutica. Nas duas ocasiões, ninguém ficou ferido.
Para enfrentar a nova onda de ataques, o governo estadual determinou que o esquema especial de policiamento do fim do ano fosse antecipado. Escalas de policiais foram reduzidas para aumentar o efetivo nas ruas e o policiamento das vias passará a contar com 140 motocicletas. "Claro que isso tem a ver com a reorganização do território que reconquistamos. Vamos continuar pacificando, porque ainda tem comunidades que servem de fortaleza e escudo para o crime", disse o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB).
Os ataques em série pegaram a cúpula da Segurança Pública de surpresa. Pela manhã, Cabral chegou a anunciar que o secretário de Segurança estava reunido com o comandante-geral da Polícia Militar, Mário Sérgio Duarte, para tratar do assunto. No entanto, Beltrame estava em Brasília para reunião com a presidente eleita Dilma Rousseff. Duarte ligou para os comandantes dos batalhões das áreas atingidas pelas ações dos criminosos determinando o aumento do policiamento e disse que a PM voltará a operar nas favelas dominadas pelo CV.
"Vamos operar de forma pontual nas favelas para localizar os criminosos que estão realizando esta ação", disse Duarte. Porém, no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro, na zona norte do Rio, os principais refúgios dos traficantes do CV, a polícia não faz operações de busca a traficantes desde janeiro de 2008, quando foram anunciadas as obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) no conjunto de favelas da zona norte.
O comandante da PM não quis comentar o déficit no efetivo da corporação que conta com 39 mil homens. "Vamos receber 3.600 policiais na próxima incorporação e no próximo ano devemos abrir vagas para sete mil homens. O objetivo é chegar até 2014 com 50 mil homens e 60 (mil) em 2016", afirmou.
Policiais militares terão capacitação de Polícia Comunitária no sistema japonês
Para multiplicar o conhecimento da filosofia de Polícia Comunitária e aperfeiçoar as ações locais com experiências que deram certo em outros países, Mato Grosso do Sul foi incluído no projeto da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) que estabelece um acordo de cooperação técnica com o Japão. Através do projeto, policiais militares do Estado devem participar de um curso baseado no sistema japonês Koban, de bases comunitárias.
De acordo com o coordenador estadual de Polícia Comunitária, coronel Carlos de Santana Carneiro, o acordo facilita a capacitação dos policiais sul-mato-grossenses em cursos internacionais. Ele explica que o curso, que deve acontecer em parceria com o Japão, será em São Paulo em meados do mês de abril de 2011. “Serão enviados 12 policiais, entre capitães e tenentes que já trabalham em batalhões com bases comunitárias, e eles serão multiplicadores deste conhecimento logo que retornarem ao Estado”, esclarece o coronel.
Aqueles que participarem da formação devem ser os responsáveis por ministrar os cursos de Gestor de Base Comunitária, voltado para cabos e sargentos dos batalhões com bases comunitárias e o curso de Operador de Base Comunitária, este destinado a soldados e cabos que atuam nas comunidades onde já foram instaladas as bases ou onde elas serão implantadas. Segundo o coronel Santana, os cursos serão elaborados através de conceitos estabelecidos pela Senasp.
Ainda conforme o coordenador estadual, um oficial da Polícia Militar também deve viajar até o Japão para conhecer mais profundamente o sistema Koban implantado pelos japoneses. “O Japão tem um dos mais antigos modelos de Polícia Comunitária”, observa Santana, referindo-se à tradição do sistema que serve de padrão para outros países.
De acordo com o coordenador estadual de Polícia Comunitária, coronel Carlos de Santana Carneiro, o acordo facilita a capacitação dos policiais sul-mato-grossenses em cursos internacionais. Ele explica que o curso, que deve acontecer em parceria com o Japão, será em São Paulo em meados do mês de abril de 2011. “Serão enviados 12 policiais, entre capitães e tenentes que já trabalham em batalhões com bases comunitárias, e eles serão multiplicadores deste conhecimento logo que retornarem ao Estado”, esclarece o coronel.
Aqueles que participarem da formação devem ser os responsáveis por ministrar os cursos de Gestor de Base Comunitária, voltado para cabos e sargentos dos batalhões com bases comunitárias e o curso de Operador de Base Comunitária, este destinado a soldados e cabos que atuam nas comunidades onde já foram instaladas as bases ou onde elas serão implantadas. Segundo o coronel Santana, os cursos serão elaborados através de conceitos estabelecidos pela Senasp.
Ainda conforme o coordenador estadual, um oficial da Polícia Militar também deve viajar até o Japão para conhecer mais profundamente o sistema Koban implantado pelos japoneses. “O Japão tem um dos mais antigos modelos de Polícia Comunitária”, observa Santana, referindo-se à tradição do sistema que serve de padrão para outros países.
Programa Estação Segurança retorna ao ar, na Rádio Nazaré FM
Na última sexta-feira, 19/11/2010, das 14h00 às 16h00, no estúdio da Rádio Nazaré FM (91,3), o major PM Galdino Ribeiro Filho (21ºBPM) retomou a programação do "Estação Segurança", programa de rádio destinado à discussão das temáticas de segurança pública que inquietam e preocupam a sociedade paraense.
Entre as notícias divulgadas, registrou-se a presença em Belém do Pará de uma delegação de alunos do curso de habilitação a oficiais (CHO) da Polícia e Bombeiro Militar do Ceará, que visitou o IESP e o Comando Geral da PM.
A inspetora Bertinotti, da Polícia Rodoviária Federal , em entrevista ao major Galdino, abordou os cuidados necessários para se prevenir dos acidentes de trânsito, entre os quais fazer a manutenção prévia do veículo, programar o itinerário com locais para repouso e dormida, além de respeitar os limites de velocidade das vias.
Estiveram no estúdio da Rádio Nazaré, a promotora de Justiça Fábia de Melo e a engenheira agrônoma Layse, do Ministério Público Estadual. Elas falaram sobre a Audiência Pública que o MP realizou em Belém, recentemente, para a confecção do texto que construirá o Plano Diretor de Arborização de Belém.
O coronel Costa Júnior participou pelo telefone falando sobre o Grupo de Trabalho que o Programa Segurança Cidadã vem participando para melhorar a qualidade de vida dos moradores do entorno do Lixão do Aurá.
O programa contou também com a divulgação das atividades do ministério de música da Capelania Militar Católica que anima uma micareta da juventude neste domingo na Igreja de Aparecida e a tarde de louvor, todas as sextas-feiras, no Batalhão de Choque da Polícia Militar.
O programa estação segurança é promovido pela Assessoria de Comunicação da Polícia Militar (ASCOM/PM), que tem como Chefe o Major PM Jorge Vasconcelos, contando ainda entre os apresentadores, além do Major PM Galdino, o Cel PM Costa Júnior, o Ten Cel PM Mauro Pinheiro, Major PM Carmo e Major PM Elson.
A realização do programa se deve à parceria entre a ASCOM e a Fundação Nazaré que sob o lema de defesa da vida, abriu espaço aos órgãos de segurança pública para divulgarem os projetos sociais, campanhas educativas e manter os ouvintes informados sobre detalhes dessa área de interesse pública.
SERVIÇO: Ouça o Programa Estação Segurança, toda sexta, de 14 às 16h00, na Rádio Nazaré FM direto do seu computador: clique AQUI.
Entre as notícias divulgadas, registrou-se a presença em Belém do Pará de uma delegação de alunos do curso de habilitação a oficiais (CHO) da Polícia e Bombeiro Militar do Ceará, que visitou o IESP e o Comando Geral da PM.
A inspetora Bertinotti, da Polícia Rodoviária Federal , em entrevista ao major Galdino, abordou os cuidados necessários para se prevenir dos acidentes de trânsito, entre os quais fazer a manutenção prévia do veículo, programar o itinerário com locais para repouso e dormida, além de respeitar os limites de velocidade das vias.
Estiveram no estúdio da Rádio Nazaré, a promotora de Justiça Fábia de Melo e a engenheira agrônoma Layse, do Ministério Público Estadual. Elas falaram sobre a Audiência Pública que o MP realizou em Belém, recentemente, para a confecção do texto que construirá o Plano Diretor de Arborização de Belém.
O coronel Costa Júnior participou pelo telefone falando sobre o Grupo de Trabalho que o Programa Segurança Cidadã vem participando para melhorar a qualidade de vida dos moradores do entorno do Lixão do Aurá.
O programa contou também com a divulgação das atividades do ministério de música da Capelania Militar Católica que anima uma micareta da juventude neste domingo na Igreja de Aparecida e a tarde de louvor, todas as sextas-feiras, no Batalhão de Choque da Polícia Militar.
O programa estação segurança é promovido pela Assessoria de Comunicação da Polícia Militar (ASCOM/PM), que tem como Chefe o Major PM Jorge Vasconcelos, contando ainda entre os apresentadores, além do Major PM Galdino, o Cel PM Costa Júnior, o Ten Cel PM Mauro Pinheiro, Major PM Carmo e Major PM Elson.
A realização do programa se deve à parceria entre a ASCOM e a Fundação Nazaré que sob o lema de defesa da vida, abriu espaço aos órgãos de segurança pública para divulgarem os projetos sociais, campanhas educativas e manter os ouvintes informados sobre detalhes dessa área de interesse pública.
SERVIÇO: Ouça o Programa Estação Segurança, toda sexta, de 14 às 16h00, na Rádio Nazaré FM direto do seu computador: clique AQUI.
Marudá agradece prisão de trio
Três homens envolvidos no espancamento de um capitão da Polícia Militar e furto da arma do policial estão presos na Delegacia de Polícia Civil de Marapanim, no nordeste paraense.
Lourival Neto do Rosário Santos de 35 anos, Edgar Ferreira Fernandes de 25, conhecido por “Piquê”, condenado por tráfico em São Paulo, e Lourival Silva de Jesus Filho de 30 anos de apelido “Ícaro” preso pela DRCO em 2006 e responde a 14 processos criminais.
“Ícaro” é filho da mulher conhecida como Maria Flávia e irmão de “Ítalo ou Silas” que juntamente com o outro elemento, conhecido por “Julialdi”, faz parte da famigerada “Gangue da Domingas”, sendo que “Ícaro” é acusado de dois homicídios no bairro da Cidade Nova, em Ananindeua.
Menos de dois meses soltos por indulto e na condição de liberdade provisória assistida, estes marginais aterrorizavam a vila de Marudá em Marapanim, praticando vários delitos e tráfico de drogas, sob o comando de “Julialdi”, sendo que agora o trio foi autuado por formação de quadrilha, lesão corporal grave e posse ilegal de arma de fogo, pelo delegado Marcelo Olívia.
A vítima mais recente da “Gangue da Domingas” foi o policial militar Carlos Augusto Fernandes Pinheiro que permanece internado no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência de Belém em observação médica.
ORIGEM
O crime se registrou na manhã de domingo passado, na orla do balneário de Marudá. O policial estava de folga, com a esposa e um irmão, na localidade, onde iria passar o feriado prolongado.
Informações apuradas pelo delegado Marcelo Oliva dão conta de que a vítima se divertia no local com os familiares quando o irmão do policial viu um homem dentro do carro da vítima estacionado na orla do balneário.
Ao chegar ao carro, o policial viu um homem no momento em que ele saía do veículo levando o telefone celular da esposa que estava no interior do automóvel. A arma do militar, que estava embaixo do banco do veículo, não foi encontrada pelo suspeito.
Assim, o capitão pegou a arma uma pistola ponto 40 passando a perseguir o arrombador conseguindo abordá-lo, quando cerca de oito pessoas que estavam com o ladrão identificado por “Ícaro” todos integrantes da famigerada “Gangue da Domingas” atacaram o militar passando a espancá-lo a socos e chutes, até fazê-lo perder os sentidos, entregando a arma para os assaltantes.
INVESTIGAÇÃO
Após o crime, policiais civis e militares passaram a investigar e localizaram os três acusados em uma casa abandonada, no bairro Alegre, em Marudá. A arma do policial foi encontrada com “Ícaro”. Com as prisões, os policiais identificaram, por apelidos, mais cinco envolvidos no crime que terão suas prisões solicitadas ao Poder Judiciário.
Ícaro, Ítalo e Julialdi estavam em liberdade provisória assistida e da “Gangue da Domingas” já foram identificados pela Polícia Civil os marginais, Juli , Maria Flávia,Tati, Bagana, Merdinha , Mirim, Paulinho, Cristiam, Corujito, Marcio Xaropinho, Kiko, Ninim, Perema e Barriguinha que fazem do Bairro do Alegre reduto para o tráfico de drogas, assaltos e arrombamentos na cidade de Marudá.
Com a prisão de “Ícaro” alguns assaltos cuja autoria é creditado ao marginal serão investigados como o que deixou gravemente ferido e com seguelas permanentes Rui Silva, Bené Pescador e o homem conhecido por Lindra, que é vendedor de peixes na praia de Marudá, todos vítimas do marginal que golpeou com arma branca estes moradores para roubar seus pertences.
(Jornal Diário do Pará)
Lourival Neto do Rosário Santos de 35 anos, Edgar Ferreira Fernandes de 25, conhecido por “Piquê”, condenado por tráfico em São Paulo, e Lourival Silva de Jesus Filho de 30 anos de apelido “Ícaro” preso pela DRCO em 2006 e responde a 14 processos criminais.
“Ícaro” é filho da mulher conhecida como Maria Flávia e irmão de “Ítalo ou Silas” que juntamente com o outro elemento, conhecido por “Julialdi”, faz parte da famigerada “Gangue da Domingas”, sendo que “Ícaro” é acusado de dois homicídios no bairro da Cidade Nova, em Ananindeua.
Menos de dois meses soltos por indulto e na condição de liberdade provisória assistida, estes marginais aterrorizavam a vila de Marudá em Marapanim, praticando vários delitos e tráfico de drogas, sob o comando de “Julialdi”, sendo que agora o trio foi autuado por formação de quadrilha, lesão corporal grave e posse ilegal de arma de fogo, pelo delegado Marcelo Olívia.
A vítima mais recente da “Gangue da Domingas” foi o policial militar Carlos Augusto Fernandes Pinheiro que permanece internado no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência de Belém em observação médica.
ORIGEM
O crime se registrou na manhã de domingo passado, na orla do balneário de Marudá. O policial estava de folga, com a esposa e um irmão, na localidade, onde iria passar o feriado prolongado.
Informações apuradas pelo delegado Marcelo Oliva dão conta de que a vítima se divertia no local com os familiares quando o irmão do policial viu um homem dentro do carro da vítima estacionado na orla do balneário.
Ao chegar ao carro, o policial viu um homem no momento em que ele saía do veículo levando o telefone celular da esposa que estava no interior do automóvel. A arma do militar, que estava embaixo do banco do veículo, não foi encontrada pelo suspeito.
Assim, o capitão pegou a arma uma pistola ponto 40 passando a perseguir o arrombador conseguindo abordá-lo, quando cerca de oito pessoas que estavam com o ladrão identificado por “Ícaro” todos integrantes da famigerada “Gangue da Domingas” atacaram o militar passando a espancá-lo a socos e chutes, até fazê-lo perder os sentidos, entregando a arma para os assaltantes.
INVESTIGAÇÃO
Após o crime, policiais civis e militares passaram a investigar e localizaram os três acusados em uma casa abandonada, no bairro Alegre, em Marudá. A arma do policial foi encontrada com “Ícaro”. Com as prisões, os policiais identificaram, por apelidos, mais cinco envolvidos no crime que terão suas prisões solicitadas ao Poder Judiciário.
Ícaro, Ítalo e Julialdi estavam em liberdade provisória assistida e da “Gangue da Domingas” já foram identificados pela Polícia Civil os marginais, Juli , Maria Flávia,Tati, Bagana, Merdinha , Mirim, Paulinho, Cristiam, Corujito, Marcio Xaropinho, Kiko, Ninim, Perema e Barriguinha que fazem do Bairro do Alegre reduto para o tráfico de drogas, assaltos e arrombamentos na cidade de Marudá.
Com a prisão de “Ícaro” alguns assaltos cuja autoria é creditado ao marginal serão investigados como o que deixou gravemente ferido e com seguelas permanentes Rui Silva, Bené Pescador e o homem conhecido por Lindra, que é vendedor de peixes na praia de Marudá, todos vítimas do marginal que golpeou com arma branca estes moradores para roubar seus pertences.
(Jornal Diário do Pará)
CEAS fez prova na Sexta-feira
O Curso Especial de Aperfeiçoamento de Sargentos (CEAS), da Polícia Militar do Pará, fez provas de Polícia Comunitária e de Redação Oficial na sexta-feira, 19/11/2010, no CFAP e nos diversos pólos de formação do interior do Estado.
A disciplina Polícia Comunitária contou como tutor o CAP PM CHARLET (QCG/DEI) e Redação Oficial, o TEN PM CUNHA (APM), os quais não registraram quaisquer problemas ou reclamações acerca das provas.
Alunos como o CEAS PM BENTES, do QCG/DAL, bastou "manter a atenção e não se afobar" para fazer uma boa prova, principalmente na de Polícia Comunitária, cujo material abordava assuntos ligados à realidade da maioria dos policiais militares, principalmente os da atividade fim, comentou o graduado.
http://charlethipus.blogspot.com/2010/11/ceas-fez-prova-na-sexta-feira.html
Oficial da PM do Pará irá ao Japão
O coordenador do Programa Segurança Cidadã, coronel Costa Júnior, indicará mais um oficial da Polícia Militar do Pará que deverá realizar o Curso de Policiamento Comunitário em Tóquio, como parte do Acordo de Cooperação Técnica assinado com a JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão).
O oficial a ser indicado para frequentar o curso no Japão sairá de uma lista tríplice que será encaminhada para a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) dentre os capitães e tenentes que fizeram o Curso Internacional de Multiplicadores de Polícia Comunitária - Sistema Koban, em São Paulo.
O oficial a ser indicado para frequentar o curso no Japão sairá de uma lista tríplice que será encaminhada para a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) dentre os capitães e tenentes que fizeram o Curso Internacional de Multiplicadores de Polícia Comunitária - Sistema Koban, em São Paulo.
MJ renova projeto de implantação de koban no Brasil
O MRE, o MJ, a Jica e o governo de São Paulo estão envolvidos no projeto
Brasil , Brasília
| Com o objetivo de difundir, no Brasil, a doutrina e a filosofia de policiamento comunitário baseado no sistema koban, o Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), assinou proposta para dar continuidade e expansão ao acordo de cooperação técnica entre o Brasil e o Japão. Validaram o documento o coordenador-geral do Plano de Implantação e Acompanhamento de Programas da Senasp, Erisson Lemos Pita, o diretor da Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores, Marco Farani, o chefe da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), Katsuhiko Haga, e o comandante-geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo. A assinatura do acordo foi feita no final de outubro, em Brasília, durante a reunião anual do comitê de coordenação do projeto. Além da continuidade ao plano, foi determinada a inclusão de policiais militares do Mato Grosso do Sul na iniciativa - profissionais de outros 11 Estados que fazem parte do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) já receberam este tipo de capacitação. Desde o início do acordo, em novembro de 2008, foram habilitados 359 policiais do Brasil e de países como El Salvador, Costa Rica e Guatemala. O comitê também discutiu a ampliação da proposta de ensino interativo, já implantado pela Polícia Militar de São Paulo, para outros Estados; a disponibilização de material didático dos cursos na língua espanhola e a realização de encontro técnico de multiplicadores do sistema. Diminuição da criminalidade Comandante da PM de São Paulo, Álvaro Camilo lembrou que o acordo é extremamente importante para todo o Brasil. “Depois da renovação do convênio, a criminalidade em São Paulo começou a cair. De 2000 para cá, houve uma redução de 70% no número de homicídios na cidade. A Polícia Comunitária foi um dos fatores decisivos, porque vai além da atividade policial, envolve o cidadão”, defendeu. Segundo ele, a entrada da Senasp na cooperação só fortaleceu o trabalho. “Agora existem mais condições para que essas atividades se estendam rapidamente por todo o país”, completou. O coordenador-geral do Plano de Implantação e Acompanhamento de Programas Sociais de Prevenção de Violência da Senasp, Erisson Lemos Pita, concorda. “A contribuição do Ministério da Justiça deve ser destacada. Desde 2008, concluímos nove turmas do curso. E a previsão é de que, até novembro de 2011, tenhamos organizado mais três turmas”, contou. A fim de difundir a filosofia de policiamento comunitário no Brasil, o MJ investiu cerca de R$ 600 mil por ano e capacitou, desde 2006, mais de 70 mil profissionais de segurança pública e moradores das comunidades (em cursos de lideranças comunitárias). Já pelo acordo com o governo japonês foram investidos cerca de R$ 4 milhões desde 2008. |
Estado divulga cronograma de pagamento
Somente com o pagamento do salário de novembro para servidores ativos e inativos e pensionistas e mais o 13º salário e o pagamento de dezembro apenas dos funcionários ativos, o governo do Estado vai injetar cerca de R$ 610 milhões na economia paraense. Os salários de novembro começam a ser pagos a partir da próxima quarta-feira, dia 24. Já o 13º salário do Estado será pago a partir de 14 dezembro.
Mas esse montante ainda será maior, porque a folha de pagamento de servidores estaduais ativos referente ao mês de novembro atinge R$ 170 milhões, e a de inativos e pensionistas chega a R$ 100 milhões, perfazendo uma folha total de R$ 270 milhões, e ainda serão efetuados o 13º salário de ativos (R$ 170 milhões) e os inativos e pensionistas (a ser definido pelo Instituto de Gestão Previdenciária do Pará (Igeprev) e mais o salário de dezembro dos ativos (R$ 170 milhões) e dos inativos e pensionistas (também a ser calculado pelo Igeprev).
O secretário de Estado de Administração, Wilson Figueiredo, informou ontem à tarde que o valor líquido da folha de pagamento dos servidores ativos civis e militares do governo do Estado é de R$ 170 milhões, já deduzidos os impostos, como Previdência Social e Imposto de Renda (a folha bruta é de cerca de R$ 260 milhões). São 100 mil servidores ativos civis e mais 30 mil ativos militares.
O Igeprev informou que até 3 de dezembro vai fechar a folha de pagamento de inativos civis e militares e pensionistas para o 13º e salário de dezembro.
CRONOGRAMA DE PAGAMENTO
24/11 - Pensionistas militares/pensionistas civis;
25/11 - Inativos civis/Seduc/Sead;
26/11 - Auditoria, Casa Civil, Casa Militar, Consultoria, Defensoria, Gabinete do vice-governador, NGPR, Procuradoria, Segov, Sepe, Sepaq, Seir, Sedect, Sead, Sefa, Sepof, Sagri, Sema, Secult, Sedurb, Seel, Seicom, Sejudh, Seop, Sespa, Seter, Sedes, Setran, Secom;
29/11 - Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Segup, Adepará, Arcon, Asipag, Ceasa, Cohab, CPC Renato Chaves, EGPA, Emater, FCG, Fcptn, FCV, Funcap, Funtelpa, Fapespa, Hospital de Clínicas, Hospital Ofir Loyola, Hemopa, IAP, Imep, Iterpa, Paratur, Prodepa, Santa Casa, Susipe, Uepa, Ideflor, Idesp, Loterpa;
30/11 - Seduc (capital e interior).
Mas esse montante ainda será maior, porque a folha de pagamento de servidores estaduais ativos referente ao mês de novembro atinge R$ 170 milhões, e a de inativos e pensionistas chega a R$ 100 milhões, perfazendo uma folha total de R$ 270 milhões, e ainda serão efetuados o 13º salário de ativos (R$ 170 milhões) e os inativos e pensionistas (a ser definido pelo Instituto de Gestão Previdenciária do Pará (Igeprev) e mais o salário de dezembro dos ativos (R$ 170 milhões) e dos inativos e pensionistas (também a ser calculado pelo Igeprev).
O secretário de Estado de Administração, Wilson Figueiredo, informou ontem à tarde que o valor líquido da folha de pagamento dos servidores ativos civis e militares do governo do Estado é de R$ 170 milhões, já deduzidos os impostos, como Previdência Social e Imposto de Renda (a folha bruta é de cerca de R$ 260 milhões). São 100 mil servidores ativos civis e mais 30 mil ativos militares.
O Igeprev informou que até 3 de dezembro vai fechar a folha de pagamento de inativos civis e militares e pensionistas para o 13º e salário de dezembro.
CRONOGRAMA DE PAGAMENTO
24/11 - Pensionistas militares/pensionistas civis;
25/11 - Inativos civis/Seduc/Sead;
26/11 - Auditoria, Casa Civil, Casa Militar, Consultoria, Defensoria, Gabinete do vice-governador, NGPR, Procuradoria, Segov, Sepe, Sepaq, Seir, Sedect, Sead, Sefa, Sepof, Sagri, Sema, Secult, Sedurb, Seel, Seicom, Sejudh, Seop, Sespa, Seter, Sedes, Setran, Secom;
29/11 - Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Segup, Adepará, Arcon, Asipag, Ceasa, Cohab, CPC Renato Chaves, EGPA, Emater, FCG, Fcptn, FCV, Funcap, Funtelpa, Fapespa, Hospital de Clínicas, Hospital Ofir Loyola, Hemopa, IAP, Imep, Iterpa, Paratur, Prodepa, Santa Casa, Susipe, Uepa, Ideflor, Idesp, Loterpa;
30/11 - Seduc (capital e interior).
Brasil tem recorde de policiais em missões de paz
Lis Horta Moriconi Trinta e um fardados, e entre eles, três mulheres. Nenhum deles é militar, mas todos são membros de missões de paz das Nações Unidas. Eles representam um número recorde de policiais enviados pelo Brasil para fazer parte de operações de paz da ONU fora do país em 2010 e vêm de várias partes do país: São Paulo, Pernambuco, Alagoas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Amazonas, Bahia e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal.“Desde os anos 90 que o Brasil não enviava tantos policiais para fazerem parte de missões da ONU. Este momento é muito importante”, diz Eduarda Hamann, sub-coordenadora de Operações de Paz do Viva Rio. Especialista em Relações Internacionais, ela publicou recentemente um estudo sobre a participação latino-americana em missões de paz das Nações Unidas e acredita que a atual conjuntura pode significar que o Brasil está interessado em assumir um papel de liderança crescente nesta área.
Os policiais começaram a ser integrados às missões de paz das Nações Unidas na década de 1970, mas sua presença só cresceu em número mesmo partir dos anos 1990. “Há 30 anos, ser enviado em tropas da ONU para missões de paz significava proteger zonas neutras em áreas de conflito. Mas após as tragédias na Somália, Ruanda e Bósnia, a ONU começou a reconhecer a natureza dos problemas de segurança de outra forma. Hoje, suas missões em zonas de conflito também dão apoio a processos eleitorais, conferem estabilidade, defendem a garantia dos direitos humanos e treinam forças policiais locais”, enumera Eduarda. Para ela, essas novas funções abriram espaço para a entrada de policiais.
Os policiais começaram a ser integrados às missões de paz das Nações Unidas na década de 1970, mas sua presença só cresceu em número mesmo partir dos anos 1990. “Há 30 anos, ser enviado em tropas da ONU para missões de paz significava proteger zonas neutras em áreas de conflito. Mas após as tragédias na Somália, Ruanda e Bósnia, a ONU começou a reconhecer a natureza dos problemas de segurança de outra forma. Hoje, suas missões em zonas de conflito também dão apoio a processos eleitorais, conferem estabilidade, defendem a garantia dos direitos humanos e treinam forças policiais locais”, enumera Eduarda. Para ela, essas novas funções abriram espaço para a entrada de policiais.
Tailândia-PA: tiroteio e sete presos em reintegrações
Tiroteio, sete pessoas detidas e uma ponte (sobre o rio Moju) parcialmente destruída marcaram, de terça-feira para ontem, os dois primeiros dias de operação do Comando de Missões Especiais (CME) da Polícia Militar para o cumprimento de mandados judiciais de reintegração de posse no município de Tailândia.
A cidade, agora novamente envolvida num clima de nervosismo e tensão, já havia sido palco, em fevereiro de 2008, da Operação Arco de Fogo, deflagrada pelo Ibama e Polícia Federal para combater o desmatamento ilegal.
Cem homens foram mobilizados para desocupar a Fazenda Progresso, às margens da PA-150, a cerca de 30 km de Tailândia em cumprimento ao mandado expedido pela Vara Agrária de Castanhal. O oficial que comandou a operação admitiu ter havido alguns momentos de tensão, comum em ações desse tipo. No geral, porém, a força policial teve pouco trabalho, já que não houve resistência da parte dos moradores.
A cidade, agora novamente envolvida num clima de nervosismo e tensão, já havia sido palco, em fevereiro de 2008, da Operação Arco de Fogo, deflagrada pelo Ibama e Polícia Federal para combater o desmatamento ilegal.
Cem homens foram mobilizados para desocupar a Fazenda Progresso, às margens da PA-150, a cerca de 30 km de Tailândia em cumprimento ao mandado expedido pela Vara Agrária de Castanhal. O oficial que comandou a operação admitiu ter havido alguns momentos de tensão, comum em ações desse tipo. No geral, porém, a força policial teve pouco trabalho, já que não houve resistência da parte dos moradores.
Concurso público: Polícia Militar do Amazonas abrirá 2,5 mil vagas
MANAUS - A Polícia Militar do Estado do Amazonas (PMAM) vai abrir concurso público para 2,5 mil novos policiais até o final deste ano. O processo seletivo para contratação do novo efetivo deverá ser organizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com lançamento do edital previsto para dezembro.
As vagas de concursados serão para soldados, oficiais e especialistas. Os policiais devem integrar as ações de implantação do projeto Ronda nos Bairros, uma das principais promessas de campanha do governador Omar Aziz. A estimativa é que, a partir dos primeiros meses de 2011, os novos profissionais já estejam em atividade.
Leia mais: http://concursopolicial.blogspot.com/2010/11/policia-militar-do-am-abrira-25-mil.html#ixzz15onEoU00
As vagas de concursados serão para soldados, oficiais e especialistas. Os policiais devem integrar as ações de implantação do projeto Ronda nos Bairros, uma das principais promessas de campanha do governador Omar Aziz. A estimativa é que, a partir dos primeiros meses de 2011, os novos profissionais já estejam em atividade.
Leia mais: http://concursopolicial.blogspot.com/2010/11/policia-militar-do-am-abrira-25-mil.html#ixzz15onEoU00
PEC 300: ameaça de greve se piso salarial não for definido
Esse governo “tá” de sacanagem com a classe policial do nosso Brasil, só nos falta um pouco de união ai conhecerão nossa força.
O comentário foi em resposta ao alerta feito hoje pelos líderes partidários, que, em reunião com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, chamaram a atenção para a possibilidade de policiais e bombeiros fazerem uma greve geral, no início do governo de Dilma Rousseff, caso as PECs 300/08 e 446/09 não sejam aprovadas.
Vaccarezza: greve de policiais exige cuidados especiais
Líder do governo observa que policiais são ‘servidores armados’ e comenta a possibilidade de ser realizada uma greve devido à não votação da proposta que define um piso salarial da categoria.
Vaccarezza: piso salarial de policiais deve ser discutido com governadores eleitos.
O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse nesta quarta-feira que a greve é um direito legítimo dos trabalhadores, mas, no caso de policiais, exige cuidados por tratar-se “de servidores armados”.
As PECs estabelecem piso salarial nacional para policiais e bombeiros militares. Na opinião de Vaccarezza, o assunto deve ser discutido entre os governadores e a presidente eleita, no ano que vem, uma vez que são os estados que arcarão com o aumento das despesas.
Busca de alternativas
Participante da reunião com o presidente Lula, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) confirmou a ameaça de greve e disse ser necessário encontrar uma alternativa para votar a PEC ainda neste ano. “Não pode aumentar o salário mínimo, não pode aumentar o salário da polícia, mas os deputados querem ganhar igual juízes”, provocou.
Segundo o líder do governo, cálculos do Ministério do Planejamento mostram que, se o salário de todos os policiais e bombeiros militares fosse equiparado ao pago em Sergipe – de R$ 3,2 mil -, “o rombo seria de mais de R$ 40 bilhões”.
Reportagem – Maria Neves e Carol Siqueira
Edição – Newton Araújo
O comentário foi em resposta ao alerta feito hoje pelos líderes partidários, que, em reunião com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, chamaram a atenção para a possibilidade de policiais e bombeiros fazerem uma greve geral, no início do governo de Dilma Rousseff, caso as PECs 300/08 e 446/09 não sejam aprovadas.
Vaccarezza: greve de policiais exige cuidados especiais
Líder do governo observa que policiais são ‘servidores armados’ e comenta a possibilidade de ser realizada uma greve devido à não votação da proposta que define um piso salarial da categoria.
Vaccarezza: piso salarial de policiais deve ser discutido com governadores eleitos.
O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse nesta quarta-feira que a greve é um direito legítimo dos trabalhadores, mas, no caso de policiais, exige cuidados por tratar-se “de servidores armados”.
As PECs estabelecem piso salarial nacional para policiais e bombeiros militares. Na opinião de Vaccarezza, o assunto deve ser discutido entre os governadores e a presidente eleita, no ano que vem, uma vez que são os estados que arcarão com o aumento das despesas.
Busca de alternativas
Participante da reunião com o presidente Lula, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) confirmou a ameaça de greve e disse ser necessário encontrar uma alternativa para votar a PEC ainda neste ano. “Não pode aumentar o salário mínimo, não pode aumentar o salário da polícia, mas os deputados querem ganhar igual juízes”, provocou.
Segundo o líder do governo, cálculos do Ministério do Planejamento mostram que, se o salário de todos os policiais e bombeiros militares fosse equiparado ao pago em Sergipe – de R$ 3,2 mil -, “o rombo seria de mais de R$ 40 bilhões”.
Reportagem – Maria Neves e Carol Siqueira
Edição – Newton Araújo
Tecnologia ajuda comunicação entre PM e cidadãos
“Uma polícia comunitária digital”. Desta forma o comandante geral da Polícia Militar de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo, definiu o futuro da corporação, ao assinar, na última terça-feira, um protocolo de intenções que estabelece uma parceria entre a PM e a Microsoft, uma das maiores empresas de tecnologia do planeta. O evento que oficializou a novidade aconteceu na sede do Comando Geral da PM, no bairro da Luz, Centro de São Paulo.
Pela companhia, marcaram presença os presidentes da Microsoft International, Jean-Philippe Courtois, e da empresa no Brasil, Michel Levy. O objetivo é facilitar a troca de informações com a comunidade e em grandes eventos, como por exemplo a Copa do Mundo de 2014, que será disputada no Brasil.
A utilização de novas tecnologias visa antecipar a ocorrência com a utilização da inteligência. Conectado, o policial terá acesso a softwares importantes para o desenvolvimento de seu trabalho. Com o uso de um notebook ele poderá, inclusive, ter acesso às informações de sua casa. Na prática, esses recursos possibilitarão que a comunidade possa passar informações relevantes de seu bairro à autoridade policial que vai ao local atender a ocorrência.
Para o coronel Camilo, o sistema é um aperfeiçoamento do que a Polícia Militar já tem hoje. “Futuramente, os cidadãos poderão enviar uma imagem ou vídeo, ou até mesmo interagir de forma online. Hoje, o policial vai para rua com uma série de informações passadas pelo Copom (Centro de Operações da Polícia Militar). No futuro, poderá ter também imagem do local da ocorrência, além de outras informações que a comunidade já tenha passado”, disse.
Computação em Nuvem
A parceria tem como meta, também, a inclusão digital e a capacitação profissional do policial, facilitando o acesso às informações, independente de onde ele esteja. Para o aperfeiçoamento na troca de informações, a PM passará a usar a tecnologia conhecida como “Could Computing” (Computação em Nuvem), tendência na internet do futuro. Refere-se à utilização da memória e das capacidades de armazenamento e cálculo de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da internet.
O armazenamento de dados é feito em serviços que poderão ser acessados de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, não havendo necessidade de instalação de programas. O acesso a programas, serviços e arquivos é remoto, através da internet - daí a alusão à nuvem.
============================
NOTA DO BLOG: Enquanto aqui no Pará ainda vivemos em clima de muita resistência, o Estado de São Paulo está 100 anos na frente.
Vamos acordar, pessoal!!!
Pela companhia, marcaram presença os presidentes da Microsoft International, Jean-Philippe Courtois, e da empresa no Brasil, Michel Levy. O objetivo é facilitar a troca de informações com a comunidade e em grandes eventos, como por exemplo a Copa do Mundo de 2014, que será disputada no Brasil.
A utilização de novas tecnologias visa antecipar a ocorrência com a utilização da inteligência. Conectado, o policial terá acesso a softwares importantes para o desenvolvimento de seu trabalho. Com o uso de um notebook ele poderá, inclusive, ter acesso às informações de sua casa. Na prática, esses recursos possibilitarão que a comunidade possa passar informações relevantes de seu bairro à autoridade policial que vai ao local atender a ocorrência.
Para o coronel Camilo, o sistema é um aperfeiçoamento do que a Polícia Militar já tem hoje. “Futuramente, os cidadãos poderão enviar uma imagem ou vídeo, ou até mesmo interagir de forma online. Hoje, o policial vai para rua com uma série de informações passadas pelo Copom (Centro de Operações da Polícia Militar). No futuro, poderá ter também imagem do local da ocorrência, além de outras informações que a comunidade já tenha passado”, disse.
Computação em Nuvem
A parceria tem como meta, também, a inclusão digital e a capacitação profissional do policial, facilitando o acesso às informações, independente de onde ele esteja. Para o aperfeiçoamento na troca de informações, a PM passará a usar a tecnologia conhecida como “Could Computing” (Computação em Nuvem), tendência na internet do futuro. Refere-se à utilização da memória e das capacidades de armazenamento e cálculo de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da internet.
O armazenamento de dados é feito em serviços que poderão ser acessados de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, não havendo necessidade de instalação de programas. O acesso a programas, serviços e arquivos é remoto, através da internet - daí a alusão à nuvem.
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NOTA DO BLOG: Enquanto aqui no Pará ainda vivemos em clima de muita resistência, o Estado de São Paulo está 100 anos na frente.
Vamos acordar, pessoal!!!
Morre o coronel Júlio Bono
Nota no Repórter 70, do jornal O Liberal de hoje dá conta de que o
coronel Reformado da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Júlio
Bono, faleceu na Bahia, vítima de afogamento.
Bono era muito conhecido em todo o Brasil pela sua larga contribuição
ao CNCG (Conselho Nacional de Comandantes Gerais da PM/BM).
coronel Reformado da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Júlio
Bono, faleceu na Bahia, vítima de afogamento.
Bono era muito conhecido em todo o Brasil pela sua larga contribuição
ao CNCG (Conselho Nacional de Comandantes Gerais da PM/BM).
--
- Assista a este vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=k6Z5tmB_cHs<http://www.youtube.com/watch?v=w4Va6gyK_jM>
Liberdade de imprensa
"É muito triste perceber que os que hoje pugnam por essa tal liberdade
de imprensa e pensamento, só o fazem quando seus interesses são
contrariados.
Não conseguem permitir dentro da sua própria casa que alguém pense
diferente. Reclamam que o governo pretende controlar a imprensa.
Não precisa, ela já é muito bem controlada. Basta pagar. Não defendem
a liberdade e sim seus interesses. É o fim."
(Hélio Gueiros)
de imprensa e pensamento, só o fazem quando seus interesses são
contrariados.
Não conseguem permitir dentro da sua própria casa que alguém pense
diferente. Reclamam que o governo pretende controlar a imprensa.
Não precisa, ela já é muito bem controlada. Basta pagar. Não defendem
a liberdade e sim seus interesses. É o fim."
(Hélio Gueiros)
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- Assista a este vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=k6Z5tmB_cHs<http://www.youtube.com/watch?v=w4Va6gyK_jM>
Menina Fantástica
Tayná Carvalho, de 18 anos, é a paraense que está na final do concurso
MENINA FANTÁSTICA, da Rede Globo de Televisão.
Ela precisará de nosso apoio durante a votação, amanhã (domingo), pela
TV Liberal canal 7, no Programa Fantástico.
Vamos dar a nossa força para Tayná.
MENINA FANTÁSTICA, da Rede Globo de Televisão.
Ela precisará de nosso apoio durante a votação, amanhã (domingo), pela
TV Liberal canal 7, no Programa Fantástico.
Vamos dar a nossa força para Tayná.
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- Assista a este vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=k6Z5tmB_cHs<http://www.youtube.com/watch?v=w4Va6gyK_jM>
Polícia Militar realiza campanha esclarecendo sobre blitz policial
A Polícia Militar da Bahia (PM) está realizando uma campanha de conscientização e esclarecimento ao cidadão sobre blitz policial. Foram colocados outdoors em diversos pontos de Salvador e de outras cidades da Bahia, com a seguinte mensagem “Blitz Policial, colabore pela segurança de todos nós”, além da distribuição, durante as abordagens, de panfletos com dicas de como o cidadão deve proceder durante uma blitz.
PM de São Paulo representará Brasil em 30 países
A filosofia da Polícia Comunitária implantada pela Polícia Militar do Estado de São Paulo atravessou as fronteiras do território nacional, cruzou a linha de países da América Latina, como Nicarágua, Honduras, Guatemala, El Salvador e Costa Rica, e agora atravessará o oceano. São Paulo representará o país em um projeto que visa expandir a experiência de policiamento comunitário cidadão para outros 30 países da América Latina, Caribe e os de língua portuguesa na África. O policiamento comunitário foi implantado no Brasil em 1997, através de uma parceria com o Japão.Nos últimos dias 28 e 29, o comandante geral da PM paulista, coronel Álvaro Batista Camilo, e o diretor de Polícia Comunitária e Direitos Humanos, coronel Luiz de Castro Júnior, estiveram em Brasília para apresentar o projeto ao Ministério das Relações Exteriores e à Agência Japonesa de Cooperação Internacional (JICA). São Paulo representará o Brasil, transmitindo a ideia de uma nova forma de policiamento preventivo, que se antecipa ao surgimento de problemas criminais e busca constante aproximação com a comunidade.
O convite para a apresentação da proposta pela PM foi feito em junho pelo Ministério das Relações Exteriores, representando o governo brasileiro, e pela JICA, que representou o japonês, para compor o Programa de Treinamento de Terceiros Países (PTTP), abrangido pela Parceria Brasil-Japão, operacionalizada no país pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC). A aliança entre esses países objetiva transferir conhecimento para países de terceiro mundo em áreas consideradas prioritárias para o desenvolvimento local, como saúde, agricultura e gestão urbana. Até agora, não havia nenhuma proposta desse programa na área de segurança pública.
A proposta será avaliada. O coronel Castro acredita que o programa seja aceito ainda em 2010 e que seja elaborada uma programação para início em 2011. O calendário inclui cursos de Polícia Comunitária ministrados em São Paulo e o envio de PMs para os países, onde serão responsáveis por dar qualquer suporte necessário para a implantação da filosofia.
“Os policiais militares de São Paulo atuarão como multiplicadores nestes países, difundindo a filosofia da Polícia Comunitária, com características adaptadas à realidade brasileira, para os 30 países”, afirmou o coronel Castro.
Brasil e Japão renovam acordo sobre policiamento comunitário
Brasília (MJ) – Com o objetivo de difundir, no território brasileiro, a doutrina e a filosofia de policiamento comunitário baseado no sistema Koban, o Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), assinou proposta para dar continuidade e expansão ao acordo de cooperação técnica entre o Brasil e o Japão.Validaram o documento o coordenador-geral do Plano de Implantação e Acompanhamento de Programas da Senasp, Erisson Lemos Pita, o diretor da Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores, Marco Farani, o chefe da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), Katsuhiko Haga, e o comandante-geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo.A assinatura do acordo foi feita na última quinta-feira (28), em Brasília, durante a reunião anual do comitê de coordenação do projeto. Além da continuidade do projeto, foi determinada a inclusão de policiais militares do Mato Grosso do Sul na iniciativa - profissionais de outros 11 Estados que fazem parte do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) já receberam este tipo de capacitação.Desde o início do acordo, em novembro de 2008, foram habilitados 359 policiais do Brasil e de países como El Salvador, Costa Rica e Guatemala.
O comitê também discutiu a ampliação da proposta de ensino interativo, já implantado pela Polícia Militar de São Paulo, para outros Estados; a disponibilização de material didático dos cursos na língua espanhola e a realização de encontro técnico de multiplicadores do sistema.
Diminuição da criminalidadeComandante da PM de São Paulo, Álvaro Camilo lembrou que o acordo é extremamente importante para todo o Brasil. “Depois da renovação do convênio, a criminalidade em São Paulo começou a cair. De 2000 para cá, houve uma redução de 70% no número de homicídios na cidade. A Polícia Comunitária foi um dos fatores decisivos, porque vai além da atividade policial, envolve o cidadão”, defendeu.Segundo ele, a entrada da Senasp na cooperação só fortaleceu o trabalho. “Agora existem mais condições para que essas atividades se estendam rapidamente por todo o país”, completou.
O coordenador-geral do Plano de Implantação e Acompanhamento de Programas Sociais de Prevenção de Violência da Senasp, Erisson Lemos Pita, concorda. “A contribuição do Ministério da Justiça deve ser destacada. Desde 2008, concluímos nove turmas do curso. E a previsão é de que, até novembro de 2011, tenhamos organizado mais três turmas”, contou.
Para difundir a filosofia de policiamento comunitário no Brasil, o MJ investiu cerca de R$ 600 mil por ano e capacitou, desde 2006, mais de 70 mil profissionais de segurança pública e moradores das comunidades (em cursos de lideranças comunitárias). Já pelo acordo com o governo japonês foram investidos cerca de R$ 4 milhões desde 2008.
O comitê também discutiu a ampliação da proposta de ensino interativo, já implantado pela Polícia Militar de São Paulo, para outros Estados; a disponibilização de material didático dos cursos na língua espanhola e a realização de encontro técnico de multiplicadores do sistema.
Diminuição da criminalidadeComandante da PM de São Paulo, Álvaro Camilo lembrou que o acordo é extremamente importante para todo o Brasil. “Depois da renovação do convênio, a criminalidade em São Paulo começou a cair. De 2000 para cá, houve uma redução de 70% no número de homicídios na cidade. A Polícia Comunitária foi um dos fatores decisivos, porque vai além da atividade policial, envolve o cidadão”, defendeu.Segundo ele, a entrada da Senasp na cooperação só fortaleceu o trabalho. “Agora existem mais condições para que essas atividades se estendam rapidamente por todo o país”, completou.
O coordenador-geral do Plano de Implantação e Acompanhamento de Programas Sociais de Prevenção de Violência da Senasp, Erisson Lemos Pita, concorda. “A contribuição do Ministério da Justiça deve ser destacada. Desde 2008, concluímos nove turmas do curso. E a previsão é de que, até novembro de 2011, tenhamos organizado mais três turmas”, contou.
Para difundir a filosofia de policiamento comunitário no Brasil, o MJ investiu cerca de R$ 600 mil por ano e capacitou, desde 2006, mais de 70 mil profissionais de segurança pública e moradores das comunidades (em cursos de lideranças comunitárias). Já pelo acordo com o governo japonês foram investidos cerca de R$ 4 milhões desde 2008.
PEC 300: policiais prometem pressão para votação
www.rondoniadinamica.com
Para o Capitão Assumpção, o posicionamento de Dilma sinaliza que promessas de campanha poderão não ser cumpridas.
Diante dos apelos da presidente eleita Dilma Rousseff (PT) para que a Câmara não vote a chamada PEC 300 - que estabelece piso salarial nacional para policiais e bombeiros -, representantes da categoria prometem intensificar as mobilizações. Segundo o deputado Capitão Assumpção (PSB-ES), líderes policiais devem se reunir nesta terça-feira (9) para traçar estratégias de pressão para votar ainda este ano o segundo turno da PEC 300 no plenário da Câmara.
“Novas mobilizações poderão acontecer para que Temer se comprometa com a votação. Vai ser uma grande batalha”, disse Assumpção, referindo-se ao vice-presidente eleito e presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP). “A sensibilização é que vai fazer a diferença. A gente sabe que, apesar de o presidente Temer ter se comprometido com os líderes policiais em São Paulo, ainda na campanha do segundo turno eleitoral, há uma pressão contrária muito forte”, afirmou o deputado, que é capitão da PM do Espírito Santo.
Segundo nota divulgada hoje na coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a presidente eleita Dilma Rousseff fez ontem (8) um apelo ao vice-presidente para que a Casa não aprove a PEC 300. De acordo com o jornal, “para a petista, a aprovação do piso salarial para policiais e bombeiros teria o efeito de ‘abrir a porteira’, deflagrando onda de pressão para que sejam apreciados outros projetos multiplicadores dos gastos públicos”.
O texto-base foi aprovado no último dia 6 de julho, mas falta a análise de destaque e a votação em segundo turno para que a proposta seja enviada ao Senado. Leia: Câmara aprova PEC 300 em primeiro turno
Para Capitão Assumpção, o posicionamento de Dilma sinaliza que promessas de campanha poderão não ser cumpridas. O deputado afirma que, durante a campanha eleitoral, tanto Dilma quanto José Serra (PSDB) falavam em ampliar o investimento na área de segurança pública, entre outras coisas, por meio de “avanços na questão salarial” de policiais e bombeiros.
“O que falavam ‘investimento’, agora virou ‘gasto’. É o mesmo que pregar no deserto. Estamos à beira de uma olimpíada e da Copa do Mundo no Brasil, onde os trabalhos de segurança pública são fundamentais, mas o que se vê é que estão sendo depreciados”, protestou.
Curso de Formação de Soldados da PM
Agência Pará
A Polícia Militar do Pará (PM/PA) convoca os candidatos sub judice do concurso público de admissão ao Curso de Formação de Soldados da PM do Pará para entregarem documentos referentes à habilitação até o dia 22 de novembro.
A relação de documentos que devem ser entregues e dos nomes dos candidatos convocados está publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (9).
Os documentos devem ser endereçados para Instituto Movens - Concurso PMPA, Setor de Armazenamento e Abastecimento - SAA, quadra 1, lote 980, Brasília/DF, CEP: 70.632-100.
A relação de documentos que devem ser entregues e dos nomes dos candidatos convocados está publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (9).
Os documentos devem ser endereçados para Instituto Movens - Concurso PMPA, Setor de Armazenamento e Abastecimento - SAA, quadra 1, lote 980, Brasília/DF, CEP: 70.632-100.
Polícia comunitária: interpretações errôneas
Ainda se confunde polícia comunitária, interpretando-a como se fosse uma nova modalidade de policiamento.
É uma interpretação errônea.
Polícia comunitária é uma filosofia de trabalho. É a adoção de uma estratégia para desenvolver a atividade policial numa área definida.
Há um pensamento que essa filosofia enfraquece as atividades de policiamento.
Há aqueles que confundem fazer polícia comunitária com a construção de bases de policiamento, dando a entender que, onde não há construção física, não há policiamento comunitário.
São interpertações características de um pensamento desvirtuado da doutrina.
São aspectos negativos causados pela má interpretação desse trabalho, sobretudo dentro da própria corporação.
É uma interpretação errônea.
Polícia comunitária é uma filosofia de trabalho. É a adoção de uma estratégia para desenvolver a atividade policial numa área definida.
Há um pensamento que essa filosofia enfraquece as atividades de policiamento.
Há aqueles que confundem fazer polícia comunitária com a construção de bases de policiamento, dando a entender que, onde não há construção física, não há policiamento comunitário.
São interpertações características de um pensamento desvirtuado da doutrina.
São aspectos negativos causados pela má interpretação desse trabalho, sobretudo dentro da própria corporação.
Policiais militares terão capacitação de Polícia Comunitária no sistema japonês
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| Campo Grande/MS - Para multiplicar o conhecimento da filosofia de Polícia Comunitária e aperfeiçoar as ações locais com experiências que deram certo em outros países, Mato Grosso do Sul foi incluído no projeto da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) que estabelece um acordo de cooperação técnica com o Japão. Através do projeto, policiais militares do Estado devem participar de um curso baseado no sistema japonês Koban, de bases comunitárias. De acordo com o coordenador estadual de Polícia Comunitária, coronel Carlos de Santana Carneiro, o acordo facilita a capacitação dos policiais sul-mato-grossenses em cursos internacionais. Ele explica que o curso, que deve acontecer em parceria com o Japão, será em São Paulo em meados do mês de abril de 2011. “Serão enviados 12 policiais, entre capitães e tenentes que já trabalham em batalhões com bases comunitárias e eles serão multiplicadores deste conhecimento logo retornarem ao Estado”, esclarece o coronel. Aqueles que participarem da formação devem ser os responsáveis por ministrar os cursos de Gestor de Base Comunitária, voltado para cabos e sargentos dos batalhões com bases comunitárias e o curso de Operador de Base Comunitária, este destinado a soldados e cabos que atuam nas comunidades onde já foram instaladas as bases ou onde elas serão implantadas. Segundo o coronel Santana, os cursos serão elaborados através de conceitos estabelecidos pela Senasp. Ainda conforme o coordenador estadual, um oficial da Polícia Militar também deve viajar até o Japão para conhecer mais profundamente o sistema Koban implantado pelos japoneses. “O Japão tem um dos mais antigos modelos de Polícia Comunitária”, observa Santana se referindo à tradição do sistema que serve de padrão para outros países. http://www.jptl.com.br/?pag=ver_noticia&id=30084 |
Odair Corrêa Participa de conferência no Rio de Janeiro
O vice Governador do Pará, Odair Correa, atendeu convite da Fundação Alexandre de Gusmão e do Embaixador Jeronimo Moscardo para participar da V CONFERÊNCIA NACIONAL DE POLÍTICA EXTERNA E POLITICA INTERNACIONAL que aconteceu nos dias 28 e 29 de outubro de 2010, no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro.
No evento estiveram presentes autoridades de diversos países, além de senadores, embaixadores, diplomatas e também contou com a participação de representantes da UNIVERSIDADE DA AMAZONIA e da UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará).
Durante o evento Odair Correa participou da mesa e palestrou em defesa da população da Amazônia Paraense,assim como falou das potencialidades dos empreendedores paraenses citando o exemplo do Idalma que fabrica em Santarém(PA) mini-hidrelétricas que foram premiadas pela ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS e reconhecidas como a melhor invenção da categoria em 2008 com o apoio de Odair Correa.
O vice-governador do Pará foi calorosamente ovacionado após sua fala e ao encerrar aquela mesa o presidente da Fundação Alexandre de Gusmão disse, ao microfone, que a participação de Odair Correa foi " uma bênção " para o evento.
Além de ser o vice-governador do Pará, Odair Correa é pós-graduado em Desenvolvimento Amazônico pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da UFPA. Quando funcionário da CAIXA liderou a compra de mais de 25 toneladas de ouro por ano para o GOVERNO BRASILEIRO, e nos últimos anos liderou missões para China, Guianas, França e outros países.
Em dezembro deve iniciar trabalhos para os quais foi convidado, ligados à relação comercial Brasil-China e Brasil-Suriname e Guianas.
Veja video de sua participação no Palácio do Itamaraty.
http://www.youtube.com/watch?v=nuz-KtVHS54
Governo vai tentar barrar no Congresso medidas que podem ter impacto de R$ 125 bi
http://noticias.r7.com/brasil/noticias/governo-vai-tentar-barrar-no-congresso-medidas-que-podem-ter-impacto-de-r-125-bi-20101104.html
publicado em 04/11/2010 às 11h40:
Propostas prevêem aumento para o judiário, policiais, aposentados, entre outros.
O governo vai tentar barrar, no Congresso, a aprovação de uma série de medidas que, somadas, prometem causar impacto de R$ 125,9 bilhões no Orçamento. A ordem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é para que a base aliada impeça o aumento de gastos públicos às vésperas da posse da presidente eleita, Dilma Rousseff (PT).
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, diz que é "a favor de não-medidas". Ele vai integrar a equipe de transição do governo.
- Precisamos discutir, por exemplo, por que dar reajuste de 56% para os servidores do Judiciário e onde vamos arrumar dinheiro para isso.
O tema espinhoso será posto hoje na mesa, durante reunião ministerial, quando Lula pedirá aos auxiliares que não deixem deputados e senadores de seus partidos aprovarem armadilhas para Dilma. Orçado em R$ 6,35 bilhões, o aumento do Judiciário, por exemplo, integra uma lista de projetos em tramitação no Congresso, que, no diagnóstico do governo, são "bombas fiscais".
O pacote de bondades inclui propostas como a que fixa um piso nacional para policiais militares (R$ 20 bilhões por ano), recompõe o valor das aposentadorias pagas pelo INSS (R$ 88,3 bilhões) e equipara salários de delegados aos do Ministério Público (R$ 1 bilhão).
Bernardo afirmou que "é preciso evitar que isso seja aprovado".
- Se queremos manter a casa em ordem, como vamos criar bilhões em despesas? A ideia é orientar a base aliada a não votar propostas para as quais não haja recursos previstos. O Congresso precisa ter cuidado para não dar sinal verde a coisas que terão graves consequências depois.
publicado em 04/11/2010 às 11h40:
Propostas prevêem aumento para o judiário, policiais, aposentados, entre outros.
O governo vai tentar barrar, no Congresso, a aprovação de uma série de medidas que, somadas, prometem causar impacto de R$ 125,9 bilhões no Orçamento. A ordem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é para que a base aliada impeça o aumento de gastos públicos às vésperas da posse da presidente eleita, Dilma Rousseff (PT).
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, diz que é "a favor de não-medidas". Ele vai integrar a equipe de transição do governo.
- Precisamos discutir, por exemplo, por que dar reajuste de 56% para os servidores do Judiciário e onde vamos arrumar dinheiro para isso.
O tema espinhoso será posto hoje na mesa, durante reunião ministerial, quando Lula pedirá aos auxiliares que não deixem deputados e senadores de seus partidos aprovarem armadilhas para Dilma. Orçado em R$ 6,35 bilhões, o aumento do Judiciário, por exemplo, integra uma lista de projetos em tramitação no Congresso, que, no diagnóstico do governo, são "bombas fiscais".
O pacote de bondades inclui propostas como a que fixa um piso nacional para policiais militares (R$ 20 bilhões por ano), recompõe o valor das aposentadorias pagas pelo INSS (R$ 88,3 bilhões) e equipara salários de delegados aos do Ministério Público (R$ 1 bilhão).
Bernardo afirmou que "é preciso evitar que isso seja aprovado".
- Se queremos manter a casa em ordem, como vamos criar bilhões em despesas? A ideia é orientar a base aliada a não votar propostas para as quais não haja recursos previstos. O Congresso precisa ter cuidado para não dar sinal verde a coisas que terão graves consequências depois.
PM de São Paulo representará Brasil em 30 países
Em 03/11/2010
Parceria firmada ente Polícia Militar, Ministério das Relações Exteriores e Agência Japonesa de Cooperação Internacional estabelece PMs paulistas como multiplicadores da filosofia de Polícia Comunitária em países da América Latina, Caribe e os de língua portuguesa na África
A filosofia da Polícia Comunitária implantada pela Polícia Militar do Estado de São Paulo atravessou as fronteiras do território nacional, cruzou a linha de países da América Latina, como Nicarágua, Honduras, Guatemala, El Salvador e Costa Rica, e agora atravessará o oceano. São Paulo representará o país em um projeto que visa expandir a experiência de policiamento comunitário cidadão para outros 30 países da América Latina, Caribe e os de língua portuguesa na África. O policiamento comunitário foi implantado no Brasil em 1997, através de uma parceria co m o Japão.
Nos últimos dias 28 e 29, o comandante geral da PM paulista, coronel Álvaro Batista Camilo, e o diretor de Polícia Comunitária e Direitos Humanos, coronel Luiz de Castro Júnior, estiveram em Brasília para apresentar o projeto ao Ministério das Relações Exteriores e à Agência Japonesa de Cooperação Internacional (JICA). São Paulo representará o Brasil, transmitindo a ideia de uma nova forma de policiamento que respeita os direitos humanos e aproxima a polícia da comunidade.
O convite para a apresentação da proposta pela PM foi feito em junho pelo Ministério das Relações Exteriores, representando o governo brasileiro, e pela JICA, que representou o japonês, para compor o Programa de Treinamento de Terceiros Países (PTTP), abrangido pela Parceria Brasil-Japão, operacionalizada no país pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC). A aliança entre esses países objetiva transferir conhecimento para países de terceiro mundo em áreas consideradas prioritárias para o desenvolvimento local, como saúde, agricultura e gestão urbana. Até agora, não havia nenhuma proposta desse programa na área de segurança pública.
A proposta será avaliada. O coronel Castro acredita que o programa seja aceito ainda em 2010 e que seja elaborada uma programação para início em 2011. O calendário inclui cursos de Polícia Comunitária ministrados em São Paulo e o envio de PMs para os países, onde serão responsáveis por dar qualquer suporte necessário para a implantação da filosofia.
"Os policiais militares de São Paulo atuarão como multiplicadores nestes países, difundindo a filosofia da Polícia Comunitária, com características adaptadas à realidade brasileira, para os 30 países", afirmou o coronel Castro.
Para o comandante da PM, coronel Camilo, a Polícia Comunitária é um exemplo a ser seguido, e foi uma das ferramentas para diminuição dos índices de criminalidade no estado. "Hoje um cidadão denunciar crimes à polícia é justamente resultado da melhora do relacionamento entre o cidadão e a polícia, o que é fundamental para a segurança pública. Por isso a polícia de São Paulo trabalha com três princípios básicos: forte gestão - investimento em equipamento - na área de direitos humanos e a Polícia Comunitária.
Convênio ampliado
A Polícia Militar paulista e a Polícia Nacional do Japão assinaram, na semana passada, um acordo para extensão do convênio de Polícia Comunitária.
A primeira mudança é a tradução do material didático para o espanhol, a ser distribuído em mídia digital e, ainda, a criação do Encontro Técnico Internacional de Polícia Comunitária.
A primeira mudança é a tradução do material didático para o espanhol, a ser distribuído em mídia digital e, ainda, a criação do Encontro Técnico Internacional de Polícia Comunitária.






